Locomotiva cultural

terça-feira, 11 de maio de 2010

por Josy Antunes

O encontro realizado na noite de ontem no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, para a posse da nova diretoria do Conselho Municipal de Cultura de Nova Iguaçu, foi iniciado por palavras da produtora cultural Silvia Regina, que justificou a escolha do local relatando as inúmeras ações que lotam a agenda do Espaço. O Sylvio Monteiro, referência entre os centros culturais da cidade, tem sido reponsável por abrigar os encontros do Conselho de Cultura, as sessões de cinema do Iguacine e por manter as portas abertas para a população e artistas da cidade. E fora ali onde, minutos antes da apresentação da nova diretoria do conselho, um grupo de jovens, com um pesar acompanhado de determinação, ouvia com atenção as “últimas palavras” de um secretário de cultura e as primeiras de um parceiro de caminhada.

Viciados em teatro

sexta-feira, 7 de maio de 2010

por Tony Prado

Ontem à noite, a Vila Olímpica de Nova Iguaçu recebeu com aplausos a apresentação de abertura do 5º Circuito Mix de Esquetes, uma produção do Projeto Cultural F.A.M.A. (Fábrica de Atores e Materiais Artísticos). Mas, o que é esquete?

Esquete, pra quem não sabe, é o termo utilizado para se referir a pequenas peças ou cenas dramáticas, geralmente cômicas, geralmente com menos de dez minutos de duração. O espaço FAMA está realizando o concurso Circuito Mix de Esquetes para incentivar a criação artística teatral, bem como ampliar o público teatral de Nova Iguaçu.

Decoração de interiores

quarta-feira, 5 de maio de 2010

por Jéssica de Oliveira


"A poesia está na vida, é vivencial. É expressão. É propôr que as pessoas vislumbrem o simples, que muitas vezes passa despercebido, mas que tem uma mensagem poética gigantesca, além de estar dentro de todas as possibilidades sensoriais", pontua Henrique Souza, poeta que aos 46 anos lança seu primeiro livro de poesias, Encantos do Ser.

Aos 14 anos, Henrique trabalhou em uma fábrica de guarda-chuvas, onde, curiosamente, teve seu primeiro contato com a poesia. "O barulho das máquinas era imenso, o que tornava impossível a comunicação entre pessoas, porque não se ouvia a voz do outro. Então, já que ninguém me ouvia quando eu falava, passei a conversar comigo mesmo e a construir pensamentos, escrevendo-os posteriormente em formas de poesias".

Rumo a Paris

por Renato Acácio

Quem vê o espevitado Vítor Lopes, com seu visual andrógino e escandaloso, figura fácil nos eventos de cinema e cultura de Nova Iguaçu e redondezas, não imagina a trajetória do menino que deu um show de espontaneidade, histeria e simpatia no último Iguacine, quando foram anunciados os dois prêmios do seu filme “O que vai ser?”. Quem frequenta o Cineclube Buraco do Getúlio, que ocorre todo primeiro sábado de cada mês no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, já conhece suas performances cômicas e eróticas.

A ligação de Vítor Lopes com a arte e especificamente o cinema vem de muito cedo. “Desde a sétima série eu já tinha em mente que queria cursar a faculdade Televisão e Vídeo, que é como o curso era chamado na época”, conta ele, que aos 24 anos está cursando comunicação social com habilitação em cinema na PUC e é morador de São João de Meriti.

Turismo cultural

terça-feira, 4 de maio de 2010

por Marcelle Abreu

Em comemoração ao dia da Baixada Fluminense (30/04), foi realizado na Cúria Metropolitana de Nova Iguaçu um encontro com os Amigos do Patrimônio Cultural, um grupo que visa valorizar a Baixada que é vista por muitos apenas pela violência.

“Somos poucos e não há muitos seguidores, mas a gente não desanima”, afirma Antonio Lacerda, pesquisador e representante do grupo.

 
 
 
 
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