Ninfas japonesas

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

por Morgany dos Santos

Você conhece a moda Lolita?

Bom, o termo lolita surgiu depois da publicação de romance escrito por um escritor russo chamado Vladimir Nabokov, em que a história retrata a paixão de um professor de poesia francesa por sua enteada de doze anos, cujo apelido era Lolita.

Foi inspirada na delicadeza, inocência e doçura dessa personagem, que chegou aos cinemas pelas mãos do cineasta Stanley Kubrick, a moda japonesa chamada Lolita: as meninas usam roupas na altura dos joelhos, sapatos infantis com laçarotes e tiras transpassadas, meias até a altura dos joelhos e muitos outros frufrus.

No Brasil, a moda Lolita esbarra nos altos preços das roupas e acessórios, que só podem ser adquiridos através de exportação ou réplicas. Os privilegiados consumidores que podem pagar por essa moda fazem suas compras pela internet ou através de encomendas em boas costureiras.

Carnaval fashion

por Robert Tavares

Quando passam as festas de fim de ano e as semanas de moda do Rio e de São Paulo, a data mais aguardada pelos brasileiros é o carnaval.O motivo não é nenhum mistério. Afinal, quem não gosta de cantar, dançar e se divertir com os amigos?


Ah, mas você não gosta de calor, muvuca e agitação? Calma, o carnaval é democrático, tem espaço para todo mundo... Quanto ao calor, bem, se você vive em Nova Iguaçu, já deve estar acostumado com as regrinhas básicas do vestir para não derreter sob um sol de 48°, certo?

Mas vale reforçar: para que os seus dias de folia passem de forma saudável, optem por roupas leves e confortáveis, que não atrapalhem a diversão.


A cara da história

por Camilla Medeiros

“Estudante de História tem que ser meio de esquerda”.

Foi uma de muitas frases que ouvi quando entrei na faculdade. Não sabia disso. Por ignorância mesmo, não sabia que dentro dos meios acadêmicos de ciências sociais existia isso. Mas existe.

Fiquei surpresa ao perceber que o curso de história tem uma 'cara' ao visitar outras universidades com os cursos como o que estou concluindo agora, na Rural. Eis uma descrição de um típico estudante de história do IFCS – Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, a mais importante na área: os cabelos são compridos, sejam eles cacheados ou não; a barba, sempre por fazer, mas de preferência grande. Os óculos vintage, acompanhados de uma camisa de algodão de estampa xadrez, também são peças obrigatórias desse uniforme. O charme desses estudantes é completado com um cigarro no canto da boca.

Multiplicação dos pontinhos

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

por Hosana Souza

Há nove anos, a comunidade de Corumbá se organizou para tornar pública sua indignação com o poder público, pois seus moradores sequer contavam com uma escola municipal para alfabetizar suas crianças. “Organizamos manifestações, abaixo-assinados, levantamos a bandeira que infelizmente está estendida até hoje, já que a prefeitura ainda não resolveu essa situação”, conta Ezequias Alcântara. “Nesse mesmo período, então, criamos turmas de alfabetização, e também, projetos de incentivo aos jovens que eram analfabetos funcionais”, completa. Essa é a origem da Fundação Pé de Moleque, que hoje gerencia pontinhos de cultura nas escolas municipais de segundo segmento.

Marketing ambulante

por Michele Ribeiro e Wanderson Duque

Há pouco tempo, mercadorias expostas pelos vendedores ambulantes eram sinônimo de qualidade duvidosa e risco para os eletrodomésticos, além, é claro , de virem embaladas com o rótulo de atividade criminosa. Nem todos esses fatores sofreram maiores alterações. Tampouco a mudança na concepção das pessoas que ainda acreditam se tratar de uma atividade que alimenta o crime organizado. Mas a sofisticação dos meios de produção, compra e comercialização acabou chegando nesse nosso conhecido "comércio alternativo".

Vendedores ambulantes – mais conhecidos como camelôs - vêm se utilizando de diversas tecnologias que facilitam a compra e revenda de suas mercadorias. "Dvds,Cds, tênis, chinelos, roupas. Tenho mercadoria para todos os gostos", diz "X", que prefere não se identificar. As possibilidades, segundo ele, são inúmeras. "Tem comprador, conhecido meu ou de algum outro amigo, a quem faço até financiamento, acredita?".


 
 
 
 
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