Nos encontros do EncontrArte

sexta-feira, 23 de julho de 2010

por Josy Antunes / Imagens extraidas do orkut de Tiago Costa e do EncontrArte

Tiago Costa, por Anderson Arcanjo
A nona edição do Encontro de Artes Cênicas da Baixada Fluminense – o EncontrArte – terá sua abertura realizada no dia 15 de setembro de 2010. Às 20 horas, no teatro do SESC de Nova Iguaçu, o Circo Teatro Udi Grudi, originário de Brasília, fará jus ao tema que abrangerá todo festival: o circo. Embora a data pareça distante, ela já fora planejada e trabalhada pelo mesmo grupo que, em 2002, iniciava os esforços de combate à máxima “a Baixada Fluminense não tem público para teatro”. Claudina Oliveira, Éverton Mesquita, Fabio Mateus, Mário Marcelo e Tiago Costa, produtores do evento desde a edição inaugural, carregam não só as lembranças das dificuldades e vitórias, mas a responsabilidade de fazer parte essencial na história do festival que já mobilizou 60 mil espectadores e 2.000 artistas e técnicos locais.

Silvia Regina e o personagem Vanessa du Mato
Com a agradabilidade que lhe é característica, o ator, produtor e cenógrafo Tiago Costa me recebeu na última terça-feira para um bate-papo no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, onde trabalha ao lado da diretora da casa e amiga, Silvia Regina. A também produtora e atriz brinca com os inúmeros telefonemas realizados na mesa em frente a sua: “Alô, aqui é o Tiago da FETAERJ. Alô, aqui é o Tiago do Encontrarte. Alô, aqui é o Tiago da Vanessa du Mato”. Tiago acha graça, tenta explicar as várias facetas diferenciadas nas breves apresentações telefônicas, mas mantém a concentração exigida por seu ofício. Minutos depois, comemora a novidade que acabara de confirmar: “O Espaço Cultural Sylvio Monteiro, dentro do EncontrArte, vai ser um ‘Pólo de Discussão Teatral’. A gente vai ter um projeto esse ano que era realizado em outros moldes dentro da Secretaria de Cultura, que é o projeto ‘Colisão’”, revela ele. O “Projeto EncontrArte Colisão” será o principal diferencial da programação de 2010. Em 2009, os espetáculos da noite eram precedidos por performances, que geralmente envolviam a platéia que aguardava na fila para a entrada no teatro. Vão-se as performances, entram as colisões. Nove espetáculos serão apresentados sendo discutidos, cada um deles, por 3 profissionais da área teatral ou social. “Os grupos vão discutir os seus trabalhos com profissionais que a gente vai trazer do Rio e de fora do Rio de Janeiro. No ano passado o foco de discussão foi o teatro na infância e na juventude. Esse ano vamos ter debates sobre todas as linguagens teatrais que vão passar pelo EncontrArte”, explica Tiago, emendando: “Eu tô super ansioso por isso”.
Com exceção da abertura, que contará com um único espetáculo, os 10 dias de EncontrArte funcionarão obedecendo os seguintes horários: espetáculo às 10 horas no SESC, Mostra Colisão às 15 horas no Sylvio Monteiro e espetáculo às 20 horas novamente no SESC, de forma que será possível assistir todas as atrações, sem que seja preciso optar por uma ou outra no caso de programações simultâneas. “Só na segunda-feira que não tem SESC, é só Sylvio Monteiro. E, provavelmente, vai ter espetáculo na rua também, mas ainda não está confirmado. Por enquanto tem 3 por dia”, pondera Tiago.

Tanto os 16 espetáculos direcionados ao SESC, quanto os 9 que comporão a grade do Colisão, passaram pelo mesmo processo de seleção, saindo vitoriosos entre mais de 50 grupos inscritos. “A gente já tinha em vista esse projeto. Quando aconteceu a seleção, a gente pediu que os jurados escolhessem os espetáculos que estariam na mostra principal e na mostra de colisão”, antecedeu o produtor. O júri foi composto por representantes do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da FUNARTE – Fundação Nacional de Artes.

“A gente tem uma ficha que é essa aqui, que estava disponível no site”, diz Tiago, mostrando as 2 ou 3 folhas grampeadas. “Ai o grupo manda pelo correio, com fotos do espetáculo e um dvd”. “Com o espetáculo todo gravadinho?”, pergunto, surpresa. “Com o espetáculo todo gravadinho”, responde ele, quebrando o meu imaginário de que havia uma apresentação prévia especialmente para os jurados.
Claudina Oliveira, Éverton Mesquita, Fábio Mateus, Mário Marcelo e Tiago Costa, em 2007
Em 2010, Lico Turli e Heloísa Vinadè, respectivamente do Governo e da FUNARTE, passaram um dia inteiro assistindo os vídeos enviados. Neste momento, nem a produção do evento é bem vinda: Eles apresentam a descrição contida na ficha de inscrição, acionam o “Play” do DVD e logo se retiram. Os jurados, que geralmente são 3, discutem, fazem anotações e críticas e possuem a difícil tarefa de apontar os escolhidos.

Durante este processo, a dupla levantou a seguinte questão: “De 10 anos pra cá, a gente descobriu que os grupos de teatro estão acabando e dando lugar às ONGs. Os grupos de teatro de pesquisa estão se desfazendo e os atores destes grupos estão fazendo núcleos em oficinas dentro de ONGs, dando aulas e montando espetáculos”, sintetizou Tiago. Pergunto se o Grupo Código é um exemplo próximo. “O grupo Código é sim um exemplo, só que eles ainda montam espetáculos. A maioria dos espetáculos que vieram pra cá (Sylvio Monteiro) são espetáculos de final de curso de teatro. E aí, a gente pegou esses 9 espetáculos que precisam dessa discussão”, explica ele, dando sentido a sua ansiedade pelas “colisões” que ocorrerão durante os debates: “Você já tem alguma opinião sobre esse assunto?”, indago. “Não. Não tenho. É sempre uma surpresa. Vamos ver no que vai dar isso”.

A relação dos espetáculos selecionados para as duas mostras chegaram às mãos da produção no dia 30 de junho. E isto não representa o início de um período de descanso para Tiago, Claudina, Mário, Fábio e Éverton. “Na verdade o evento começa a borbulhar depois que esse material chega pra gente. Porque aí é hora de montar a grade, fazer revista, fazer banner, camisa, tem que ter autorização de tudo... Aí é que começa”, conta Tiago, listando as ações. “Eu, Tiago, tento atender a todos os grupos”, diz, mostrando os papeis e ligações que ainda teria pela frente. É de sua responsabilidade montar a grade de horários com os grupos selecionados, atendendo todos os “Posso”, “Não posso”, “Teremos apresentação na mesma data” e afins. A mostra principal já está exposta na página inicial do site www.encontrarte.com.br. Os espetáculos da Colisão, ainda passam pelos ajustes feitos por Tiago. Bem como as oficinas e os homenageados de 2010, que ainda não representam informações concretas. “As oficinas são uma parceria que a gente faz com a FUNARTE, mas ainda não estão confirmadas”, aclara ele.

Claudina Oliveira e Tiago Costa
Meu espanto quanto a “modernidade” do processo de seleção, feito a partir da análise dos vídeos, deixou de ser infundado quando pedi que Tiago retornasse comigo e sua memória a 2002, no I EncontrArte. “Geralmente a gente ia assistir o espetáculo e fazia convite. Só a partir do terceiro ano que a gente fez edital, já começou a contratar jurado e as coisas começaram a mudar”. A primeira edição foi planejada a partir de uma proposta do SESC Nova Iguaçu de realizar uma mostra de teatro. Três grupos embarcaram na ideia e, apesar do baixo recurso, – R$2.000,00, arrecadado através de pequenos apoios – realizaram a versão embrionária do evento: “Multiface”, do qual Mário Marcelo e Éverton Mesquita eram integrantes; “Fios da Roca”, onde atuavam Tiago Costa e Claudina Oliveira; e o extinto grupo “Andarilhos”, no qual Fábio Mateus participava, sob a direção de Lino Roca.
“Meu grupo, o ‘Fios da Roca’, ensaiava no SESC. Quem ministrava nossa aula era o Lino, atual subsecretário de cultura. O nome foi uma homenagem a ele. Depois, a gente inventou que não era por isso, porque ele não queria que o nome fosse por conta dele. Aí a historinha que a gente conta é que vem daquela máquina de tecer”, revela Tiago, cujo grupo começara a partir de uma oficina e chegara ao surpreendente número de 80 integrantes. “Nessa época o nosso grupo já era filiado a FETAERJ, que é a Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio”.

Com os 3 grupos na produção e com Lino Roca compondo um “sexteto” com os atuais produtores do EncontrArte, a estratégia era convocar mais grupos da Baixada Fluminense para as apresentações. “A gente reuniu 8 ou 9 grupos. Não eram nem 10. Nenhum grupo ganhou nada por isso e a gente cobrava ingresso de R$3, eu acho”, detalha Tiago, para quem o evento “deu super certo” – resposta oposta e aliviada em relação ao “Foi muito ruim, cara” que sucedeu a pergunta “Como aconteceu a divulgação?”. O considerável público que compareceu no I EncontrArte, contrariando expectativa negativas, deve-se ao sensacional trabalho de
O cortejo do EncontrArte
difusão pela cidade. “A gente tinha um trio elétrico. Fazíamos um cortejo pela cidade, aquela coisa mambembe”, relembra Tiago, formando imagens mentais tão belas que acabaram por inundar a pequena sala do Sylvio Monteiro, me fazendo perguntar, quase em súplica, pelas fotografias feitas na época. “Todos os artistas que iam se apresentar iam com seus figurinos pra rua. A gente cortava o calçadão inteiro, ia até a rodoviária, distribuindo jornaizinhos do evento que tinha a programação. Também tinha carro de som rodando pela cidade”.

Depois da exuberância das imagens – dentre as quais uma está disponível no banner do site do evento – Tiago relembrou a música que embalou os cortejos, que coloriram a cidade nos dois anos seguintes. “Quero ver você no EncontrArte! Quero ver você no EncontrArte”, canta ele, confessando aos risos em seguida: “É chata... eu que fiz. É uma lavagem cerebral que  agente faz nas pessoas”. “E já teve todos os ritmos”, lembrou Silvia Regina, na mesa ao lado. O pequeno hit também precede os espetáculos encenados no teatro. “Já teve música eletrônica, forró, mpb, axé... Eu sempre boto a minha voz na música, só que ninguém sabe”, segreda Tiago.
Dos “8 ou 9” grupos que se apresentaram na 1ª edição, 3 eram os próprios grupos realizadores, que passaram a dedicar metade do ano para produzir o EncontrArte e a outra metade para a montagem dos próprios espetáculos. “No ano seguinte(2003), a gente conseguiu aumentar um pouco essa coisa do patrocínio, cobrava-se ingresso ainda, mas os grupos tinham um cachê mínimo, uma ajuda de custo. No terceiro ano a gente conseguiu uma emenda da Câmara Municipal de 70 mil. E aí a gente fez o evento já com uma pompa maior. E já foi totalmente de graça”, explicou Tiago. Desde então, todas as atividades do EncontrArte passaram a ser gratuitas, como até hoje permanecem. Com o término do III EncontrArte, a equipe de produção foi inesperadamente procurada pela Petrobrás. “Que legal o trabalho de vocês. A gente quer investir”, reproduz Tiago.

Já com o patrocínio da empresa, que perdura até a atual edição, os espetáculos passaram a surgir de todo o Rio de Janeiro. Os grupos selecionados para a IV edição já passaram pelo processo de seleção através de vídeos. O habitual cortejo, no entanto, do qual participavam os grupos da Baixada, fora eliminado. “A gente tinha dificuldade de trazer os grupos de fora. Aí ficava uma coisa meio esvaziada, não dava o gás que a gente queria”, lamenta Tiago. Segundo o produtor, a partir do ano em que conseguiram atrair os “olhos” da Petrobrás, ganharam notoriedade também da população. “Apareceu o EncontrArte”, exclama.

A partir do IV EncontrArte, em 2005, a continuidade anual do evento passara a ser, de fato, um compromisso social. No mesmo ano, Lino Roca deixara amigavelmente a equipe para se dedicar a vida política. As exigências impostas pelo grande patrocínio trouxeram a necessidade de uma maior dedicação à produção do evento. “Era sagrado: Toda segunda-feira a noite era dia de reunião do EncontrArte, durante o ano inteiro”. Novamente me surpreendo com tamanho tempo e dedicação ao evento que dura “apenas” 10 dias. Em resposta, Tiago esclarece: “Isso era no início, lá no quarto ano. Hoje a gente se reúne toda segunda e quinta. É de lei. Ás vezes vai até 2 ou 3 da manhã. Pra você ter noção, o EncontrArte desse ano já está encaminhado e a gente já está discutindo os 10 anos”.

EncontrArte 2009
A dedicação e os sacrifícios em nome do teatro não são novidades para Tiago, que teve o primeiro contato com a arte aos 7 anos de idade, numa oficina realizada no prédio em que morava, no bairro Inhaúma. “Todos os meus amigos do prédio faziam teatro. E, passando daí, eu comecei a participar de oficinas, oficinas, oficinas, oficinas e oficinas”, relembra ele, que nasceu em Jardim Redentor, em Belford Roxo e, após o período em que morou em Inhaúma, retornou com os pais para a Baixada, onde residiu em São João de Meriti. Tiago, então com cerca de 17 anos, trabalhava numa casa lotérica no centro de Nova Iguaçu, localizada próximo ao Supermercado Guanabara. O emprego exigia que seus funcionários trabalhassem de segunda a sábado. Tiago era a exceção. “Quando eu entrei falei assim: ‘eu não posso trabalhar dia de sábado, porque eu tenho curso”. O curso em questão, no qual chegara por indicação de um amigo, tratava-se do ministrado por Lino Roca no SESC Nova Iguaçu, que originou o já citado grupo “Fios da Roca”. “Só que minha patroa não sabia que o curso era de teatro. Se ela soubesse, não ia me deixar faltar. Mas, com o tempo, ela soube e falava assim: ‘Se você não trabalhar sábado, eu vou cortar seus pontos, te dar justa causa e te mandar embora’”. Tiago, valendo-se do conhecimento adquirido no segundo grau técnico em administração, no qual estava prestes a se formar, respondeu certeiro: “Mentira. Você só pode me mandar embora por justa causa se eu faltar 15 dias consecutivos”.

As justificativas, porém, não o seguraram no emprego por muito tempo. Após brigas e mais brigas, a patroa o demitiu e lançou: “Você pensa que isso vai te dar futuro? Você acha que teatro dá dinheiro pra alguém? A nossa vida é um escorrega. Uma hora a gente ta lá em cima e na outra agente cai e bate de bunda no chão. Daqui a pouco você vai quebrar a cara com esse ‘negócio’ de teatro e vai voltar pra cá”. “Eu nunca vou esquecer, lembrei disso hoje de manhã”, conta Tiago, afirmando: “Um dia eu ainda vou encontrar com ela e falar assim: ‘Poxa, o que você me falou me ajudou bastante’. Naquele início, eu acho que fiz as coisas mais pra provar o contrário pra ela. Pra não voltar e pedir o emprego de volta”. “Imagino ela lendo uma matéria sobre o EncontrArte nos jornais”, pensei em voz alta. “Ela deve mesmo acompanhar as matérias, mora em Nova Iguaçu. Nem sei se ela lembra do que falou, porque ás vezes a pessoa fala e não lembra. Tem até aquele ditado ‘Quem bate esquece’, mas a gente acaba não esquecendo. Vou contar isso pro Jô qualquer dia”, conclui em meio a risadas.
Os pais o apoiaram durante o período complicado, como sempre o fizeram. Para continuar a prática teatral durante o período diurno, Tiago empregou-se na área de compensação de um banco, onde trabalhava de madrugada, também em Nova Iguaçu. “Saia do trabalho às 3 horas da manhã, 4 horas eu já estava em casa deitado. Aí dormia ate umas 11 horas”, relembra, refazendo o trajeto da Dutra. “Ás vezes tinha que acordar cedo. Sábado, por exemplo, eu ficava ferrado porque tinha que trabalhar na sexta até de madrugada e sábado, 9 horas da manhã, eu tinha que estar feliz, sorrindo, pra ensaiar. Mas era o que eu gostava e o que eu gosto, então nunca foi sacrifício”.

“Quando o teatro passou a ser a sua única fonte de renda?”, questiono. Tiago faz um esforço, mas acaba recorrendo a Silvia, que prontamente responde “2005”. “Eu trabalhava aqui(Sylvio Monteiro) e no banco. Foi um período em que eu fiquei até meio afastado do grupo porque precisava de um tempinho pra me organizar. Hoje eu tenho meu apartamento em Nova Iguaçu. É claro que meus pais me ajudaram bastante, mas eu posso dizer que tudo que eu tenho hoje foi conquistado através de teatro”, garante Tiago, que atribui a especialização em cenografia às trocas realizadas no Festival da FETAERJ, que frequenta desde 1998. “Hoje, no grupo(Fios da Roca), eu acabei ficando com uma parte mais técnica: o cenário, o figurino e a maquiagem dos espetáculos sou eu quem faço. Nem sempre estou em cena”, conta, recomendando que o Festival da FETAERJ, do qual é o atual tesoureiro, torne-se pauta para uma nova matéria no Cultura NI. “A ‘troca’ é o mais válido pra todos”, declara.

“E o que é ‘mais válido’ no EncontrArte?”, retruco. Com ares de que acabara de ouvir a pergunta mais difícil da entrevista, devido a dificuldade em apontar um único ponto, Tiago responde: “Acho que também é a troca. Não só dos grupos, mas também com o público”, diz. “Pra mim, é super válido quando a gente chega e ouve assim ‘Nunca tinha ido ao teatro’. Hoje o mais válido mesmo é quando eu chego do lado de fora do teatro e tem gente reclamando que quer entrar e não pode”, conta Tiago, relembrando o episódio ocorrido com a apresentação da cantora e contadora de histórias Bia Bedran. “400 pessoas dentro do teatro e mais 400 do lado de fora”, narra ele. “A gente nunca vai esquecer disso: dia 27 de setembro de 2009. Dia de São Cosme e Damião. Fizemos duas sessões lotadas num domingo no SESC. O que é mais válido e dá mais vontade de fazer o próximo ano é isso: saber que a gente vai fazer e vai ter público”, encerra o múltiplo Tiago Costa.

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5 Comentários:

Pôxa Josy! Mais uma vez você arrasou...! O que sobra de agradabilidade no Tiago, se espande cada vez mais em você em competência pelo fator registro documental. A matéria está bem escrita, abrangente, detalhada, e cativante. Com certeza o nosso povo saberá muito mais sobre o EncontrArte sem ter que pesquisar 09 anos de tantos papéis e fotos. Valeu!

teatro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
teatro disse...

olá amigos!
O EncontrArte é um evento mais bacana que a nossa baixada possui,esse quinteto de organizadores são fantásticos e competentes em tudo que fazem, eu, meu marido e minha filha somos frequentadores de todos os anos desse espetáculo que é o encontro das artes cênicas.Fico ansiosa esperando o dia chegar para poder correr e ver grandes peças teatrais de qualidades, vale a pena conferir.Parabéns, Éverton, Thiago, Marcelo,Claudina e Fábio Matheus. bjs Rosana Teixeira

Everton disse...

AGRADEÇO A MATÉRIA TUDO D BOM PRA VCS TODOS PRECISAR ESTAREMOS A DISPOSIÇÃO
ÉVERTON MESQUITA ATOR, PRODUTOR, ESTOU COMO DIRETOR DE EVENTOS DO SATED/RJ TRIÊNIO 2010/2013, E AINDA SÓCIO PROPRIETÁRIOS DA CIA. TEATRAL MULTIFACE , PRODUTOR DO ENCONTRARTE DESDE A PRIMEIRA EDIÇÃO ETCCCCCCCCCCCCCCCC
KKKKKKKKKKKKKKKK
FUI GALERAAAAAAAAAAAA

Fábio Mateus disse...

Também fico muito feliz e agradecido com esse texto sensível e bem-escrito da Josy Antunes. Parabéns! Legal ler também a mensagem da Rosana Teixeira, porque percebemos que nosso objetivo está sendo alcançado: levar cultura e teatro aos moradores da Baixada. Grande abraço a todos.
Fábio Mateus ( Produtor do EncontrArte/ Sócio proprietário da Oficina de Idéias/Diretor do
Sated/RJ triênio 2010/2013

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