Atualização dos bibliotecários

terça-feira, 30 de março de 2010

por Marcelle Abreu

Os profissionais de bibliotecas têm um encontro marcado nos dias 12,13 e 14 de abril,das 9h às 15h, no teatro do Espaço Cultural Sylvio Monteiro. É que nesses dias haverá um curso de atualização o ministrado por técnicos da Biblioteca Pública do Rio de Janeiro e da Superintendência do Livro e do Conhecimento do Rio de Janeiro, representada por Vera Saboya. A secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes, e o secretário municipal de Cultura, Marcus Vinícius Faustini, já confirmaram presença no evento.

A fama do desajeitado

por Renato Acácio

Quem circula pelos eventos undergrounds ligados à música, ou cultura em geral, de Nova Iguaçu, ou mesmo do Rio de Janeiro, é bem provável que já tenha ao menos ouvido falar de Robson Gabiru. O artista independente, que ficou conhecido por trazer de volta o samba de breque e traduzir em sua música o espírito do subúrbio carioca com seu bom humor inconfundível, gravou seu primeiro CD no ano passado, com verba do Fundo Municipal de Cultura Escritor Antônio Fraga. Aos 49 anos, todos bem vividos na cidade de Nova Iguaçu, Robson Gabiru, ou simplesmente Gabiru, como prefere ser chamado, está pronto para alçar vôos mais altos e ganhar o mundo. Formado em administração e música, o cantor e produtor só tem um desejo: ser famoso. Segundo o próprio, o apelido vem desde a adolescência e tem muitos significados, tanto em tupi quanto na língua portuguesa. Dentre eles alguns são: rato, bezerro, velhaco e até mesmo sujeito desajeitado, sendo esse último o que Robson mais se identifica e que também, sem dúvida, é o mais compatível com sua aparência.

Entre uma perambulação e outra pela cidade, como uma mistura de Flâneur francês e malandro da Lapa, com direito ao seu inconfundível chapéu e bom humor contagiante, Gabirú arrumou um tempo para “dar um pulo” em uma segunda-feira à tarde no espaço cultural Sylvio Monteiro e me conceder uma entrevista.

Democracia fashion

por Robert Tavares


Cada vez mais blogs e sites saem do mundo virtual e ganham espaço no mundo real. Com o número de visitantes e anunciantes crescendo exacerbadamente, algumas marcas e investidores decidiram apostar nos formadores de opinião virtuais para divulgar e promover o nome de sua marca ou empresa em seus respectivos espaços cybernéticos. É o caso da Imporium, marca carioca de sapatos, bolsas e acessórios que neste fim de semana promoveu um brunch para o lançamento de sua coleção de inverno, e representando suas compradoras, algumas blogueiras da cidade foram convidadas para ver de pertinho as peças da marca.
Além da loja do Shopping Downtown montada para melhor receber-nos, contamos com diversas guloseimas e mimos oferecidos pelo, já citado por aqui, Modices e pela marca.

Paraísos escondidos

segunda-feira, 29 de março de 2010

por Lívia Pereira

Dia de folga, céu azul e pouco dinheiro no bolso. Como se divertir com esses três itens disponíveis? As respostas nos foram dadas por quatro moradores de nossa cidade. Pessoas que encontram lazer a poucos passos de casa e que interpretam “diversão” de maneiras bastante diferente.

A nostalgia de Marina

por Fernando Fonseca

“Sou mediadora no processo de experimentação do mundo das crianças com o audiovisual”, afirma Marina Rosa, estudante de Engenharia de produção e funcionária da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu. Um nome até bonito pra uma profissão, mas o que faria uma mediadora no processo de experimentação do mundo das crianças com o audiovisual?

À primeira vista, é possível associarmos este nome com alguma profissão com relação direta com o mundo infantil no audiovisual, tais como produção de animação ou quem sabe documentários sobre o cotidiano de crianças. E, assim como todas as coisas que surgem na Escola Livre de Cinema fogem da simplicidade e mesmice, claro que um nome exuberante como esse não seria uma exceção. Em explicação sobre seu fabuloso universo de trabalho, Marina diz: “Todo ano temos um tema pra trabalhar com as crianças a partir do território em que vivem. Este ano estamos trabalhando o autorretrato com as crianças.”

 
 
 
 
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