por Dannis Heringer
Certo até no Iraque
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Moda para princesas
por Morgany dos Santos
Existe uma moda chamada Hime Gyaru, aqui traduzida como moda para princesas, já que Hime vem de princesa e Gyaru é um outro estilo que consiste em "mudar" o paradigma oriental. Na prática, isso significa que essa moda tem como objetivo deixar as mulheres daquela região com um ar menos oriental. Os olhos puxadinhos e pequenos, a pele amarelada e o cabelo preto e liso são trocados por cabelos mais claros(não loiros, mas castanhos claro, cobre e afins). Os mesmos cabelos são submetidos a um tratamento de modo que fiquem mais encaracolado nas pontas.
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Sincretismo feminino
por Larissa Leotério
Com pouca luz e muita expectativa , começam a cantar as “Mulheres de Jorge”. Ainda que seja muito parecido com uma ‘releitura’ das “Mulheres de Chico”, as de Jorge estavam para a abertura das festividades anuais da Igreja de São Jorge.
Segundo o padre Davenir, o projeto já era bem antigo, mas só pôde acontecer esse ano por conta de patrocínios. E a espera foi muito válida. O trio composto por Tereza Onã, Cyda Matos e Haoa Afrânio faz um tributo ao santo guerreiro com músicas populares brasileiras. Por conta do seleto repertório, todo o público canta junto músicas como “Líder dos Templários”, “Canto pra Ogum”, “Domingo 23” e “Tava Por Aí”.
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Vitória da divulgação
por Larissa Leotério
“O que vai ser?” Essa pergunta me atazanou a mente por dias. Eu não podia mais ver meus amigos com a imagem contendo a dita pergunta nos seus perfis da rede de relacionamentos Orkut. A cada dia o número aumentava, me deixando muito intrigada. Mordendo os cotovelos de curiosidade.
Acreditem vocês que só de jovens repórteres deste blog que vos comunica, três possuem a imagem! Qual a solução? Perguntar. Falei com um dos colegas repórteres e tive mais ou menos uma solução: tratava-se da mais nova produção cinematográfica de um amigo em comum.
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Lenda do CPU
por Hosana Souza
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Seduzidos pela imagem
por Jéssica Oliveira
Ontem, dia 20 de abril, o Iguacine encerrou sua programação no Espaço Cultural Sylvio Monteiro com a Mostra Bairro-Escola para os alunos das escolas municipais Austregesildo de Ataíde, Herbert Moses, Flor de Liz, Janir Clementino Pereira, Professora Anna Maria Ramalho, Maximiano Ribeiro da Silva, Ivonete dos Santos Alves, Jaceruba e Caíque Coco. Mas além da pipoca e do suco servido a eles, a equipe do Iguacine também lhes reservou uma outra atração, que ficou por conta da compainha de teatro Tapetes Contadores de Histórias, representada pelo ator e contador de histórias Warley Goulart.
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Mais Cultura
por Rodrigo Caetano
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Salve Jorge!
por Mayara Freire e Vinicius Tomas / Fotos por Mayara Freire
Com a Igreja lotada, a historia começa a ser contada por uma trupe mambembe, que introduz e guia historia ao misturar circo, musica e balé interpretados por divertidos personagens. As belas músicas foram interpretadas por um quarteto de violino, violão, percussão e vocais.
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Contrariando expectativas
por Hosana Souza
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Epitáfio
Critica de “O Último Retrato”
por Luz Anna
Samba do crioulo doido
por Lívia Pereira
Crítica Loucura suburbana
Em curtas-metragens de todo o Brasil, no dia 18 de abril de 2010, foi exibido o curta Loucura Suburbana. O documentário dirigido por Felipe Figueiroa retrata um projeto de integração da loucura à sociedade realizado pelo Instituto Nise da Silveira, localizado no Engenho de Dentro, RJ.
Inicialmente a imagem de um bloco de carnaval repleto de loucos saídos de um hospício causa um estranhamento muito grande.
Segundo o diretor do instituto, “a loucura estabelece uma relação de amor e ódio, aversão e fascínio”. É impactante ver fantasiados, alegres e, por que não, “de pé”, pessoas que, segundo a sociedade, são meros indigentes.
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Cinquentona atraente
por Lívia Pereira
Crítica Cinco Vezes Favela
No último dia 18 de abril o III Iguacine exibiu o longa Cinco Vezes Favela 1 (1962). O filme, dividido em cinco episódios, conta com a participação de diretores de peso da primeira geração do cinema novo, como Carlos Diegues, Joaquim Pedro de Andrade e Leon Hirszman.
O filme trata da alienação exercida pela própria cultura popular, abordagem essa que esteve mergulhada no Centro Popular de Cultura (CPC) e na União Nacional dos Estudantes (UNE) através dos ideólogos da época e, de outro lado, da vanguarda dos cineastas responsáveis.
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Iguacine em Síntese e Antítese
por Tuany Rocha
E termina o Iguacine como uma colcha de retalhos ou um mosaico de arte e cultura?
Tivemos rostos consagrados como o de Cacá Diegues e Jorge Duran, e rostos em busca de consagração como o do jovem Ben-Hur, do filme “Sorte”, e de Getúlio Ribeiro com o curta “O que vai ser”, se brincou com Bruno de Oliveira em “A Infância de Margot” e com Elisandro Dalcin e Nélio Spréa em “Brincantes”, se inovou com “Recife Frio” de Kleber Mendonça filho, também nos apaixonamos com o curta “Carreto” de Marília Hughes e Cláudio Marques e até nos surpreendemos com a brandura da arte e beleza em uma nova visão da morte, como em o “Último Retrato”, de Abelardo de Carvalho.
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A noite de premiação
por Tuany Rocha
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Na terra do nunca
por Fernando Fonseca
A beleza do visual, em sincronia perfeita com o áudio, se fez presente hoje no auditório d o Espaço Cultural Sylvio Monteiro, onde mais de duzentos e sessenta alunos da rede municipal de ensino de Nova Iguaçu pôde conferir a Mostra Bairro Escola. Nela, obras de Câmara Cascudo foram transformadas em curtas metragens de animação pelos alunos da Escola Livre de Cinema, juntamente com os alunos da Escola de Música Eletrônica.
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Evolução desmedida
apor Mayara Freire
Faustini- No geral, sou apaixonado por “Recife Frio”, acho um filme contundente, e gosto de “O que vai ser?”.
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‘Vai ser, foi e é’
por Nany Rabello
Na primeira vez que ele subiu ao palco faltaram palavras. Toda a equipe estava eufórica, se abraçando e sorrindo. Ele agradeceu muito e passou o microfone para outros que também desejavam agradecer. Da segunda vez que ele subiu ao palco já não havia nada a dizer. Dessa vez o abraço foi único, coletivo, e as lágrimas rolaram sem medo de tocar o chão. O microfone parou na mão do ator, que contou um pouco da história do grupo. E era nítido que Getúlio Ribeiro não acreditava ter ganhado os dois prêmios de sua categoria com o primeiro trabalho dele e do grupo.
O grupo, que ainda não tem um nome, mas tem a certeza de que não vai mais se separar, contou que se conheceu na Escola Livre de Cinema, de onde foram alunos, e depois de terminado o curso cada um seguiu seu caminho, até que alguns deles se reencontraram por acaso e resolveram ‘recrutar’ os outros para fazer um curta.
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The winner is...
por Vinícius Tomas
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Algumas risadas
por Jefferson Loyola
Crítica Vida de balconista
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Quase natural
por Wanderson Duke
Crítica Vida de balconista
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Trilogia do Cavi: parte III - "O último filme é sempre o melhor"
por Josy Antunes
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E na noite de premiações do III Iguacine...
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Sobre continuar caminhando
1 O que está fora da realidade, que nunca foi realizado no passado nem poderá vir a sê-lo no futuro. 2 Plano ou sonho irrealizável ou de realização num futuro imprevisível; ideal. 3 Fantasia, quimera.
Barbárie : bar.bá.ri.e
1 Estado ou condição de bárbaro. 2 Crueldade, selvageria.
Os significados dizem muito. Parece impossível associar ambas palavras em uma única coisa, mas o cineasta Sílvio Tendler o fez. Mais do que um documentário, o filme é uma aula de história do ponto de vista mais humano possível. Retratos de uma passado trágico, de meados do século vinte até os dias de hoje.
Mortes, guerras, exílios, ditaduras, torturas, memórias que jamais serão apagadas da história do mundo, contadas por quem de fato esteve lá. Um trabalho de uma vida inteira. "Não se faz um filme desse calibre como se pensa fazer um documentário, não é industrial", conta Sílvio no vídeo que precede a história.
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Trilogia do Cavi: parte II - O balconista que virou médico
Cada pequeno episódio narra situações vividas por Mateus, um balconista de locadora que tem por sonho ser cineasta, inspirando-se em Quentin Tarantino, que cursou a mesma trajetória. A única locação utilizada foi a própria Cavideo e o seu proprietário garante: "Tudo que você vê na série é real", diz ele, incluindo o cliente que, certa vez, pediu para "dar umazinha" entre as estantes de filmes. "As pessoas que frequentam aqui são muito doidas, por causa do proprio horário... gente bêbada, gente alternativa, de rock, teatro, dança... De noite aqui virava tipo um boteco, o pessoal chegava, sentava nas cadeirinhas e ficavam bebendo e conversando. Não era uma locadora que o pessoal alugava e ia embora. Era tipo um ponto de encontro, a galera vinha aqui falar de filmes e projetos", conta ele, descrevendo o ambiente e personagens - reais - do filme.
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O monstro da animação
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O que vai ser do mendigo queimado?
por Jefferson Loyola
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Pai do funk
por Luz Anna
De portas abertas para a diversidade cultural, o festival recebeu no seu 4º dia de a presença marcante do produtor Rômulo Costa, secretário de Cultura de Belford Roxo.
O melhor e o pior de um homem
por Wanderson Duque
Como a população é pobre, ele se apodera desse fato para promover sua vingança contra todas as meninas da aldeia, possuindo-as uma a uma. Em troca, o rapaz fornece dinheiro às famílias das meninas, que veem essa troca de favores como fonte de alimento.
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Marca universal
por Vinícius Tomas
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Sotaque mineiro
por Luz Anna
Na primeira noite da Mostra Competitiva Nacional do III Iguacine foi apresentado o curta “Fantasmas”, produzido pela produtora “Filmes de Plástico”, composta pelo diretor e roteirista André Novais de Oliveira e pelos atores e produtores Gabriel Martins e Maurílio Martins, ambos de Belo Horizonte, Minas Gerais.
A história começa com uma conversa jogada fora entre dois amigos e a princípio é uma receita simples. Porém, no decorrer de "Fantasmas", vamos percebendo que a mistura desses ingredientes é que dá o verdadeiro sabor que só uma obsessão pode despertar.
Cansado de esperar
por Mauro Vasconcellos
Escrito e dirigido por Marcley de Aquino e Duarte Dias, “Céu limpo” é um filme que retrata a difícil realidade vivida no agreste nordestino. Leôncio é um típico homem do sertão, desempregado, que vai até a cidade em busca de emprego. Ao voltar para sua casa, discute com a mulher (Chica) por causa de divergências quanto a sua permanência ou não nas condições de precariedade e seca da região onde moram.
O filme apresenta aspectos sociais e culturais fortemente presentes nos costumes dos habitantes dessas regiões do sertão, como por exemplo a casa onde mora o casal, precariamente construída, bem como a forte influência da Igreja na vida da população, que se apega na fé, a fim de superar os problemas decorrentes das péssimas condições de vida.
A indignação, ou o desespero, ou os dois fatores, derivados de todas as dificuldades por que passa o casal, sugerem, em seu desfecho, a falta de esperança e o cansaço de esperar que um milagre aconteça.
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Curta sem intenção
por Jefferson Loyola
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Amizade pra todas as horas da vida
por Tony Prado
O curta relata a história de Carminha Costa, 90 anos, que cuida de sua amiga Inacinha Cabral, 85 anos, que perdeu a fala desde que sofreu um AVC. A amizade das duas, no entanto, tem experiências que jamais serão substituidas em tempo algum e por nenhuma barreira. Para Carminha, sua amiga, que conhece há 60 anos, é seu bem mais precioso. Compartilham histórias desde a mocidade: os romances de juventude, suas músicas favoritas, a melhor festa de São João, o batizado do primeiro filho, que inclusive foi dado à amiga para batismo.
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Frio a 65°
por Jefferson Loyola e Tony Prado
Crítica 65° N
Um brasileiro documentando a memória de pessoas a 65 graus norte, na Islândia. O curta metragem “65° N”, dirigido por Lucas Gerville, mostrou entrevistas de várias pessoas na cidade e dados da vida de cada uma, trazendo a cultura da Islândia, que é muito diferente do nosso maravilhoso calor brasileiro, para as telas do III Iguacine .
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Atitudes extremas
por Mauro Vasconcellos
No decorrer do processo velório/sepultamento, questões sociais e culturais são levantadas pelas personagens, como a descrença no ser humano e os conflitos religiosos por que passam as pessoas que se veem submetidas a todo o tipo de privações, bem como as consequências de tais privações, que levam as personagens a tomarem atitudes extremas.
Um breve relato de um drama que é fruto das más condições de vida no interior do Maranhão, um retrato do cotidiano do sertanejo brasileiro e um final forte e perturbador, além da excelente interpretação de Auro Juriciê (ganhador do prêmio de melhor ator desta edição do IGUACINE) tornam “Vela ao crucificado”, de Frederico Machado, um filme que merece ser apreciado.
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Se roubaram os sonhos, devolveram a esperança
por Marcelle Abreu e Tony Prado
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Ave em extinção
por Marcelle Abreu
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A morte é fotogênica
por Tuany Rocha
Crítica Último Retrato
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Vida que segue
por Nany Rabello
Crítica Sonhos Roubados
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Trilogia do Cavi - parte I: Vivendo pra sétima arte
por Josy Antunes
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O que foi "O que vai ser?"
por Josy Antunes e Larissa Leotério
Entrevista exclusiva concedida ao Cultura NI, com Getulio Ribeiro e Desire Taconi, respectivamente diretor e assistente de direção do curta "O que vai ser", que está concorrendo na Mostra Competiviva Baixada. A esperada premiação acontecerá hoje à noite!
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Sem tempo ruim
por Vinicius Tomas
Crítica Recife Frio
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Um presente de natal
por Fernando Fonseca / Vídeo: Josy Antunes
Natal, um pássaro enjaulado e muitos cigarros: assim é o cotidiano de um Papai Noel solitário, personagem principal do curta metragem 'Rendez-vous'. Seguindo uma vida rotineira, repleta de solidão e álcool, o Papai Noel vê sua vida mudar em uma tarde nada convencional, na qual recebe uma visita de sua amiga e vizinha.
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A Saudade é um Filme Sem Fim
por Dannis Heringer
Quando o Diretor Rafael Almeida foi chamado para o IGUACINE ficou surpreso e bastante feliz, "Não conhecia o Rio de Janeiro, e cai diretamente na Baixada Fluminense, tô adorando, uma experiência formidável". Após seu curta monstrado na amostra competitiva, Rafael de Almeida, conta um pouco como foi sua expectativa sobre seu filme.
O curta conta sobre experiências que ele teve, sendo que de uma forma indireta, não usando de quaisquer forma imagens, videos, que sejam dele ou de sua familia "Na verdade é um curta experimental, conto histórias de outras familias focando em outras experiências que já tive". conta Rafael. As imagens exibidas no curta são de arquivo e de origem desconhecida.
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Sensibilidade e atenção
por Larissa Leotério
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Numa boa
por Lívia Pereira
Crítica Cheirosa
O curta Cheirosa, de Carlos Segundo, foi exibido neste dia 17 de abril de 2010, na Mostra Competitiva do Iguacine. "Era pra ser uma experiência com um adaptador de lentes barato comprado em BH", conta o diretor, que hoje vê sua produção emplacar seu sétimo festival de cinema.
A história mostra a personagem, vivida por Valéria Gianechini, em uma perspectiva de uma mulher que não se deixa aborrecer nem por cantada barata no trânsito. Pelo contrário, a personagem dirige sua Brasília, troca seu pneu e leva numa boa a investida do motoqueiro que encontra pela rua. Mostra-se uma mulher moderna, que vive em meio a seus retoques de maquiagem em pleno trânsito da cidade, que encara a vida, em meio à fumaça, da maneira mais cheirosa possível.
O filme foi feito com poucos recursos. "É isso que o cinema faz através das ideias simples", ele comenta, referindo-se ao muito que pode ser feito diante do tempo "que nem sempre é hábil", à falta de recursos e à habilidade em transformar ideias em algo palpável, que se possa apresentar a um público e ver refletidas nele diversas interpretações de uma ideia inicial que se mostrou hoje através do III Iguacine.
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Bom até embaixo dágua
por Vinícius Tomas
Na tragédia Hamlet, de Shakespere, a personagem de Ofélia morre afogada, em um aparente suicídio. Hoje, na segunda sessão da Mostra Competitiva Nacional, foi exibido "Élliaoff". É um retrato lírico da morte de Ofélia em curtíssimos dois minutos. O filme, dirigido em conjunto por Cecília Retamoza, que atua como Ofélia, Mariah Benaglia e Suellen Brito, responsáveis também pela fotografia, mostra um balé de morte imerso na água. A bela fotografia foca em closes do rosto e partes do corpo de Ofélia, frágil e belo como descrito na peça, e leva a dúvida presente em Hamlet: é uma dança ou um afogamento, um suicídio ou um acidente? Junte a isso a etérea trilha sonora de Erick de Almeida e se tem um belo curta que vai agradar os fãs de Shakespeare. Mas faz falta uma introdução a história, pois o curta se torna restrito aos já iniciados em Hamlet. Sobre a duração do filme, aí vai uma pergunta: quanto tempo é possível ficar sem respirar embaixo d'agua?
Assista o filme : http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=9640
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Caos urbano
por Michele Ribeiro
Dirigido por Marcos Pimentel, com roteiro de Ivan Morales Jr e Marcos Pimentel e produzido por Luana Melgaço, Pólis foi um dos filmes apresentados na segunda sessão da Competitiva Nacional do III Iguacine, nesta tarde-noite de sábado.
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Sobe, Sofia
por Robert Tavares
"Sobe, Sofia" participou do Curta cinema 2009 - Festival Internacional de curtas do Rio de Janeiro, além de ter participado de outros 11 festivais, incluindo um onde Julia recebeu o prêmio de melhor atriz. O curta-metragem tem duração de 15 minutos e seu teaser pode ser visto aqui:
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Organização das cidades
por Wanderson Duque
O termo “Pólis” designa a forma de organização coletiva das antigas cidades gregas, desde o período arcaico até o período clássico. Em contraponto a tal organização destas cidades, Marcos Pimentel nos descortina a insólita cidade construtível-destrutível habitada pelos seres humanos.
Vivendo em constantes fases de aperfeiçoamento, em uma linha contínua de destruição-restauração. Cenas que proporcionam uma reflexão bipolar do foco primordial do diretor, não deixam por se passarem em branco. Fica fácil identificar uma comparação cômica, que também não deixa de ser provocativa: cenas de animais e de seres humanos cuidando de suas aparências. Uma mostra simples do envolvimento social entra animais e seus donos que não fica tão claro assim.
Organização, ações e de costumes são captadas com demasiado ímpeto por Marcos Pimentel. O espectador pode, em algum dos diversos pontos culminantes do filme, participar de alguns dos milhares de personagens que emergem da cidade. Como os trabalhadores na estação ferroviária esperando sua condução ou, quem sabe, o operário que acorda cedo para realizar renovações na imensa pólis urbana.
Um filme provocativo, realista, mas que peca por sua longa duração, mesmo para um curta-metragem. Indo direto ao ponto.
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(In) sanidade
por Joaquim Tavares
Quem nunca se fez perguntas sobre a vida e a sua essência? De onde viemos? Para onde vamos? Qual a verdadeira razão para nossa existência ?
Porém, ninguém consegue achar as respostas para todas essas perguntas e isso é normal... ou não? O que é normal? Para que ser normal? Quem define a normalidade?
O curta 'Vozes' retrata essa vida de dúvidas e indagações vividas por pessoas com transtornos psiquiátricos diversos.
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Eu queria ser meu pai
por Luiz Gabriel
Na animação “Eu queria ser um monstro”, podem-se constatar alguns hábitos típicos de uma criança, como, por exemplo, não gostar de tomar banho e uma imaginação extremamente fértil. O filme mostra o cotidiano de uma criança de Nilópolis, Baixada Fluminense, com bronquite.
O filme é uma declaração de amor do consagrado animador cultural Marcelo Marão, um dos grandes homenageados do III Iguacine, ao universo das crianças.
A obra é uma animação manual,feita por bonecos de massa de modelar, com arame por dentro e látex.
Seus aspectos positivos são a valorização da familia, a forma artesanal como o cenário foi feito e a precisão dos efeitos.
E o negativo é a dublagem, que deixa um pouco a desejar.
É um curta metragem infantil, que contagia os espectadores.
No final do filme, ele pensa e vê que realmente ele não quer ser como antes (um monstro com várias formas) e sim ser como seu ídolo: seu pai.
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Vinte minutos de autonomia
por Joaquim Tavares
Que coisa maravilhosa é a brincadeira, ainda mais quando é vista pelos olhos da criança. É disso que fala o curta 'Brincantes', dirigido por Nélio Spréa e Elisandro Dalcin.
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Sonho em verde e vermelho
Vitor Lopes, que atuou no papel principal, como o personagem Pierre, contou um para nós sobre o filme e sobre sua visão do cinema na Baixada. Confira!
vitor lopes - O que vai ser? from Cultura NI on Vimeo.
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Novidades
por Jefferson Loyola e Mayara Freire
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Presidência embaçada
por Jefferson Loyola
Revolta por não usar óculos, que em sua opinião é um acessório indispensável para quem deseja ser presidente: essa é a essência do curta-metragem “O presidente”, que está concorrendo na Mostra Competitiva Nacional nesta terceira edição do Iguacine. Com direção de Luiza Favale, o curta tem como protagonista um menino que tem seus olhos sadios e que sonha em ser o Presidente dos Estados Unidos. O menino é Victor, que mora com sua mãe, que, por ser mãe solteira, deixa-o com a vizinha para trabalhar.
“Mãe, me leva para um outro oculista”. Essa é uma das frases iniciais do personagem Victor no filme, inconformado com o resultado do oftamologista ao qual acabara de ir, e de tantos outros que já fora. Nos 13 minutos desta ficção, o menino passa a maior parte do tempo com um par de óculos. Sua mãe, além de se ocupar com o sustento de seu filho, também vive uma intensa relação amorosa com um morador do mesmo condomínio onde mora.
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O que que o Iguacine tem
por Rodrigo Caetano
Ontem foi o segundo dia do III IGUACINE no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, no Centro de Nova Iguaçu. Além da Mostra Bairro Escola, houve a Mostra Baixada e a exibição do musical “Alô, alô, carnaval!”, uma produção de Adhemar Gonzaga de 1936 restaurada recentemente.
Esse musical é protaganizado por grandes atores da era de ouro do rádio brasileiro, dentre eles a grandiosa Carmen Miranda, que começou a ficar conhecida a partir desse filme. Posteriormente, a Pequena Notável se mudou para os Estados Unidos e começou a ser a grande divulgadora da cultura brasileira através de seus filmes e canções.
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Fazendo moda
por Robert Tavares
O intuito de Claudia desde o início é gerar renda para as moradoras locais através do trabalho manual e delicado que pode ser visto em suas peças.
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