por Leandro Oliveira de Aguiar
Indolência Tropical
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Vem no passinho...
por Leandro Oliveira e Pedro Felipe Araújo
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Novos tempos
por Leandro Oliveira
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Cheiro de lembranças
por Leandro Oliveira
Inclusão, respeito e novas experiências em nova Iguaçu marcaram o dia 22 de agosto no Espaço Cultural Silvio Monteiro. A jornada iniciou com sucesso a Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla e de forma inovadora realizou uma espécie de experiência com os sentidos com a prazerosa colaboração de todo presentes. “Gostei muito. É bom poder fazer coisas novas”, conta Gabriel Santos Ribeiro, que possui síndrome de down
Na contramão
por Leandro Oliveira
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Pregação X Proibição
por Leandro Oliveira
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Tradições ao vento
por Leandro Oliveira
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Rodas de protesto
por Leandro Oliveira
Alguns praticantes insistem que a perseguição beira à implicância como conta o grafiteiro Daniel Mesquita. “Existe um vídeo na internet em que um policial militar esqueceu de ir atrás de uma assaltante para ir atrás de um skatista”, conta o jovem que participou dos protesto em 2007 e 2008. “A mulher e todos que estavam ali ficaram atônitos”, afirma com indignação.
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Sensibilidade do gatinho
por Leandro Oliveira de Aguiar
A adversidade começa com a árdua tarefa de conseguir o diagnóstico, pois a popularização da enfermidade é relativamente nova e não são todos os profissionais da saúde que compreendem o suficiente para dar um parecer final. Afinal, muitas vezes a palavra autismo pode ser usada jocosamente, generalizando muitos graus de algum empecilho intelectual.
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Lições do quintal
por Leandro Oliveira de Aguiar
O que vem à cabeça quando pensamos na tradicionalíssima cena de um professor à frente de um quadro-negro divagando durante horas? Se para os mais velhos essa memória ainda causa bocejos, para toda uma geração de jovens não significa mais nada do que um sistema arcaico. Difícil não encontrar um jovem que não reclame e acabe tendo que engolir a seco a fórmula “cuspe e giz” nas salas de aula. Mas se tal prática já é tida como obsoleta pela maioria dos pedagogos, a triste realidade pelo país é que a metodologia continua sendo a mais utilizada.
Se para muitos conseguir revolucionar a educação é apenas um sonho de alguns aventureiros, para tantos outros basta um pouco de vontade e coragem para obter resultados. Ainda mais quando se enxerga o problema não como uma simples questão de didática e sim como uma tática de guerra para vencer a apatia e a fábrica de notas baixas em alguns colégios.
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Filas da esperança
por Leandro Oliveira de Aguiar
Certas coisas na vida são verdades inexoráveis. Não importando a classe social, credo ou religião em uma fila sempre existirá mães gritando com seus filhos para que parem de fazer bagunça. Foi o que mais se via no evento que ocorreu pela manha do último sábado, quando a Secretaria de Educação de Nova Iguaçu promoveu uma ação social no Colégio Monteiro Lobato com diversas atrações e serviços públicos. Nas filas para aplicação de flúor, com suas respectivas mães, filhos e gritos contavam pequenas histórias que não passaram despercebidas.
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Amargo regresso
por Leandro Oliveira de Aguiar
Pegue os jovens fascinados pela micareta, somados ao funk desbocado e isso multiplicado pelas músicas eletrônicas. Tudo isso elevado à enésima potência pelas “ficadas” sem compromisso. Pela lógica, a nova geração seria de longe a que mais torceria o nariz para a tal caretice chamada casamento. Todavia, segundo os dados do IBGE, o número de matrimônios aumentou, principalmente entre os jovens.
Entre as mulheres, a união acontece em sua maior parte no grupo de 20 a 24 anos (29,7‰) e entre os homens se concentra na faixa etária dos 25 a 29 anos (28,4‰).O que mais surpreende nessas informações é que está profundamente enraizada nos jovens a ideia do casamento interligado a uma espécie de “game over“ para a felicidade.
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A luz no fim do túnel
por Leandro Oliveira de Aguiar
Qual cidadão não sonha ou já sonhou em tirar a carteira de motorista? Afinal, sempre cultivamos a imagem de poder sentir o vento da estrada em nosso rosto, assim como nos filmes hollywoodianos que invejamos por uma vida inteira. Tentar reduzir o tamanho da cidade, outrora enorme e cansativa, acaba sendo uma doce tentação. "Passei minha vida toda andando de ônibus e tendo que me virar com transporte público", desabafa o estudante de direito Rafael Vieira, 22 anos, que conseguiu sua carteira na primeira tentativa. Ainda bem. Porque ele quer mais do que tirar uma onda pilotando. "Cansei."
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Quem tem um sonho não dança
por Leandro Oliveira de Aguiar
O sonho é uma palavra que possui significados distintos, porém é sempre um substantivo que nos remete a algo longe, inalcançável. ”Quem nunca sonhou em ser um jogador de futebol?", pergunta uma famosa música do grupo Skank. Para inúmeros jovens, é um doce momento de devaneio para esquecer as injustiças de nosso país, que cultiva as maiores desigualdades sociais ao mesmo tempo que se autointitula o “pais do futebol”, ingredientes perfeitos para encher o mercado europeu e mundial de craques.
Estádios lotados, torcidas ensandecidas, glamour, fama e mulheres bonitas! Realmente mexem com a cabeça de qualquer mortal , mas o caminho para chegar a esse glamour não é nada fácil e esconde uma verdadeira maratona de sangue, suor e lágrimas. As famosas peneiras são um exemplo do tortuoso caminho, pois nada mais são do que um processo seletivo em que os clubes de futebol de maior ou menor porte organizam jogos e testes para descobrir novos talentos para as chamadas categorais de base.
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Claustrofobia
por Leandro Oliveira de Aguiar
Os cariocas amantes do futebol que estão acostumados com os jogos imemoriais no Maracanã hoje têm de se adaptar a uma nova realidade no Engenhão, nome popular do estádio João Havelange, localizado no bairro Engenho de Dentro, na Zona Norte carioca e que ainda sofre alguma resistência de alguns torcedores. A impressão é que sempre falta alguma coisa, incluindo transportes públicos e segurança no seu entorno. ”Eu morro em Jacarepaguá e para mim fica difícil vir aos jogos, principalmente quando são no meio de semana e à noite“, diz Ruan Queiroz, torcedor vascaíno que trabalha como vendedor, que só vê seu time jogar nos fins de semana.
Construído para os jogos Pan-Americanos de 2007, o estádio poliesportivo é um ponto estratégico para os jogos olímpicos no Rio de Janeiro. Projetado com áreas bem delimitadas e sem zonas mistas para as torcidas, o Engenhão acabou com o velho costume do torcedor de ir com um amigo ou namorada de times rivais. Quem planeja esse tipo de aventura deve se sacrificar e assistir à eventual partida na zona rival. Tricolor desde que me entendo por gente, passei por uma situação um tanto tensa no último domingo, quando fui ver o jogo contra o Vasco no último domingo com minha namorada. "Vamos ver o jogo juntos", desafiou ela.
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A esperteza do João Grilo
por Leandro Oliveira de Aguiar
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Jogados às feras
por Leandro Oliveira de Aguiar
Com o Governo Lula, novas perspectivas se abriram. Cerca de 30 milhões de brasileiros atravessaram a linha da pobreza e entraram teoricamente na classe media - pelo menos é o que garante o marketing do governo recém-findo. O aumento no poder de compra dinamizou o mercado e a economia, catapultando a popularidade que o ex-presidente já amealhara com seu carisma. Os antigos paradigmas foram sendo um a um desfeitos e nas periferias mais distantes surgiram diferentes experiências.
Antes os jovens, principalmente os da periferia, eram relegados a uma cena secundária. Um dos emblemas disso foi a entrada em massa nas universidades, um lugar que até antes da política de cotas era um monopólio das elites até a década de 1990, quando o plano real começou a desenhar um novo país.
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Toque de Midas
por Leandro Oliveira de Aguiar
O projeto das UPPs é o atual toque de Midas do Rio de Janeiro, com uma aparente paz imediata para as comunidades em que é implantado. A repercussão de anos de domínio do tráfico e negligência do estado nas comunidades favelas terminou de forma cinematográfica e a mídia agora explora de forma sensacionalista. Mas os questionamentos são tão rapidamente levantados quanto as imagens dos traficantes fugindo na Vila Cruzeiro em tempo real, que deixaram todos perplexos. Anos de domínio do poder paralelo ruindo em apenas uma tarde?
Seria benéfico ou não a ocupação policial do jeito que está sendo feita? Não é possível negar que o tráfico tal como era conhecido, com armas pesadas e uma tímida presença do Estado, acabou. Não é à toa que os preços das seguradoras de carro despencaram. A sensação de segurança de que as classes média e alta que moram no entorno das comunidades contempladas com UPP já se reflete no preço dos aluguéis, que deram um grande salto.
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Pipoca com macarronada
por Leandro Oliveira
De sexta para sábado (28/29 de janeiro), o Espaço Cultural Donana, em Belford Roxo, promoveu a primeira virada cinematográfica de sua história com a exibição da trilogia de O poderoso chefão, de Francis Ford Coppola. Nos intervalos, o público descansava a cabeça com o músico Vagner Vieira e uma macarronada muito bem bolada, apropriadíssima para uma noite de calor intenso como aquela e para quem estava se entretendo com filmes em torno dos Corleones, uma família da máfia siciliana. A partir de março, haverá um viradão por mês.
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M2HBF
por Leandro Oliveira de Aguiar
Mais conhecido como M2HBF, o grupo que está ocupando as dependências do MAB foi criado na Rocinha na década de 1990. Problemas políticos obrigaram o grupo a pedir exílio na Baixada. “Eu morava em Austin e ia pra Rocinha dar aula de dança hip hop", lembra Genaro Pedro, quase uma lenda para os meninos que atualmente frequentam o projeto. "As coisas começaram a ficar politizadas demais, tinha muita gente de olho e até no nome implicaram, como se fosse uma propriedade da comunidade da Rocinha." Genaro começou a achar injusto ir para a Rocinha quando tinha muito o que fazer pela sua própria comunidade.
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