por Joaquim Tavares (colaboração: Nathália Moreira)
Inclusão mediana
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De 2 a 7 de setembro
por Joaquim Tavares
Pelos quatro cantos de Nova Iguaçu, por exemplo, diversas mobilizações ocorreram celebrando a independência do nosso país e propagando o nacionalismo brasileiro, alvo ímpar em todo o mundo. Desde a Prefeitura, que fica no Centro de Nova Iguaçu, até as ruas de muitos bairros, como Rancho Novo e Tinguá, um mutirão de pessoas é envolvido por esse “mar” de comemorações.
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Pânico nos trilhos
por Joaquim Tavares
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Criando criadores
por Joaquim Tavares
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Quando eu crescer...
por Joaquim Tavares
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Quem quer ser um pedagogo?
por Joaquim Tavares
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Prazer, Cultura
por Joaquim Tavares
Olá a todos! Muito prazer, me chamo Cultura. Muitos me conhecem por vários de meus apelidos: esporte, música, dança, culinária, teatro, cinema... Aqui no Brasil tenho mais alguns desdobramentos e ainda sou conhecida como carnaval, futebol, capoeira, feijoada, samba, funk, e por aí vai.
O que muitos não sabem é que eu estou em todos os lugares e, na verdade, sou tudo. Tenho muito carinho por todos que me fazem e, ao mesmo tempo, são feitos por mim. Estou presente tanto nos lugares de mais requinte quanto nas ruas por onde pés descalços caminham. Não faço fronteira alguma, ando daqui pra lá e de lá pra cá. Não tenho preconceitos. Sou todos esses ao mesmo tempo.
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Presente que fica
por Joaquim Tavares
O Dia de São Valentim fez uma visita ao Brasil e resolveu ficar para sempre. Porém, mudou um pouco o seu visual, trocou de nome e de data. Nada mais justo para a adaptação! Antes comemorado no dia 14 de Fevereiro pela “gringaria”, agora, respondendo pelo nome de Dia dos Namorados, é celebrado no Brasil no dia 12 de Junho. A data antecede o Dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro. O amor fica em evidência como tema de lojas e propagandas. O comércio também ama esse período.
É fácil ver a relação do Dia dos Namorados com o comércio. Sua própria vinda para o país tinha essa finalidade. No entanto, a intenção aqui não é debater o real sentido do Dia dos Namorados, o que é o verdadeiro amor ou nada assim. O olhar se volta para uma única coisa: os presentes.
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Sorriso algemado
por Joaquim Tavares
Os aparelhos odontológicos, comumente chamados apenas de “aparelhos”, são razoavelmente novos no Brasil. Não se tem uma data muito específica, mas foi por volta da década de 60 do século passado que eles começaram a aparecer na boca da boa classe média dos grandes centros urbanos.
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A reinvenção da escola
por Joaquim Tavares Júnior

Em Portugal, mais precisamente em Vila das Aves, a cerca de 30 km da cidade do Porto, localiza-se uma curiosa escola: a Escola da Ponte. Para quem nunca ouviu falar, vale um pequeno resumo de sua história. A Escola da Ponte é uma escola pública que sempre recebeu alunos muito “problemáticos”. Com resultados desastrosos, José Pacheco, o diretor, resolve repensá-la e em 1976 inicia-se o processo de autonomia curricular que é a marca da escola (ela é a única no mundo que alcançou este marco). A partir daí, mudanças ditas como impossíveis aconteceram e uma série de fatores levou a Escola da Ponte a se tornar referência, incluindo os resultados alcançados por seus alunos, que estão entre os melhores do país.
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Já?
por Joaquim Tavares
O mundo do futebol é algo bem incomum e vive das suas próprias particularidades. Quando se pensa o que é uma carreira extremamente vitoriosa e cheia de conquistas dentro desse meio, estamos falando de no máximo 20 anos de prática, o que é muito pouco. Qual outra carreira teria uma bagagem parecida com essa? Um professor, por exemplo, precisa de muito mais que isso para poder se aposentar. E, quando se trata de aposentadoria de jogadores, as particularidades continuam.
Grandes nomes desse esporte desfilaram no gramado durante vários anos. Escreveram seus nomes na história e se fizeram muito conhecidos dentro de um tempo relativamente pequeno. No entanto, isso não acontece com todo mundo. Existem aqueles que mal são reconhecidos nas esquinas e se veem obrigados a parar. É nesse lado ‘esquecido’ que surge um ponto muito negativo do futebol. Aquele onde para um fazer sucesso e despontar, outros quinhentos têm a difícil tarefa de se afastarem de seu sonho.
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O desafio do chuveiro
por Joaquim Tavares
Era uma vez um menino, que já se dizia homem crescido, chamado Fernando, mais conhecido como Fernandinho. Ele era um rapaz muito maduro e independente, pelo menos ele achava isso. Gostava de fazer tudo por conta própria e era dono de sua própria vida, assim pensava.
Nosso garoto estava se dando muitíssimo bem na vida: cursava uma boa faculdade, que, além de pública, lhe dava uma bolsa. Paralelamente ao sucesso acadêmico, Fernandinho dava seus primeiros passos profissionais. “O emprego não era nenhuma Brastemp, mas dava para o gasto”, conta Fernando Fonseca.
A sua família era muito orgulhosa de tudo que ele fazia e o estimulava sempre a crescer ainda mais, sobretudo seu pai e sua mãe. Davam todo o apoio de que ele precisava, mas eventuais brigas e discussões eram inevitáveis. Fernandinho era teimoso ao extremo e dificilmente dava o braço a torcer quando errava. Lutava por sua ‘liberdade’ e queria que seus pais não enchesse tanto seu saco! “Eu me sentia uma criança quando eles me pediam satisfação da hora que ia voltar, com quem ia sair”, desabafa.
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Memórias da Francisco Carlos
por Joaquim Tavares
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O bom veterano
por Joaquim Tavares
O que lembra a volta às aulas quando o cenário são as universidades? Sim, o trote universitário!
O trote é um momento único na vida do estreante na faculdade, o famoso ‘calouro’. Esse momento mistura divertimento, descontração, entusiasmo e, às vezes, alguns problemas.
São muitas as histórias que mostram atitudes desprezíveis em trotes por todo o país. Algumas localidades estão mais em evidência quando o assunto é esse tipo de problema, como São Paulo. Chega-se a pensar que todo trote é um absurdo, por conta de tudo que já foi visto em alguns casos mostrados por todo o país. No entanto, é um erro muito grande generalizar a situação.
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Cidade de Lego
por Joaquim Tavares
Quem já foi a Brasília sabe como é a cidade: tem um clima muito seco nos dois sentidos, o que torna a cidade muito quente pela manhã e muito fria pela noite, além de muito séria também. Chega a dar a impressão de que podemos ser presos a qualquer momento, o que não é verdade; os políticos vivem por lá, fazem o que bem entendem e nada disso acontece. Resumindo, Brasília é uma cidade criada cuidadosamente para ser perfeitamente medíocre – parece que aquilo foi feito para não ser habitado por gente e sim por robôs; dá raiva tanta perfeição e falta aquele toque simples. Olhando para Brasília, lembramos uma cidade de Lego.
Dentro desse cenário um tanto quanto ‘certinho’ aconteceu o 30º ENEPE [Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia], realizado na UnB. Esse encontro tem como objetivo a discussão e o debate de temas relacionados à educação e à sociedade, porém não é só isso.
Um encontro de estudantes sempre envolve um universo à parte por trás de tudo. Nele, abre-se espaço para os reais interesses dos jovens envolvidos no evento, e essa é a grande ironia da história: Brasília, um lugar feito para ser ‘correto’ nos seus mínimos detalhes, ganha um ar de explosão de uma hora para outra.
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Vida da biblioteca
por Joaquim Tavares
Hoje, no teatro do Espaço Cultural Sylvio Monteiro, às 11 horas da manhã, houve a apresentação de uma pesquisa sobre a Biblioteca Central Professor Cial Brito. Realizada pelos jovens da Escola de Pesquisadores de Nova Iguaçu, tinha como objetivo observar e analisar o dia-a-dia do lugar.
“Essa pesquisa serviu para fazermos um monitoramento do funcionamento da biblioteca. Fizemos um estudo piloto sobre a ‘vida’ dessa biblioteca, que é um referencial aqui em Nova Iguaçu", conta a antropóloga paulista Marcella Camargo, coordenadora do projeto.
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Copa do Mundo portátil
por Joaquim Tavares
Depois que você começa não quer parar mais, é viciante!’, diz Antonio Carlos Pimenta, de 24 anos, colecionador do álbum de figurinhas da Copa do Mundo 2010. Marcadores: Joaquim Tavares, Mainstream
Made in Nova Iguaçu
por Joaquim Tavares
Mario Sergio tem 24 anos, é natural de Corumbá, pequeno bairro de Nova Iguaçu. Morou também por muito tempo na Califórnia, ainda no mesmo município. Passou toda a sua vida na Baixada Fluminense. Estudou no colégio Olavo Bilac e lá concluiu o Ensino Médio. Serviu o Exército durante 3 anos, fazendo parte do time de futebol interno. Ao se desligar das Forças Armadas, entrou na faculdade de Educação Física, mas ficou só no início mesmo; trancou a matrícula ainda no primeiro semestre. Motivo: uma oportunidade incomum.
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Campeões do mundo
por Joaquim Tavares
Nascida em 1930, a Copa do Mundo é um evento único, não comparado a nenhum outro. Ainda que as Olimpíadas tenham grande repercussão mundial, o brilho da Copa não é ofuscado por nada. Leva-se em consideração, ainda, que a Copa do Mundo é baseada em cima da prática de um único esporte, o futebol, enquanto nas Olimpíadas atualmente são disputadas mais de 30 modalidades esportivas.
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Mercado único
por Joaquim Tavares
‘Olha o amendoim!’, ‘Alô bala!’, ‘3 por R$ 1’,’É água que mata a sede!’, ‘Bananada é 10!’, ‘Olha o picolé!’. Essas e muitas outras frases são ouvidas aos montes dentro dos trens. Desde Japeri à Central é um festival de anúncios, quase que sincronizados e ensaiados, se tornando uma sinfonia.
São poucos os que moram no Rio, principalmente na Baixada, e não andaram de trem pelo menos uma vez na vida. E são menos ainda os que já andaram e nunca compraram nada de nenhum camelô que parece passear entre os vagões, como se estivesse andando num corredor bem ladrilhado.
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