por Hosana Souza
Há nove anos, a comunidade de Corumbá se organizou para tornar pública sua indignação com o poder público, pois seus moradores sequer contavam com uma escola municipal para alfabetizar suas crianças. “Organizamos manifestações, abaixo-assinados, levantamos a bandeira que infelizmente está estendida até hoje, já que a prefeitura ainda não resolveu essa situação”, conta Ezequias Alcântara. “Nesse mesmo período, então, criamos turmas de alfabetização, e também, projetos de incentivo aos jovens que eram analfabetos funcionais”, completa. Essa é a origem da Fundação Pé de Moleque, que hoje gerencia pontinhos de cultura nas escolas municipais de segundo segmento.
Multiplicação dos pontinhos
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Marketing ambulante
por Michele Ribeiro e Wanderson Duque
Há pouco tempo, mercadorias expostas pelos vendedores ambulantes eram sinônimo de qualidade duvidosa e risco para os eletrodomésticos, além, é claro , de virem embaladas com o rótulo de atividade criminosa. Nem todos esses fatores sofreram maiores alterações. Tampouco a mudança na concepção das pessoas que ainda acreditam se tratar de uma atividade que alimenta o crime organizado. Mas a sofisticação dos meios de produção, compra e comercialização acabou chegando nesse nosso conhecido "comércio alternativo".
Vendedores ambulantes – mais conhecidos como camelôs - vêm se utilizando de diversas tecnologias que facilitam a compra e revenda de suas mercadorias. "Dvds,Cds, tênis, chinelos, roupas. Tenho mercadoria para todos os gostos", diz "X", que prefere não se identificar. As possibilidades, segundo ele, são inúmeras. "Tem comprador, conhecido meu ou de algum outro amigo, a quem faço até financiamento, acredita?".
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Quintal Chic

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