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Produzindo sonhos

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

por Dannis Heringer


Quem nunca se imaginou sendo o Andy Warhol? Ou talvez o Teddy Parker? Ou mais, o George Martin? Pois, bem eu já me imaginei sendo tudo isso, consciente que para tanto eu precise trabalhar completamente em cima dos meu objetivos, o que envolve apenas uma palavra: música. 

Sei que essa profissão requer cuidado e muito sacrifício da minha parte pois, para chegar onde eu quero preciso ser reconhecida pelas coisas que fiz. Um produtor não é reconhecido em dois anos, para ser dessa profissão requer paciência e isto é algo que ocupa o primeiro lugar da minha lista. No Brasil este tipo de profissão está quase que acabada, existe apenas uma faculdade para isso e em suma, cursos.

Meu nome é Dannis Heringer e eu sou Produtora Musical. Ou pelo menos tento ser. Minha história nesse meio artístico começou graças a um convite para produzir um evento. Na época eu nem sabia o que era isso, pois via meu futuro de outra maneira: sentada em uma cadeira e análisando autos.

Estranhos na selva

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

por Dannis Heringer e Dandara Guerra



Algumas bandas de rock estão surgindo no cenário musical da Baixada Fluminense, mas nem todas têm uma chance de assinar contrato com uma grande gravadora. Marcelo Peregrino e Rodrigo Batata, assim resolveram juntos criar um selo e serem produtores musicais dessa grande massa. A primeira experiência como Produtores Musicais dessa dupla se consolidou graças ao convite que os mesmo fizeram a banda “Gente Estranha no Jardim”, uma banda que vem tirando o fôlego de seus fãs e levando a galera ao delírio. Essa experiência vai resultar no primeiro cujo lançamento está previsto para o final de outubro.

O produtor da banda, Marcelo Peregrino garante que o que não falta na banda é talento, " Quero ver esses caras tocando em tudo o que é lugar", afirma Peregrino. A banda tem um “Q”, o que deixam todos muito animados, já que o público está sempre correspondendo com o emocional, "Eles pedem músicas, cantam junto, estão em qualquer lugar que a banda esteja - Espaço do Rock, Cineclube Buraco do Getúlio e o Putz Grila - onde os músicos tem tocado bastante."

A ideia de gravar um CD da banda nasceu do sonho de trazer um conhecimento maior para as pessoas sobre essa banda talentosa e esse som tropicalista. A gravação começou agora no mês de Agosto e termina em meados de Outubro. Nesse momento a banda entra em "recesso" e não fecha nenhum show nesses meses. Peregrino acredita também que sua maior expectativa é que "friozinho" e "Roberto" sejam as músicas de estouro.

A expectativa dos estranhos em relação ao seu primeiro CD é que seja algo muito bom, pois a banda acredita no que faz. "Nós estamos saindo de um patamar de amadores para entrarmos em outra fase, isso tudo contando com o apoio do Peregrino e do Batata", afirma Jonathan Vieira - Baixista.

Rock in Nova Iguaçu

terça-feira, 19 de julho de 2011

por Dannis Heringer 

 

Com a cena musical da Baixada Fluminense a todo vapor, o Espaço Cultural Sylvio Monteiro terá a terceira edição  do Espaço do Rock , evento que agitará Nova Iguaçu entre os dias 27  e 31 de Julho. Com realização da Seis Cabeça Produções, o evento contará com exposição fotográfica,   mostra de filmes e  apresentação de vinte e quatro bandas alternativas.                              

Não, o nome da produtora não está errado. "Se escreve no singular, para ter a definição de monstro, é um coletivo onde todos têm a mesma cabeça." conta Yuri Chamusca, agitador cultural do grupo.  A Seis Cabeça produções é um grupo de  produtores  culturais que teve início no ano de 2007, em Nova Iguaçu, quando  Chamusca trabalhava no Espaço Cultural com Thaís Santos,  Leonardo Bazílio e Marcelo Farias. A proposta inicial era fazer um show da banda do Farias, no decorrer da produção,  eis que surge a grande idéia:  A de fazer um Festival. Já que fazer um show  o grupo  teria muitos gastos. Mesmo com tantas dificuldades para lançar um Festival na cidade, o grupo se uniu e levou o projeto adiante.

A deconstrução da conselheira

sexta-feira, 20 de maio de 2011

por Dannis Heringer


“A eleição da Mayara Freire é uma consolidação do trabalho que estamos fazendo há três anos, todo ele feito no sentido de empoderar a juventude”, disse o escritor e jornalista Julio Ludemir, coordenador do projeto Jovem Repórter. Foi desse projeto que a jornalista e estilista Mayara Freire, uma moradora de Cabuçu de 23 anos, saiu para se tornar uma das cinco representantes da cultura no Conselho Municipal de Cultura de Nova Iguaçu.

A jornalista e estilista tem uma opinião semelhante à de seu ex-chefe. “Acho que minha eleição foi histórica”, afirma ela, que depois de se formar no ano passado está fazendo um curso técnico de computação gráfica. “Ver a juventude tendo voz me devolveu a minha crença na democracia”, diz ela, que nunca se viu como uma ativista cultural, mas sempre discutiu com seus amigos de geração, figuras obrigatórias nos eventos promovidos no Espaço de Cultura Sylvio Monteiro, principalmente as badaladas exibições do Cine-clube Buraco do Getúlio.

Afago tipo exportação

quinta-feira, 19 de maio de 2011

por Dannis Heringer e Larissa Leotério



O cenário musical da Baixada Fluminense não para mesmo de despertar o interesse dos mais diversos artistas do Rio de Janeiro. Exemplo disso é a banda carioca Tipo Uísque, que com apenas dois anos de existência conseguiu ter uma de suas faixas incluídas na trilha sonora da "Malhação". Mesmo com a publicidade trazida por meio do seriado teen, a banda não desvia o foco de se apresentar na Baixada Fluminense.

Apesar de não ter integrantes no local e nem muitos vínculos, eventos como a bienal "Espaço do Rock", que deverá acontecer em julho, chamam a atenção dos produtores e artistas cariocas. A banda, formada por Pin Böner, Aline Lessa, Larissa Conforto, Joana Cid, Gabriel Salazar e Gabriel Ventura, está negociando sua participação no "Espaço do Rock" com os produtores do evento.

O underground nunca vai morrer

sexta-feira, 1 de abril de 2011

por Dannis Heringer

Está na cara que os pernambucanos Keops e Raony são de longe a cara do novo rock no Rio de Janeiro, cidade na qual passaram a morar depois de uma passagem por São Paulo. Mas são poucas as pessoas que sabem que o primeiro contato com música se deu por intermédio da banda de Dudu Valle, um dos seis integrantes da banda Medulla. “Uma das minhas grandes inspirações quando toquei meu acorde foi o Dudu”, admite o vocalista da banda, que tem 23 anos. A convivência com artistas que tocavam a música da antiga banda de Dudu no rádio deixou-o cheio de esperanças.
Um dos maiores fenômenos da cena underground, a formação do Medulla teve como epicentro o estúdio que o Dudu tinha na Tijuca, também frequentado pelo baixista Rodrigo DaSilva, que na época tocava em uma banda de bossa e trabalhava com produção cultural. O guitarrista Alan Lopez estava sempre presente nos ensaios e na corrida da banda antes mesmo do primeiro CD lançado pela Sony/BMG. Já o baterista Daniel Martins tinha feito parte de uma banda quando os gêmeos eram pivetes.

Calçadão alternativo

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

por Dannis Heringer,  Larissa Leotério e Leandro Oliveira

Como de costume, segunda-feira foi o dia de decidir as pautas e, esta semana, o assunto é o Calçadão de Nova Iguaçu. Alguns Jovens Repórteres já haviam passado por lá no mesmo dia, mas, ao voltarmos juntos, encontramos alguns personagens que passavam, geralmente, despercebidos, bem como algumas cenas e até mesmo reclamações constantes. Dividimos o trabalho e, animados, partimos para a luta.

Procurando por lojas da cena underground, chegamos à Alternative Mind. Uma loja pequena em uma galeria, porém com quantidade significativa de CDs para qualquer gosto, desde os mais famosos, como por exemplo Nirvana, até aqueles não tão procurados.

Tribos delirantes

sexta-feira, 23 de julho de 2010

por Dannis Heringer

A artista multimídia Amanda Nevark, 21 anos, conheceu a Geração Delírio através do amigo Emerson de Souza, o Tchatcho, um dos principais organizadores dos eventos na Lapa que deram fama a esses jovens artistas da Baixada. São muitas as noitadas que marcaram a sua vida, mas nenhuma delas supera a roda punk formada no cabaré Beijoca na qual ela estava cantando alucinadamente uma música da Colômbia Coffee. “Me empurraram e eu caí de joelhos em cima do palco”, conta Nevark, cuja banda predileta, no entanto, é a Sofiapop, principalmente quando canta “Linda e Atormentada”.

Família delírio

quinta-feira, 22 de julho de 2010

por Dannis Heringer
Mais uma vez, publiquei uma matéria sobre a Geração Delírio, dessa vez sobre seu início. E mais uma vez o blog bombou, recebendo uma chuva de comentários. Resolvi então conversar com essa rapaziada, com a qual me identifico. O primeiro deles foi Vinicius Farias, um ex-funcionário público de 21 anos que ouviu falar desse movimento cultural-existencial por intermédio do Paulinho da Sofiapop. Descobriu depois que a Geração Delírio é a mãe de todas as tribos da Baixada e que tinha muitos amigos que se identificavam com esse movimento.

culturani Como você conheceu a Geração Delírio?
Vinicius Farias – Para ser honesto, eu conheci vários “membros” da Geração Delírio ao longo das minhas voltas pelo Rio de Janeiro, porém muito mais na Baixada, Nova Iguaçu e Lapa. Mas a primeira vez que ouvi o termo Geração Delírio foi um tanto surreal. Certo dia, numa roda de conversa, o Paulinho da Sofiapop disse para um amigo: “Esse aqui é o Night, muvucador da Geração Delírio pela Baixada.”  E depois fui descobrindo que muitos amigos meus eram da Geração.

culturani Qual a banda que você mais se identifica?
Vinicius Farias Acho que a Sofiapop, tanto pela amizade quanto pelo fato de que me identifico muito com as letras das músicas. Mas acho que todas as bandas são excelentes e curti muito todos os shows que fui.

Tribo urbana

sexta-feira, 16 de julho de 2010

por Dannis Heringer

As tribos urbanas (ou metropolitanas ou regionais) são constituídas de microgrupos que têm como objetivo principal estabelecer redes de amigos com base em interesses comuns. Essas agregações apresentam uma conformidade de pensamentos, hábitos e maneiras de se vestir. Um exemplo conhecido de tribo urbana são os punks. Segundo Michel Maffesoli, o fenômeno das tribos urbanas se constitui nas "diversas redes, grupos de afinidades e de interesse, laços de vizinhança que estruturam nossas megalópoles. Seja ele qual for, o que está em jogo é a potência contra o poder, mesmo que aquela não possa avançar senão mascarada para não ser esmagada por este".

A penteadeira dos móveis coloniais

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Por Dannis Heringer e Renato Acácio / Fotos: Daniélis Heringer

"O mais bacana da entrada das pessoas no espaço antes do show começar, era simplesmente ver a banda ensaiando e logo após o público trocando uma ideia com o Móveis Coloniais de Acaju. Essas coisas não são vistas hoje."diz leleco da Rádio B.Fluminense/Studio B.

A banda, formada em 1998, pisou pela primeira vez no solo fluminense na última quinta-feira. A galera do Móveis Coloniais de Acaju, foram bastantes receptivos e responderam tudo sem tirar e nem por. A banda formada por: André, BC, Beto, Eduardo, Esdras, Fabio, Paulo, Gabriel e Xande; fizeram um show no Studio B, uma parceria entre Rádio e muito Rock’n’roll, e fizeram e aconteceram em uma noite que iria trazer muitas surpresas aos fãs que estavam lotando o espaço.

Após o show, que mexeu com a adrenalina de todos, os caras deram uma entrevista rapidinha para o pessoal do culturani. Ao perguntá-los sobre a expectativa deles para a noite, eles responderam com um pouquinho de surpresa: “Não achávamos que teríamos tantos fãs aqui na Baixada, foi uma surpresa e tanto. As pessoas daqui são bastantes calorosas.” disse-me Alexandre Bursztyn.

A fervura não pode parar!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

por Dannis Heringer

Uma banda que tá dando o que falar aqui na Baixada Fluminense que saiu do Rio de Janeiro para fervilhar nos palcos independentes da Geração Delírio. A Colombia Coffee “encontrada” no Cabaré Beijoca, não desgrudou por um momento de nós todos. Caio (baixo e voz) que tem a idéia de fazer um documentário sobre bandas independentes e sobre a Geração Delírio, tem orgulho em dizer que agora “encontrou sua casa” a banda que já participou de 2 Cabarés (Beijoca e Pileque) e do Viradão Cultural na Lapa, se sentem lisonjeados.

Certo até no Iraque

quinta-feira, 29 de abril de 2010

por Dannis Heringer

Um grupo de jovens intitulados como Geração Delírio que vem de um trecho de uma música chamada “Uma canção p’ros Ratos” de SOFIAPOP, invadiu o Festival mais famoso do Rio, o Aldeia Rock Festival, foram 11 selecionadas de 80 inscritos, o evento ocorreu entre os dias 1, 2, 3 e 4 de Abril em Aldeia Velha, essa foi a 10º edição do festival que reúne – além de muito rock’n roll - milhares de pessoas dispostas a olhar para o futuro, com uma visão consciente e diferente do passado e, sobretudo, manter vivo o espírito de Woodstock. Um evento sem fins lucrativos, o festival tem participação de bandas da região, que se apresentam junto com artistas renomados do blues e do rock nacional, Aldeia Velha fica cercado de Mata Atlântica e fica entre os municípios Casimiro de Abreu e Silva Jardim o que atrai muitos jovens para o Festival.

A Saudade é um Filme Sem Fim

sábado, 17 de abril de 2010

por Dannis Heringer
Quando o Diretor Rafael Almeida foi chamado para o IGUACINE ficou surpreso e bastante feliz, "Não conhecia o Rio de Janeiro, e cai diretamente na Baixada Fluminense, tô adorando, uma experiência formidável". Após seu curta monstrado na amostra competitiva, Rafael de Almeida, conta um pouco como foi sua expectativa sobre seu filme.

O curta conta sobre experiências que ele teve, sendo que de uma forma indireta, não usando de quaisquer forma imagens, videos, que sejam dele ou de sua familia "Na verdade é um curta experimental, conto histórias de outras familias focando em outras experiências que já tive". conta Rafael. As imagens exibidas no curta são de arquivo e de origem desconhecida.

Um chileno bom de filme

sexta-feira, 16 de abril de 2010

por Dannis Heringer

"Eu não queria sair do Chile porém, fui preso e era casado com uma brasileira, consequentemente tive que sair": Após essa frase, Jorge Durán deu uma entrevista exclusiva sobre sua vida. Seus textos não sofrem nenhum tipo de influência sobre o que ele passou na Ditadura Militar. "Na verdade meus textos falam sobre amor, companheirismo, familia e amizade".

Quando ele chegou aqui ficou três meses sem trabalho, logo após conseguir um foi para a Bahia, onde conheceu o diretor Hector Babenco. O mesmo é Argentino radicado também no Brasil. "Foi mais fácil com ele, pois ele falava a minha língua" afirma o roteirista. Durán afirma que foi muito complicado no inicio em relação a escrever os roteiros, no inicio ele comprou um dicionário e fazia os textos e logo após pedia para alguém revisar, o que acontece até hoje. "Não gosto muito de falar sobre isso, foi uma época dificil da minha vida", disse-me Durán.

Boas-vindas

quarta-feira, 7 de abril de 2010

por Dannis Heringer, Marcelle Abreu e Mayara Freire

O público que foi prestigiar a solenidade em que o prefeito Lindberg Farias transmitiu o cargo para a professora Sheila Gama foi amplo e variado. Parte das pessoas que superlotaram o auditório da Universidade Estácio de Sá estava ali para prestigiar tanto o candidato a Senador pelo Rio de Janeiro quanto a nova prefeita da cidade. Mas além dos amigos e admiradores dos dois políticos também marcaram presença pessoas interessadas em conseguir emprego, como a enfermeira Mara Lúcia, de 42 anos, que saiu dali lamentando a dificuldade de acesso a ex-deputada estadual.

Vale tudo

quinta-feira, 25 de março de 2010

por Dannis Heringer e Mayara Freire
Depois da grande revolução feminina, com a inovadora estilista Coco Chanel, que nos anos 20 introduziu peças masculinas ao vestuário das mulheres de todo o mundo, as ultimas tendências de moda estão mais democráticas do que nunca. Homens têm mais opções em variar seu guarda-roupa, enquanto as mulheres continuam com uma diversidade de possibilidades. Os estilos estão cada vez mais próximos. Ambos os sexos têm a possibilidade de dividir coletes de alfaiataria, calças, camisetas, lenços, chapéus e mais uma infinidade de peças. Nas grandes revistas de moda, os editoriais andróginos estão em alta. Já nas passarelas, grifes masculinas apostam em novidades como estampas e modelagens diferentes, que julgam perder um pouco a masculinidade conhecida até o século XX.

Para os consumidores que gostam de arriscar, as modelagens masculinas estão mais justas, enquanto as das mulheres estão mais largas. As famosas calças boyfriends, termo usado para brincar que a moça está usando a calça do namorado, já é uma grande referência de moda e, depois de serem adotadas pelas estrelas do mundo, já chegou às lojas de departamento. Camisas largas, blâzeres e chapéus panamá, até mesmo os sapatos, que começaram pelo modelo Oxford, são as influências mais fortes do mundo masculino para as mulheres.

Arejando a cabeça

quinta-feira, 11 de março de 2010

por Dannis Heringer
A reunião sobre o PADEC estava ótima, mas a vontade de fumar não respeita nem mesmo discussão com autoridade. Apesar do constrangimento, peguei minha bolsa e saí de fininho. Só me senti um pouco à vontade quando cheguei ao “fumódromo”, que naquela noite funcionou a pleno vapor naquela chuvosa noite de quarta-feira no corredor que dá acesso ao teatro do Espaço Cultura Sylvio Monteiro.

Uma das pessoas que encontrei lá foi a própria diretora do Espaço Cultural Sylvio Monteiro, a atriz Silvia Regina. Uma das principais responsáveis pela superlotação do evento, ela estava ali conciliando vício e trabalho, pois entre uma baforada e outra aparecia uma pessoa para tirar dúvidas sobre o debate que estava havendo sobre o teatro. “Nem sempre todos conseguem tirar suas dúvidas dentro do estabelecimento”, disse-me ela.

 
 
 
 
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