por Raize Souza
Pra esquentar o feriado!
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2 pedágios, 1 Vaca, 4 almoços e 1 defunto
por Raíze Souza e Rodrigo Caetano
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O Dia dos Pais das "Filhas de chocadeira"
por Raize Souza
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Web Semântica na era 3.0
por Raize Souza e Samara Braga
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Avião arretado
por Raíze Souza
Sei que você, assim como eu, já está cansado de ver matérias relacionadas a problema nos aeroportos. Mas só sentindo na pele que você tem a certeza que as coisas precisam melhorar urgentemente. Cheguei ao aeroporto eram 6h30, sou obrigada a concordar com meu ex-professor de filosofia que dizia que acordar cedo é um crime. As pessoas estão com o rosto inchado, o corpo está lá mas o espírito continua na cama, não se tem paciência e nem raciocínio num horário desses. por isso você sentirá falta de nomes nessa minha matéria.
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7/7 - Histórias de Jovem Repórter
por Raize Souza
Mas como passou agora é divertido
Sufoco, quem nunca lidou com isso?
Mas é bom ser atrevido
Se levar as coisas com bom humor
Até o chato fica descontraído
E fui fazer trabalho da Universidade
Mas essa parte a gente pula...
E quando saí de casa já era tarde
Rio de Janeiro, Seropédica, NI
Não podia ser tudo na mesma cidade?
E tinha prova depois pra fazer
Quando entrei no auditório
Me surpreendi em ver
Que el palestrante hablava español
Boiei mucho puedes crer
Por causa da minha avaliação
Tentei fazer tudo depressa
Já que andaria muito chão
Assim que saí liguei pros meninos
Pra ter uma confirmação
Mas com eles não conseguia falar
Passei a viagem toda tentando
Mas só em Cabuçu atenderam o celular
Falaram que o evento não tinha começado
E que valia a pena eu tentar chegar
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Uma prosa colorida
por Raize Souza
Peço a atenção de vocês
Para uma prosa contar
Pelas propagandas que vi passar
Mas foi uma grande micareta
Para eu contar como foi a parada
A diversidade e o colorido eram grandes
A festa estava mesmo animada
O momento foi um ponto de encontro
E até hetero tava lá com ou sem namorada
Foi para acompanhar à namorada
Que tem amigas homoafetivas
E não podiam perder a parada
Mas mesmo sendo hetero
Estava de boa na balada
10 meses de namoro
Estavam sendo comemorados
Por Ingred e Karina
Que sofrem preconceitos lado a lado
“A família joga muito na cara” disse Ingred,
Mas sem se arrepender de fato.
Muitas Igrejas não aceitam
Mas tinha uma diferente
Que nos panfletos que entregavam
Diziam que gay podia ser crente
Saber respeitar as diferenças
Eita igreja inteligente!
Vamos parar de donzelisse
Pra acabar com o preconceito
LGBT vota, paga impostos
merece também respeito
Você não precisa gostar ou concordar
Mas respeitar o próximo é direito.
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Secretário cabra da peste
por Raíze Souza
Secretário cabra da peste
Fazer um cordel é complicado
Tem que ter muita imaginação
Mas como é sobre o secretário de cultura
Vou arranjar inspiração
O secretário não é pepino, nem tomate
Anderson Batata é o nome do campeão.
Batata superou expectativas
Em sua primeira reunião
Que foi com os jovens de NI
Sentando com eles até no chão
Contando desse jeitinho,
Não merece admiração?
Os jovens estavam atentos
Pra saber como iria ser
O mandato do secretário
E o que ele tinha a oferecer
Mas aos poucos se desembaralhou
As mudanças que estão por acontecer
Apaixonado por tecnologia
O Batata animou
Os jovens que ali estavam
E com seus planos inovou
A nova forma de fazer política
Que o Batata copiou.
Mas como tudo que é bom
Merece ser copiado e melhorado
O secretário foi por essa linha
Que vai dar é resultado
Já pensou em falar com o secretário
Dentro da sua casa, no ar condicionado?
É pelas redes sociais que ele responderá no ato
Quebrar barreiras entre governante e a população
É o que ele havia pensado
E para a alegria da população
Que passarã por menos problemas
Na hora da comunicação
Juventude mais tecnologia
É a soma que o Anderson procura
Biblioteca com fichas virtuais
E wireless na casa de cultura
São alguns dos planos do Batata
Quero vê quem o segura
Mas como o Batata não é banana
E como todo cidadão deve fazer
Vamos nos reunir todo mês
Para a gestão poder acontecer
E os planos se realizarem
sem a gente precisa se benzer.
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Onde cair morto
por Raize Souza
Na vida temos muitas dúvidas, mas uma coisa é certa: um dia vamos morrer.E é pensando nesse dia que as pessoas físicas estão investindo cada vez mais em auxilio funerário.Seja para não encontrar dificuldade na hora de enterrar seu corpo ou para deixar um dinheirinho para a família depois de sua partida.
Um exemplo de pessoa que fez o auxilio funerário pensando na família é Abílio P. Filho, 60 anos. “Como a morte é certa, é melhor ajudar a minha família. Depois que eu morrer minha esposa recebe e como fiz depois um para ela, se ela morrer, eu que recebo. Não fiz me agourando, fiz pensando na minha esposa.” Ele paga o seguro há cerca de 38 anos, depois de ser abordado por um sorrateiro vendedor de seguros, que numa só tacada fez negócios com ele e seus colegas de trabalho. O confisco "do dinheiro do povo" durante o famigerado governo Collor é uma das razões para que privilegie o “seguro de morte” em detrimento de uma possível poupança. “Vai que de repente fazem uma lei de novo e pegam? Por isso muita gente não coloca e prefere gastar”. Mesmo assim ele brinca: “Se eu pudesse receber esse dinheiro era um bom negócio. Minha mulher vai receber e gastar com outro cara e não comigo.”
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Pessoas especiais
por Raize Souza
“Uma amiga minha fez uma promessa", disse Maria Pereira na ação social promovida pela Secretaria Municipal de Nova Iguaçu neste último sábado, na Escola Municipal Monteiro Lobato, no Centro. "Se aprendesse a escrever, ela ia a pé de Nova Iguaçu para Morro Aagudo". Ela aprendeu e foi. Maria Pereira e a amiga são alunas do Brasil Alfabetizado, um programa do MEC em parceria com as prefeituras cujo objetivo é erradicar o analfabetismo entre jovens (a partir dos 15 anos), adultos e idosos. A ação social estava comemorando a alfabetização de 20 mil alunos desde 2006.
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Grego carinhoso
por Raize Souza
Estamos na semana pós-dia das mães. Mas você já parou para se questionar se sua mãe realmente gostou do presente? Sim sei, mãe gosta de tudo que damos a ela, contanto que seja com carinho. Porém, nos últimos segundos domingos de maio, essa história vem mudando, pelo menos na parte do TUDO.
As mães da Baixada estão ficando mais modernas e querendo cada vez menos utensílios domésticos de presente. “Não gosto de ganhar nada para casa, coisas para casa eu compro todo dia”, revela Talita Barros, que ficou feliz em ganhar blusa, bermuda e perfume dos dois filhos.
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Bixos escrotos
por Raize Souza
Bixoooo! Não se assuste, nem estranhe, caso escute alguém chamando um calouro das universidades públicas do Rio de Janeiro pelo apelido bixo. Na UFRRJ, esse apelido tem uma dimensão maior, pois, além do tradicional bixo, há a “hierarquia dos bixos”.
No primeiro período, os calouros são chamados de bixos, bixetes ou bixões. No segundo período, eles ganham o status de bixo | e, no terceiro, de bixo ||. Só a partir do quarto período que os bixos se tornam veteranos na maioria dos cursos. A exceção fica por conta daqueles cursos mais longos, como o de medicina, que tem seis anos.
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Baixada sem ócio
por Raize Souza
“Eu sou movido pela capoeira, eu sou movido pelo berimbau” - é um trecho de uma das músicas cantadas na roda de capoeira do grupo Associação de Capoeira Engenho, que se apresentou no Sesc de Nova Iguaçu no última dia 30, dia da Baixada.
O evento foi coordenado pelo contramestre Chumbinho, que pratica capoeira desde 1994 e que ganhou esse apelido porque quando começou era uma criança pequena e magrinha. O contramestre não deixou que nenhuma das crianças presentes ficasse acuada. "Jogar capoeira é importante porque dá ritmo, equilíbrio, disciplina, respeito às diferenças e tira a criança do ócio", diz Chumbinho.
Caio Ramos já assimilou a importância da capoeira em mente. ”Gosto muito, aprendo muitas coisas e tira a gente da rua”, diz o menino, que sente adrenalina e felicidade quando pratica capoeira.
Felicidade também foi um sentimento expressado pela aluna Graziela Fernandez, de apenas quatro anos. Sua mãe, Gilza Silvino, fala do entusiasmo da filha pela capoeira. "Em casa, ela forra o colchonete e fica fazendo cambalhotas, treinando passos e ansiosa para a próxima aula", conta Silvino. Graziela faz capoeira há quatro meses.
Várias pessoas que passavam se rendiam ao ritmo e arriscavam alguns passos. A maioria, no entanto, ficava apenas olhando este esporte que mistura dança, luta, jogo, música e que acima de tudo é patrimônio cultural brasileiro.
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