por Joaquim Tavares
Pânico nos trilhos
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O Sucesso do Dosvox
por Diogo Jovi
2 pedágios, 1 Vaca, 4 almoços e 1 defunto
por Raíze Souza e Rodrigo Caetano
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Pop in Rio?
por Abrahão Andrade
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Cheiro de lembranças
por Leandro Oliveira
Inclusão, respeito e novas experiências em nova Iguaçu marcaram o dia 22 de agosto no Espaço Cultural Silvio Monteiro. A jornada iniciou com sucesso a Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla e de forma inovadora realizou uma espécie de experiência com os sentidos com a prazerosa colaboração de todo presentes. “Gostei muito. É bom poder fazer coisas novas”, conta Gabriel Santos Ribeiro, que possui síndrome de down
Teste de ansiedade
por Warllen Ferreira
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De parar a Baixada
por Jefferson Loyola
As paradas gay acontecem no mundo todo como forma de denunciar o preconceito que ocorre cotidianamente com a comunidade homossexual, haja vista que vivemos em país que cada dia duas pessoas são assassinadas devido sua orientação sexual. Com isso, antes mesmo de pensar em organizar paradas LGBT, a AGANIM - Associação de Gays e Amigos de Nova Iguaçu e Mesquita - vinha atuando nos municípios de Nova Iguaçu e Mesquita para promover a melhoria na qualidade de vida de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), além de promover os direitos humanos deste público.
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O jovem frente à cultura bipolar carioca
por Vitória Tavares
Ao sair na rua você se liga que isso tudo é a América do Sul: os bares, a guerra civil e o calor. É aí que você entende que o sentimento é mais forte que qualquer barato.
É complicado se encontrar como pensante nas questões sociais que envolvem viver no Rio. Vai além de sentir diariamente a miséria na pele – apesar de isso já ser mais que o bastante. É quase ter que escolher um lado: a polícia ou a guerrilha para militar, que já se tornou fatalmente ideológica. É um questionamento que envolve o jovem de uma maneira única. O funk, as drogas, a cultura marginal em suma... e aí?
Em uma rápida troca de ideias com alguns jovens, percebe-se que as opiniões sobre a marginalia X maquiagem social carioca revelam um fator em comum: a cultura da violência.
“O mundo das comunidades envolve de fato as drogas e a glamorização do crime. O cara da classe média pode se sentir tão atraído quanto um cara da favela pela marginalidade. A cultura da violência existe e está presente no nosso dia-a-dia; o cara pode se virar e tirar o proveito saudável da dela, por meio de expressão cultural e etc...Mas o que mais acontece é polarizar a cultura da violência: ou se tornar Policial Militar ou ir pro morro e conquistar seu breve espaço.” - expõe Igor de Assis, 26 anos, músico.
Quanto a glamorização do tráfico, Dannis Heringer, 20 anos, agitadora cultural, pensa que tudo está muito próximo para não se entender: “Acho que os jovens deixam se envolver com questões que tem um poder emblemático muito forte. É muito difícil se soltar da realidade, porque a nossa realidade é a mesclagem. Aqui na baixada você vê uma casa legal, de rico mesmo, com uma boca de fumo na esquina. É tudo muito próximo, as questões sociais de sub desenvolvimento batem de frente a cada instante. É muito complicado para o ser humano viver com a desigualdade. Mas essa é só mais uma razão da situação conflitante que vivemos”
E sobre a polícia do Rio, Rodrigo Cope, 27 anos, professor de física e músico, dá sua opinião: “A polícia é formada nos preceitos do mata- mata. Não há o que negar. É muita arma, muita loucura. É claro que existem os PMs que são corretos, mas vamos lá: são poucos. O BOPE é o estandarte da glamorização da violência governamental.”
É possível se encontrar e obter fundamento na sua descoberta? É possível julgar a polícia mal paga e chama-los de fascistas se eles são tão miseráveis de estímulos intelectuais quanto o fogueteiro que atua lá no alto do “morro carioca”? Diferente da violência que é geral e polar de raiz, a culpa disso tudo não é polar. A culpa é da colonização, da escravidão, da repressão religiosa e cultural. Brancos da alva cúpula do poder: com suas perucas e mangas de panos conseguiram criar sua própria arapuca!
E a dita classe média sofre com a dificuldade de denominar o bandido e o mocinho. E mais uma vez assiste em que vai apostar o seu capital: no leão ou no gladiador? Só que agora o coliseu tem ladeira e moto-táxi.
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Mãos que falam e olhos que ouvem
por Carolina Alcantara
Você esta nesse lugar querendo se comunicar e não consegue, pois as pessoas não falam o mesmo idioma que o seu e quando elas olham na sua direção parece que você é de outro planeta. O que você sentiria se estivesse vivendo tal situação? É provável que se sentiria mal e rejeitado. Essa é uma situação que ninguém gostaria de viver, pois nenhum ser humano gosta de se sentir abandonado, ao contrario as pessoas precisam sentir-se amadas e aceitas pelo que são.
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Ouvidos atentos
Mundo de metal
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Produzindo sonhos
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O Dia dos Pais das "Filhas de chocadeira"
por Raize Souza
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Inimigos nacionais
por Lucas Xavier Cavalcante
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Inverno 40º
por Joyce Pessanha
A edição deste ano contará com a participação do ator global Rodrigo Sant’ana, que trabalha no programa “Zorra Total”, no seu stand-up comedy “Comício Gargalhada”. O festival já virou tradição na cidade vai ter espetáculos até o dia 28 de agosto. Bianca Diniz está animadíssima para assistir as peças, “prometo ir a todos”, diz a moradora da cidade.
Os espetáculos vão acontecer no teatro Marlice Margarida Ferreira da Cunha (Avenida Marinho Hemetério de Oliveira, s/nº - Vila Pacaembu) em horários variados. O evento está sendo realizado pelas Secretarias de Cultura e de Educação com grupos teatrais da Baixada Fluminense. Os ingressos deverão ser retirados diretamente nas Secretarias Municipais de Cultura e Educação. Informações pelos telefones (21) 2665-1532 ou 3698-6695/6699.
Confira a Programação:
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17/08 (quarta-feira)
9h e 15h – “Comida viva” / Ópera Prima Teatral
9h e 15h – “O Livro Mágico da Emília” / Cochicho na Coxia
20/08 (sábado)
20h – “Dois perdidos numa noite suja” / Grupo teatral "Nós, Por Exemplo"
21/08 (domingo)
11h e 19h – “O Inspetor Geral” / Cia. de teatro Queimados EncenaLocal: Praça dos Eucaliptos
19h – “O Homem com flor na boca” / Grupo Centro Experimental de Teatro e Artes (Ceta)Local: Teatro Marlice Margarida Ferreira da Cunha
De 23 a 28/08 (terça-feira a domingo)
23/08 (terça-feira)9h e 15h – “Aladin e a lâmpada maravilhosa” / Grupo Fanfarras Produções Artísticas
24/08 (quarta-feira)14h30 – “Apart hotel” / Grupo Encenart
19h30 – “Essa noite eu sonhei com Drummond” / Cia. Tudo Vira Cena
25/08 (quinta-feira)20h – “Kiriê de Griots” / Grupo teatral Rio de Muane
26/08 (sexta-feira)20h – “Chiquinho – A vida de São Francisco de Assis” / Cenáculo Cia Teatral
27/08 (sábado)
20h – “Comício gargalhada” / Rodrigo Sant´AnnaLocal: Ginásio Municipal Metodista (Avenida Marinho Hemetério de Oliveira, s/nº - Vila Pacaembu)
20h – “Cabaré Filosófico”
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Na contramão
por Leandro Oliveira
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Criando criadores
por Joaquim Tavares
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Loucuras em série
por Dandara Guerra
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Estranhos na selva
por Dannis Heringer e Dandara Guerra
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Devaneios, surpresas e saudades
por Vinicius Vieira
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A receita do guia
por Jéssica Oliveira
Para escrever não existe uma receita. Não é algo que se aprenda com um manual, obedecendo religiosamente às instruções da mesma maneira que se aprende a fazer um bolo enquanto a Ana Maria Braga cita os ingredientes e o modo de preparo.
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Web Semântica na era 3.0
por Raize Souza e Samara Braga
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Raízes da Cidade do Amor
por Rodrigo Caetano
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De Dolan à Dolan Trados
por Vinicius Vieira
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No clima do amor
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Pregação X Proibição
por Leandro Oliveira
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Eu te amo!, e você nem sabe...
por Joyce Pessanha
Quando Aurora tinha 15 anos ela sonhou com um príncipe alto, educado e muito bonito. Logo ao acordar ela compôs junto aos animais do campo uma música sobre o seu sonho. E qual foi sua surpresa quando, como num passe de mágica, o Príncipe Felipe ouve sua doce voz e divide a música em um dueto apaixonante. A história da adolescente Bela Adormecida parece se tornar rotina para todos da mesma faixa etária. Toda menina - e os meninos também! - sonha com seu príncipe encantado e quando ela o reconhece - no seu professor, no amigo do pai, no gatinho que mora em sua rua, no cara mais popular do colégio - encontra a encarnação de seus suspiros mais profundos de amor.
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O escritor como guia
por Hosana Souza
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Notas sobre ser fã
por Diogo Jovi
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À la Dida
por Amanda Granja
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Cultura marginal
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Arte - pelos olhos de um mero espectador
por Vitória Tavares
Pra começar, vivemos num mundo em que a informação é cada vez mais rápida e a troca de quadros de imagens é tão veloz que nem sentimos – vide a sua caixa televisiva ligada todos os dias pontualmente as 21 horas e 15 minutos quando começa a novela das nove - , ( podemos ver 20 quadros da Glória Pires pintados em pixel em menos de 1 segundo!) e isso de fato atrai e, por ironia do português, distrai a massa: a velocidade, a mobilidade, o movimento em si. E o que, pensa a bancada vanguardista, pode se fazer para que alguém sinta o gosto das tintas e adquira o apreço pela arte? “Movimente-a”, respondeu Andy Warhol e toda a galera realmente modernista.
Uma arte sem que seja preciso “fingir que entendeu”, com imagens claras, altamente subversivas e marginais é bem mais interessante do que um quadro renascentista. Não menosprezando os degustadores de arte renascentista, que é de fato algo muito importante (talvez para a história, mas pra mim passa batido). Uma arte que seja integralista, popular e incrível é o panorama artístico real dos dias de hoje. E o mais interessante é que ela está pelas ruas, movimentada no grafite, expressiva nas intervenções e já se tornou parte do cenário urbano.
Na Presidente Vargas, por exemplo, no centro do rio, na altura do hotel Guanabara Windsor, é possível ver, pelo menos estava lá até o dia 5 de agosto, uma intervenção (que essa que vos escreve achou feia, mal feita e muito boa): se tratava de um galão de gasolina furado com um furo bem redondo e amarrado neste tinha um pedaço de cabo de vassoura; no galão estava escrito em letra grande: “Pra quem quer pau, pau. Pra quem quer buraco, buraco.” Pode você entender isto, caro leitor?
Contando com o seu óbvio entendimento, continuo esse texto talvez-artístico-sem-nenhuma-pré-determinação da seguinte forma: vá a mais exposições de arte e ande mais pela rua. Aconselho duas exposições que me deixaram bem mais feliz, o melhor é que estão localizadas no Centro Cultural Banco do Brasil, e o estupendo é que ambas são de graça
Subindo as escadas do Centro Cultural a mostra "I am a cliché - Ecos da estética punk" reúne 150 obras entre fotografias, fotocolagens e instalações sobre as várias fases do movimento punk. Um salão fascinante revestido de um papel prateado e chão manchado de tinta abriga um breve histórico da obra de Andy Warhol como empresário e criador da atmosfera que acercava a iluminada banda Velvet Underground; colagens muito-legais da artísta plástica Linder e fotos coloridas e vibrantes do Johnny Rotten e do Sid Vicious.
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Quando eu crescer...
por Joaquim Tavares
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