Aulas de Nova Iguaçu

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

por Larissa Leotério / Foto: Josy Antunes

Jovens pesquisadores de Nova Iguaçu levaram sua pesquisa para a cidade do Rio de Janeiro e mostraram ao que vieram no I Encontro Juvenil - As artes e as ciências para uma vida sustentável. Quem comunicou a eles que haveria esse encontro sobre sustentabilidade foi a pesquisadora Marcella Camargo, a coordenadora grupo. E disse ainda que poderiam saber mais no blog do UNICEF, idealizadora do evento.

“Ficamos sabendo desse encontro há mais ou menos um mês, mas só tivemos tempo para preparar essa pesquisa há umas duas semanas”, conta o jovem pesquisador Leonardo Venâncio. No meio dessa correria, eles escolheram o tema ‘Comportamento do jovem iguaçuano com o seu lixo’.

A intenção do Encontro é escrever uma carta para a conferência internacional em Copenhagen com os dados obtidos. “É a primeira vez que países como os EUA e o Japão vão participar”, conta a animada jovem pesquisadora Eline Vieira. Estes dois países aceitaram diminuir em 30% a emissão de gases poluentes.

Diversidade no almoço

por Larissa Leotério / Foto: Josy Antunes

Durante o breve horário de almoço aconteceu um encontro muito inusitado para os Jovens Pesquisadores e as duas jovens repórteres que estavam trabalhando o I Encontro Juvenil - As artes e as ciências para uma vida sustentável. O almoço foi na Escola Britânica, bem perto do Museu da Ciência da Terra. Houve um estranhamento por parte dos estudantes da Escola e eu conversei com funcionários e professores para entender o que acontece.

Coordenadora do departamento de História, a professora Euthália conta que esse relacionamento com pessoas de fora da escola é algo novo. “O que mais me chama a atenção é nossa falta de interação com o que está lá fora”, afirma a professora, que atribuiu a situação irreal à excessiva proteção dos pais.

Pesquisa 24 horas

sábado, 28 de novembro de 2009

por Josy Antunes

Um monumental ônibus azul está estacionado à frente da Prefeitura de Nova Iguaçu. O relógio marca 6:10. É uma sexta-feira e eu corro para compensar o atraso de dez minutos. Chego na porta do ônibus e olho, sem muita certeza. Duas moças, muito jovens, me dizem: “É aqui mesmo, Josy!”

Subo os degraus do veículo, sabendo que embarcava na subida de mais um patamar alcançado pelo grupo de jovens pesquisadores da SEMCTUR. O interior do ônibus é repleto de membros do grupo, uns imersos em livros, outros ainda brigando contra o sono e os mais animados estão ao fundo, numa mistura de ansiedade e alegria, exposta através de músicas. Também encontro Larissa Leotério. Somávamos dois pontinhos da Escola Agência de Comunicação em meio à Pesquisa, alíipelo mesmo motivo: registrar e prestigiar a participação da cidade no “I Encontro Juvenil – As artes e as ciências para uma vida sustentável”, realizado pela Casa das Artes Educar. O Museu das Artes da Terra, localizado na Urca, dava sua contribuição sediando o evento.

Ferramentas sustentáveis

por Larissa Leotério / foto: Josy Antunes


Jovens de pelo menos seis regiões do Rio de Janeiro se reuniram no último fim de semana no Museu de Ciência da Terra, na Urca, para discutir o destino do Planeta Terra e da própria humanidade. Foi durante I Encontro Juvenil - As artes e as ciências para uma vida sustentável, promovido pela ong Casa das Artes.

Mas se engana quem pensa que só tinha jovens nesse encontro. Algumas mães de alunos da Escola Municipal Uruguai vieram acompanhar seus filhos: “Eu sempre acompanho nas saídas, mas é a primeira vez que venho ao Museu da Ciência da Terra”, conta Dona Josefa, mãe de Rafael, um menino de 8 anos que, graças a um convênio da escola, frequenta a sede da Casa das Artes do Morro dos Macacos . A Casa das Artes também atua na Mangueira.

Essa parceria garante aos alunos oficinas de artes, capoeira, memória, história e de diálogo escolar, que ajuda os estudantes nas possíveis dificuldades com as disciplinas escolares.

Sons nômades

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

por Jéssica de Oliveira


Reconhecido difusor da arte, Floriano Romano possui uma sensibilidade e percepção ímpares da vida social e natural ao seu redor. Morador do bairro carioca de Santa Tereza Romano se lança no cenário artístico levando propostas inovadoras e reflexivas para a população por meio de criações “recicladas” do empório cultural público.

Suas obras são resultado da captação dos recursos lançados a todo instante pelo ser humano, de forma a serem representados artisticamente em invenções que estimulem o pensamento e traduzam o que fica gravado no subconsciente. Ou seja, o que passa despercebido aos olhos distraídos de muitas pessoas, exceto aos dele.

 
 
 
 
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