Daqui a pouco o III Iguacine exibirá o filme "Vida de balconista", de Cavi Borges e Pedro Monteiro: O primeiro longa metragem pra celular do Brasil. "Esse filme foi uma historia muito doida", ri o Cavi, cuja obra, na verdade, foi originada numa série da TV OI para aparelhos celulares. "A gente já estava na terceira temporada".
Cada pequeno episódio narra situações vividas por Mateus, um balconista de locadora que tem por sonho ser cineasta, inspirando-se em Quentin Tarantino, que cursou a mesma trajetória. A única locação utilizada foi a própria Cavideo e o seu proprietário garante: "Tudo que você vê na série é real", diz ele, incluindo o cliente que, certa vez, pediu para "dar umazinha" entre as estantes de filmes. "As pessoas que frequentam aqui são muito doidas, por causa do proprio horário... gente bêbada, gente alternativa, de rock, teatro, dança... De noite aqui virava tipo um boteco, o pessoal chegava, sentava nas cadeirinhas e ficavam bebendo e conversando. Não era uma locadora que o pessoal alugava e ia embora. Era tipo um ponto de encontro, a galera vinha aqui falar de filmes e projetos", conta ele, descrevendo o ambiente e personagens - reais - do filme.
Cada pequeno episódio narra situações vividas por Mateus, um balconista de locadora que tem por sonho ser cineasta, inspirando-se em Quentin Tarantino, que cursou a mesma trajetória. A única locação utilizada foi a própria Cavideo e o seu proprietário garante: "Tudo que você vê na série é real", diz ele, incluindo o cliente que, certa vez, pediu para "dar umazinha" entre as estantes de filmes. "As pessoas que frequentam aqui são muito doidas, por causa do proprio horário... gente bêbada, gente alternativa, de rock, teatro, dança... De noite aqui virava tipo um boteco, o pessoal chegava, sentava nas cadeirinhas e ficavam bebendo e conversando. Não era uma locadora que o pessoal alugava e ia embora. Era tipo um ponto de encontro, a galera vinha aqui falar de filmes e projetos", conta ele, descrevendo o ambiente e personagens - reais - do filme.

