Roupões de banho no Calçadão

terça-feira, 24 de agosto de 2010

por Desirée Raian

Flash Mob é a palavra do momento. Se você não sabe o que isso significa, então trate de se atualizar. Mas não se preocupe: você poderá fazer isso neste instante.

Flash Mob é a abreviação de “Flash Mobilization”, que significa mobilização rápida. Já deu pra entender o que é isso? Se não... Calma! Não se desespere! O Mob consiste em um agrupamento instantâneo de pessoas em um local público para a realização de uma determinada ação inusitada, e logo em seguida se dispersam tão rapidamente quanto se reuniram, claro que tudo previamente combinado. E é isso que o grupo “Flash Mob Nova Iguaçu” propõe.

Baixada formal

por Michele Ribeiro


FRINJ é a sigla de Fórum de Relações Internacionais Juvenil, um evento realizado no Iesa( Instituto de Educação Santo Antonio) organizado pelos professores Walker Antero, Victor Beñak (geografia), e Cintia Beñak e Samuel Henriques (história). Eles resolveram importá-lo da PUC-RIO para a Baixada Fluminense para mostrar principalmente ao Rio de Janeiro que nossa região não é uma mera fornecedora de mão-de-obra pouco qualificada. "Aqui também produzimos conhecimento e temos alunos com potencial", sintetizam.


Moda é consumo e comunicação

domingo, 22 de agosto de 2010

por Robert Tavares




Bolsas, sapatos, vestidos, maquiagens, esmaltes e passeios. Afinal, "a felicidade feminina custa caro". Eis a afirmação mais recorrente nas rodinhas fashion! Se para viver no mundo contemporâneo é necessário desembolsar alguns cifrões e viver dentro de limites impostos pelo banco, pelo cartão ou quiçá, pelo marido, saiba que anteriormente não era muito diferente. A única diferença era a velocidade da informação. Segundo Lipovetsky, a moda não pertence a todas as épocas nem a todas civilizações, mas o que ronda a história da indumentária é que o ser humano se veste por três aspectos fundamentais: pudor, proteção e ornamentação, o que ocasionou o consumismo e sede por ter sempre maior quantidade, nem sempre optando pela qualidade.

Um blog para sensibilizar

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

por Lucas Lima

Registrar, tornar pública a memória e reconhecer a profissão de crecheira. Esses são os objetivos principais de um grupo de mulheres do municipio de Nova Iguaçu, que trabalham em diferentes creches da cidade há pelo menos 20 anos. O primeiro passo nessa direção foi a reunião que promoveram na manhã da quinta-feira 19 de agosto, na Prefeitura Municipal. Essas histórias e lembranças serão narradas e publicadas em um blog sob a responsabilidade dos jovens repórteres da SEMCTUR.

Como o próprio movimento das crecheiras, a ideia de reuni-las surgiu de Deia da Cruz Moreira. "Contando as nossas experiências, nossas conquistas e nossos sofrimentos, podemos sensibilizar muito mais gente", contou essa senhora de 62 anos, que na virada da década de 1980 para 1990 tocou o maior terror na cidade para fazer com que as autoridades assumissem as creches criadas pelo movimento de moradores em seus respectivos bairros. A última façanha de Dona Deia, que deixou de ser crecheira por questões econômicas, procurou a prefeita Sheila Gama, que conhece desde a época em que ela era secretária de Promoção Social do seu marido, para apresentar a proposta. "Ela me recebeu com muito carinho e pediu para que procurasse o secretário de Cultura".

Uma das histórias que Dona Deia pretende registrar para as próximas gerações é a manhã em que duas crianças esfomeadas bateram em sua porta logo depois de voltar da lua-de-mel em Mangaratiba. "Coloquei as duas pra dentro, dei banho e comida", lembra ela. Na hora do almoço, as duas crianças voltaram acompanhadas de uma coleguinha e na janta já havia seis delas instaladas na sua copa. O marido só percebeu que a casa estava sendo frequentada diariamente por 30 crianças quando a comida comprada para um mês inteiro terminou na primeira semana. "Meu marido começou a reclamar, pois a comida do mês acabava em menos de uma semana".

Aliado de Nova Iguaçu

por Luciana Baroni

Houve um tempo em que Nova Iguaçu era a terra da laranja e se escrevia assim: Iguassu. Imensas plantações cobriam os latifúndios. Porém, as dificuldades surgidas com a 2ª Guerra Mundial e a crescente industrialização desestabilizaram a cultura da fruta na região. Os laranjais foram transformados em loteamentos, fazendo crescer o número de habitantes da cidade e consequentemente a demanda por transportes.

Foi aí que começou a história empresarial de Carlos Marques Rollo, um citricultor nascido em Austin que fundou a Evanil, uma das maiores empresas de ônibus do Brasil.

 
 
 
 
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