por Dandara Guerra
A depressão afeta pessoas de todas as idades, de todas as nacionalidades, em todas as fases da vida. Estima-se que cerca de 5% da população mundial sofra de depressão e que cerca de 10% a 25% das pessoas possam apresentar um episódio depressivo em algum momento de sua vida.
Entre aqueles que já sofreram um episódio depressivo, há maior probabilidade de terem mais outros episódios depressivos ao longo de suas vidas, embora esta probabilidade varie muito de pessoa para pessoa.
Uma nova depressão
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Marcadores: Dandara Guerra, Mainstream
Noite feliz
por Luiz Gabriel
Há apenas duas semanas do fim do ano, as pessoas começam a se programar para o Natal (dia 25) e o Ano Novo (dia 31), mais conhecido por reveillón. Os shoppings, mercados, calçadões estão lotados, no que vai ser o melhor fim de ano da década. Todo esse investimento de dinheiro e tempo tem como objetivo curtir duas noites especiais.
Marcadores: Baixada, Luiz Gabriel
Amadorismo
por Abrahão Andrade, Leandro Oliveira e Raphael Ruvenal
O projeto foi criado por um professor de publicidade da Universidade Federal Fluminense, e agora é tocado pelos próprios alunos. Com uma natureza itinerante, o projeto já percorreu diversas cidades do Rio de Janeiro e atravessou a fronteira com Minas Gerais.
O grande destaque da edição de Belford Roxo foi a banda 7 ventos, formada por meninos por adolescentes que só puderam gravar seu vídeo com o auxílio da produção, que arrumou os instrumentos de que precisavam. "A banda Restart lançou uma música assim na internet e estourou", conta o jovem David, baterista da banda, cujas músicas são no estilo pop-rock.
Para os monitores do evento, não se precisa ter tudo para se produzir um vídeo de qualidade. "Qualquer tecnologia pode virar cultura, até uma câmera de 5 mega pixels", conta o monitor de som Belão, de 26 anos.
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Circulando pelo Alemão
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Com intuito de criar um instrumento de cultura que possa intervir na favela, mostrando uma realidade que não a violência, o "Circulando – diálogo e comunicação na favela" reúne crianças, jovens e adultos para apreciar e fazer arte no Conjunto de Favelas do Alemão. O movimento agregador que age em parceria com Observatório de Favelas e do Grupo Raízes em Movimento desde 2007, teve a sua 7ª edição no ultimo sábado (18/12).
Além de possibilitar que moradores daquela comunidade sejam beneficiados com ações de cidadania, o objetivo central do evento é apresentar a pessoas de dentro e fora da comunidade que periferia não é só lugar de carências e descaso público. "Favela é lugar de criação, criatividade." Afirma o coordenador do Raízes em Movimento, Alan Brum que nunca hesitou em realizar atividades nas comunidades nesse imenso conjunto de favelas que possuem um legado histórico marcado pelo crime. "Com sinceridade, nunca tivemos problemas nenhum aqui no Complexo. Portanto, não há diferença alguma em trazer o Circulando com ou sem o tráfico." concluiu Alan.
A programação que se estendeu durante todo o sábado com caminhada ecológica, mutirão de grafite, rajadas poéticas, apresentação de esquete teatral e mostra de vídeos foi encerrada em alto estilo com show das bandas Ponto de Equilíbrio e Marechal Sistah. Estande de Educação ambiental, assessoria jurídica da OAB, carro da saúde móvel e serviços de Central de Apoio ao Trabalhador também foram aferecidos a fim de facilitar os moradores.
Militância da leitura
Além das rajadas poéticas o evento contou com a biblioteca intinerante do projeto "Ler é 10", de Otávio júnior, vencedor do Prêmio Faz Diferença do jornal O Globo. O militante da leitura que leva literatura as favelas do Complexo e da Penha dificilmente deixa que os livros falem por si só. Otávio realiza contação de histórias com intuito de despertar interesse pela leitura nas comunidades. Quem também aproveitou para difundir leitura foi a galera da Secretaria de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu com o Projeto "Livro Livre". Foram libertos vários títulos, entre eles 'Lembrancinha do Adeus' do jornalista Julio Ludemir, que não desperdiça oportunidade formar novos leitores.
Favela é Grafite
Uma das grandes marcas do Circulando é a arte do Grafite. Os muros de casas, lojas e bares do morro do Alemão expõem muitas cores que a cada edição colorem a vida na favela. Artistas plásticos ligados ao Raízes em Movimento são autores que dão vida a becos e vielas através de sua arte.
Entre latas de spray, tintas e muros encontra-se Una, única grafiteira mulher do grupo Conflitos Crew. Desenhista desde criança, atualmente com 21 anos, Una afirma que não vê problema nenhum em grafitar na Favela. "Estou no grupo há apenas três meses mas desde então não quero largar a tinta." finaliza Una que já grafitou muros do morro do Juramento e Tabajara.
por Juliana Portella
Com intuito de criar um instrumento de cultura que possa intervir na favela, mostrando uma realidade que não a violência, o "Circulando – diálogo e comunicação na favela" reúne crianças, jovens e adultos para apreciar e fazer arte no Conjunto de Favelas do Alemão. O movimento agregador que age em parceria com Observatório de Favelas e do Grupo Raízes em Movimento desde 2007, teve a sua 7ª edição no ultimo sábado (18/12).
Além de possibilitar que moradores daquela comunidade sejam beneficiados com ações de cidadania, o objetivo central do evento é apresentar a pessoas de dentro e fora da comunidade que periferia não é só lugar de carências e descaso público. "Favela é lugar de criação, criatividade." Afirma o coordenador do Raízes em Movimento, Alan Brum que nunca hesitou em realizar atividades nas comunidades nesse imenso conjunto de favelas que possuem um legado histórico marcado pelo crime. "Com sinceridade, nunca tivemos problemas nenhum aqui no Complexo. Portanto, não há diferença alguma em trazer o Circulando com ou sem o tráfico." concluiu Alan.
A programação que se estendeu durante todo o sábado com caminhada ecológica, mutirão de grafite, rajadas poéticas, apresentação de esquete teatral e mostra de vídeos foi encerrada em alto estilo com show das bandas Ponto de Equilíbrio e Marechal Sistah. Estande de Educação ambiental, assessoria jurídica da OAB, carro da saúde móvel e serviços de Central de Apoio ao Trabalhador também foram aferecidos a fim de facilitar os moradores.
Militância da leitura
Além das rajadas poéticas o evento contou com a biblioteca intinerante do projeto "Ler é 10", de Otávio júnior, vencedor do Prêmio Faz Diferença do jornal O Globo. O militante da leitura que leva literatura as favelas do Complexo e da Penha dificilmente deixa que os livros falem por si só. Otávio realiza contação de histórias com intuito de despertar interesse pela leitura nas comunidades. Quem também aproveitou para difundir leitura foi a galera da Secretaria de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu com o Projeto "Livro Livre". Foram libertos vários títulos, entre eles 'Lembrancinha do Adeus' do jornalista Julio Ludemir, que não desperdiça oportunidade formar novos leitores.
Favela é Grafite
Uma das grandes marcas do Circulando é a arte do Grafite. Os muros de casas, lojas e bares do morro do Alemão expõem muitas cores que a cada edição colorem a vida na favela. Artistas plásticos ligados ao Raízes em Movimento são autores que dão vida a becos e vielas através de sua arte.
Entre latas de spray, tintas e muros encontra-se Una, única grafiteira mulher do grupo Conflitos Crew. Desenhista desde criança, atualmente com 21 anos, Una afirma que não vê problema nenhum em grafitar na Favela. "Estou no grupo há apenas três meses mas desde então não quero largar a tinta." finaliza Una que já grafitou muros do morro do Juramento e Tabajara.
Marcadores: Juliana Portella
Carona pública
sábado, 18 de dezembro de 2010
De carona com os organizadores do evento Cinerock – um festival de cinema e rock que ruma para a terceira edição – conversei sobre as ideias que iniciaram o projeto e as motivações que perpassam as duas edições realizadas no Centro Cultural Donana, em Belford Roxo.
Diego Jovanholi, Rodrigo Caetano, e Vagner Vieira, todos moradores da Baixada Fluminense, são integrantes da Pública Alternativa, identificada pela enigmatica logomarca em forma de coroa, vista nas divulgações do Cinerock. Em comum, os rapazes possuem o desejo de fazer alguma coisa positiva pelo local onde moram, a paciência de quem espera por resultados gradativos e, é claro, a música.
O que é o Pública Alternativa?
Diego Jovanholi: É um coletivo produtor de audiovisual, design, eventos de música e cinema.
por Josy Antunes
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| Diego Jovanholi e Rodrigo Caetano - Foto por Bruno Baketa |
Diego Jovanholi, Rodrigo Caetano, e Vagner Vieira, todos moradores da Baixada Fluminense, são integrantes da Pública Alternativa, identificada pela enigmatica logomarca em forma de coroa, vista nas divulgações do Cinerock. Em comum, os rapazes possuem o desejo de fazer alguma coisa positiva pelo local onde moram, a paciência de quem espera por resultados gradativos e, é claro, a música.
O que é o Pública Alternativa?
Diego Jovanholi: É um coletivo produtor de audiovisual, design, eventos de música e cinema.
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