Guia mais que afetivo

sábado, 22 de janeiro de 2011

por FernandoFonseca


 
 
“A palavra da periferia, um dos braços da performance do guia afetivo da periferia, dá a possibilidade de outras pessoas falarem de seus
processos criativos de vivencias da cidade”. Assim disse Marcus Vinícius Faustine, autor do livro ‘Guia afetivo da periferia’ e um dos
grandes personagens na frente do projeto ‘Apalpe – a palavra da periferia’, realizado nos dias 20, 21 e 22 de Janeiro de 2011 na Cede
da Cia dos Atores, Lapa.
Casa lotada, diversidade em todos os níveis perceptíveis, ou não. Tanta diferença. Tanta igualdade. Contos que se criam. Recriam.
Infinitas possibilidades de se reinventar um universo singular. Um único ponto de partida, diversos pontos de chegada. Em um infinito
particular tão próximo ao de todos, como se colocar diante as possibilidades? A resposta já se encontra na porta de entrada...
Apalpe!

Apalpe o vídeo-arte

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

por Yasmin Thayná


Era um dia quente quando li o livro de verdade. A minha caneca de plástico verde era preenchida por um delicioso Mate Leão gelado. As páginas cujas pontas eram vermelhas com folhas grossas, eram lidas de acordo com a passagem do sol pela enorme janela da varanda de minha casa. Minhas vistas já doíam. Mas eu não me via em outro lugar a não ser sentada na cadeira feita de bambu na claridade absoluta.

Paz nas lans houses

por Luiz Gabriel e Luciana Moreira


O sucesso da internet veio acompanhado da explosão das lans-houses. Elas vieram para ficar. Estão em qualquer bairro, seja na periferia ou nas partes nobres da cidade.

Como todos sabem, lan-house é um estabelecimento comercial com inúmeros computadores com acesso à internet. Pelo menos na periferia, o usuário paga um real a hora para navegar na grande rede depois de digitar seu nick e uma senha. Você pode acessar a internet. E jogos como GTA e CS, cujos jogadores produzem um barulho ensudercedor.

Vale a pena

por Dandara Guerra


A vida está sempre nos surpreendendo. Estava na casa de minha mãe em Arraial do Cabo, quando o celular tocou. Era um úmero desconhecido. Atendi intrigada. “Oi, Dandara, tudo bem?", disse uma voz fina, que em seguida se apresentou como Bel, da Casa da Alessa. Meu coração disparou quando ela fez o convite para eu trabalhar como modelo, ainda mais indicada pelo Alex Firmino, que segundo ela é um grande admirador meu.

Fiquei superansiosa para saber do que se tratava, mas ela disse que explicaria melhor em um encontro em Ipanema. "Tem como você vir hoje?", perguntou. Respondi que naquele dia não teria como, mas no dia seguinte estaria lá. Sem falta. Quase não dormi aquela noite, com medo de não chegar a tempo para nosso encontro. Teria ônibus? A estrada estaria engarrafada?

Mais frequência

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

por Gabriel Barbosa

Ademir Loureiro, um morador da Prata de 65 anos, foi ao evento em comemoração ao aniversário da cidade com o objetivo de retirar ou pegar um encaminhamento da 2ª via da identidade. “O atendimento foi muito bom”, comemorou ele, que entendeu a pequena demora ser atendido em face da quantidade de pessoas atrás dos mesmos serviços. Para Ademir, o evento foi bem divulgado e organizado. “Gostaria de ver a prefeitura realizando eventos como este com mais frequência.”

 
 
 
 
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