por Renato Acácio
O domínio da língua inglesa em tempos de globalização deixou há tempos de ser um diferencial para se tornar uma necessidade. Os mais atentos já devem ter reparado na quantidade de cursos e escolas de idiomas que abrem as portas em nossa região. Essa não é só uma constatação visual, pois o mercado das escolas de idiomas realmente está aquecido. “Parece absurdo, mas houve épocas em que eu pude escolher onde trabalhar”, afirma Bianca Teixeira, estudante de desenho industrial e professora de inglês há 5 anos. Trabalhando atualmente em duas escolas, uma em Nilópolis e outra em Nova Iguaçu, Bianca avalia que o principal motor da busca pelo conhecimento do idioma é o mercado. “Talvez em outros tempos fosse mais fácil dar aulas de inglês, porque os alunos, pelo menos adolescentes, como muitos casos meus, aprendiam por interesse. Eu vejo mais um crescimento de consciência da importância por parte dos pais do que deles próprios”, analisa a jovem de 24 anos, que aprendeu a língua por prazer na adolescência.
Yes, nós temos globalização
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
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Caiu na rede
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
O que pensamos quando nos encontramos comprando redes, mantas e até mesmo toalhas de mesa? Jânio, um jovem de apenas 17 anos mais conhecido pelos clientes e amigos por Pará, conta como é o verdadeiro processo percorrido pelos paraibanos que saem de suas cidades de origem e vêm para o Rio de Janeiro trabalhar como ambulantes.
Na Paraíba, certos comerciantes procuram pessoas que se interessam em pegar um valor em dinheiro emprestado. "Nós pagamos com nosso trabalho", conta ele, que chegou ao Rio de Janeiro depois de uma viagem de três dias e três noites em um caminhão. Para ele, no entanto, o maior problema é a distância da família.
por Felippe Horsth
O que pensamos quando nos encontramos comprando redes, mantas e até mesmo toalhas de mesa? Jânio, um jovem de apenas 17 anos mais conhecido pelos clientes e amigos por Pará, conta como é o verdadeiro processo percorrido pelos paraibanos que saem de suas cidades de origem e vêm para o Rio de Janeiro trabalhar como ambulantes.
Na Paraíba, certos comerciantes procuram pessoas que se interessam em pegar um valor em dinheiro emprestado. "Nós pagamos com nosso trabalho", conta ele, que chegou ao Rio de Janeiro depois de uma viagem de três dias e três noites em um caminhão. Para ele, no entanto, o maior problema é a distância da família.
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Textos encenados em oito minutos
sábado, 22 de janeiro de 2011
por Yasmin Thayná
"O projeto Apalpe - A Palavra da Periferia é um convite à formação de um novo campo na cultura e uma nova forma de lidar com a criação artística. Implica experimentações estéticas a partir do uso da palavra combinando linguagens como literatura, vídeo, artes plásticas fotografia. O projeto é um desdobramento do livro Guia afetivo da periferia, de Marcus Vinícius Faustini." Cristiane Bráz e Ecio Salles, pesquisadores do apalpe.
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Meu primeiro filme
por Josy Antunes
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| Cristiane Brás, diretora da ELC - Imagem extraída de http://apalpe.wordpress.com/ |
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Guia mais que afetivo
por FernandoFonseca
“A palavra da periferia, um dos braços da performance do guia afetivo da periferia, dá a possibilidade de outras pessoas falarem de seus processos criativos de vivencias da cidade”. Assim disse Marcus Vinícius Faustine, autor do livro ‘Guia afetivo da periferia’ e um dos grandes personagens na frente do projeto ‘Apalpe – a palavra da periferia’, realizado nos dias 20, 21 e 22 de Janeiro de 2011 na Cede da Cia dos Atores, Lapa.
Casa lotada, diversidade em todos os níveis perceptíveis, ou não. Tanta diferença. Tanta igualdade. Contos que se criam. Recriam. Infinitas possibilidades de se reinventar um universo singular. Um único ponto de partida, diversos pontos de chegada. Em um infinito particular tão próximo ao de todos, como se colocar diante as possibilidades? A resposta já se encontra na porta de entrada... Apalpe!
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