Yes, nós temos globalização

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

por Renato Acácio

O domínio da língua inglesa em tempos de globalização deixou há tempos de ser um diferencial para se tornar uma necessidade. Os mais atentos já devem ter reparado na quantidade de cursos e escolas de idiomas que abrem as portas em nossa região. Essa não é só uma constatação visual, pois o mercado das escolas de idiomas realmente está aquecido. “Parece absurdo, mas houve épocas em que eu pude escolher onde trabalhar”, afirma Bianca Teixeira, estudante de desenho industrial e professora de inglês há 5 anos. Trabalhando atualmente em duas escolas, uma em Nilópolis e outra em Nova Iguaçu, Bianca avalia que o principal motor da busca pelo conhecimento do idioma é o mercado. “Talvez em outros tempos fosse mais fácil dar aulas de inglês, porque os alunos, pelo menos adolescentes, como muitos casos meus, aprendiam por interesse. Eu vejo mais um crescimento de consciência da importância por parte dos pais do que deles próprios”, analisa a jovem de 24 anos, que aprendeu a língua por prazer na adolescência.

Caiu na rede

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

por Felippe Horsth


O que pensamos quando nos encontramos comprando redes, mantas e até mesmo toalhas de mesa? Jânio, um jovem de apenas 17 anos mais conhecido pelos clientes e amigos por Pará, conta como é o verdadeiro processo percorrido pelos paraibanos que saem de suas cidades de origem e vêm para o Rio de Janeiro trabalhar como ambulantes.

Na Paraíba, certos comerciantes procuram pessoas que se interessam em pegar um valor em dinheiro emprestado. "Nós pagamos com nosso trabalho", conta ele, que chegou ao Rio de Janeiro depois de uma viagem de três dias e três noites em um caminhão. Para ele, no entanto, o maior problema é a distância da família.

Textos encenados em oito minutos

sábado, 22 de janeiro de 2011

por Yasmin Thayná



"O projeto Apalpe - A Palavra da Periferia é um convite à formação de um novo campo na cultura e uma nova forma de lidar com a criação artística. Implica experimentações estéticas a partir do uso da palavra combinando linguagens como literatura, vídeo, artes plásticas fotografia. O projeto é um desdobramento do livro Guia afetivo da periferia, de Marcus Vinícius Faustini." Cristiane Bráz e Ecio Salles, pesquisadores do apalpe.

Meu primeiro filme

por Josy Antunes

Cristiane Brás, diretora da ELC - Imagem extraída de http://apalpe.wordpress.com/
O 2º dia de programações do Apalpe - A Palavra da Periferia - teve cara de evento da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu. Entre os pontos em comum estão: 1 - Pessoas assíduas por novas experimentações. 2- Tantas pessoas assíduas por novas experimentações que ultrapassam o limite físico do local disponível para o evento. 3- Tantas pessoas tão assíduas por novas experimentações, que não sabe-se mais indicar com precisão quem é público observador e quem é público realizador, ou ainda, se há um limite entre um e outro. Além de tudo isso, a ELC estava representada ontem, 21 de janeiro, na Cia dos Atores, na Lapa. É que os alunos das turmas de roteiro e animação tinham a missão não só de representar a cidade, mas de defender suas criações diante de uma banca formada pelo cineasta Luis Carlos Nascimento e pelos críticos de cinema Carlos Alberto Mattos e Ivana Bentes.

Guia mais que afetivo

por FernandoFonseca


 
 
“A palavra da periferia, um dos braços da performance do guia afetivo da periferia, dá a possibilidade de outras pessoas falarem de seus
processos criativos de vivencias da cidade”. Assim disse Marcus Vinícius Faustine, autor do livro ‘Guia afetivo da periferia’ e um dos
grandes personagens na frente do projeto ‘Apalpe – a palavra da periferia’, realizado nos dias 20, 21 e 22 de Janeiro de 2011 na Cede
da Cia dos Atores, Lapa.
Casa lotada, diversidade em todos os níveis perceptíveis, ou não. Tanta diferença. Tanta igualdade. Contos que se criam. Recriam.
Infinitas possibilidades de se reinventar um universo singular. Um único ponto de partida, diversos pontos de chegada. Em um infinito
particular tão próximo ao de todos, como se colocar diante as possibilidades? A resposta já se encontra na porta de entrada...
Apalpe!

 
 
 
 
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