Independência e rock

terça-feira, 1 de março de 2011

por Rodrigo Caetano; fotos Evento Cinerock


Nesse último sábado aconteceu a terceira edição do Cinerock, uma mostra de música, artes visuais e cinema independente que teve a participação de vários artistas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Mas o carro chefe do evento são as participações musicais, nessa edição com cinco apresentações.

A primeira apresentação musical da noite foi de Rodrigo Barreto, com participação de Matheus Topine e Leonardo Freitas no charango (instrumento boliviano que é feito com a carapaça de um tatu) e violão, respectivamente. A canção chamada “Primeiro Trem” deu um ar singelo para o Cinerock. Rodrigo Barreto é um daqueles artistas que fazem canções aparentemente sem sentido, cuja voz e violão cativam são altamente cativantes.

Proibido para menores de 14 anos

por Jéssica de Oliveira; fotos Evento Cinerock


A Mostra Independente Cinerock foi um sucesso total. Em sua terceira edição, o evento levou ao público que visitou o SESC no último domingo, uma tarde de sessão de curtas metragens e uma noite com quatro bandas de rock: Expresso Aurora, Audionari, Andrade e a Torre e Tatubala. Entretanto, antes dessa cena barulhenta animar o Cinerock, as portas do evento foram abertas com uma bela exposição de artes visuais.

Doze artistas participaram da exposição com 38 obras que variavam da pintura a óleo à tipografia, passando pelas fotografias. “O nosso objetivo principal não foi selecionar, mas incluir. Ninguém foi excluído da exposição”, conta o produtor Vagner Vieira.

Escola modelo

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

por Lucas Lima

Em seus quatro anos de existência, a Escola Livre de Cinema, situada no bairro de Miguel Couto, em Nova Iguaçu, não formou apenas alunos capacitados para fazer audiovisual, mas também uma nova forma de as pessoas verem o mundo e terem uma nova percepção de território e centralidade. Além disso, o projeto deu uma alta visibilidade para o município.

Segundo Anderson Barnabé, coordenador artístico, Nova Iguaçu só atraía a atenção da mídia pelo sua miséria e pela sua pobreza. "Quando começa a surgir pessoas fazendo audiovisual, esse audiovisual interagindo e dando espaço a outras linguagens, começamos a ter muita visibilidade. Hoje temos que marcar hora com cineastas e pessoas que desenvolvem projetos sociais até de outros países. As pessoas passam por aqui para saber como existe uma escola de cinema na periferia da Baixada que produz além de cinema em si, pensamentos".

Pecado da gula

por Juliana Portella


Depois da matéria do famoso salgadinho amarelinho, vulgarmente conhecido como biscoito de isopor, dedicarei mais um texto à gastronomia popular. Falando de gastronomia real. Delícias populares. Comidinhas que todo mundo gosta. Com direito a endereço, preço e cardápio, prepare-se para encontrar dicas de guloseimas que fazem parte do cardápio da galera iguaçuana.


Gorduras à parte, numa dessas incursões Nova Iguaçu a fora é possível descobrir verdadeiras delícias. A lanchonete FROGS é muito conhecida pelo seu variado cardápio especializado em fast-food. Para quem quer fazer um lanche rápido, as sugestões são as mais atraentes. Entre tentações que vão de sanduiches a batata frita, sobressai o famoso ”Frogs-montanha”, feito com três fatias de pão, duas carnes, duas fatias de queijo, bacon e maionese. Essa montanha de sabor custa R$ 6,60 nos sabores carne e frango e R$ 9,30 no sabor picanha. "É uma boa opção pra quem quer matar a fome", aprova a estudante Thaline Flôres, que é fã numero um dos lanches do FROGs. Além de morar pertinho da lanchonete, na rua Ione Torres Ennes, mais conhecida como rua da Feira, Centro de Nova Iguaçu, Thaline estuda engenharia Civil na UGB, que também é bem perto da segunda sede da lanchonete, na Estrada Abílio Augusto Távora, em frente à Unig.

Barro na avenida

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

por Luiz Gabriel

Foi dada a largada para o carnaval 2011. Tem a turma que aproveita o feriadão para viajar, mas é cada vez maior o número de foliões que passa os quatro dias correndo atrás de blocos como o Bola Preta e o Suvaco do Cristo, no Rio de Janeiro. Quem vai ficar na Baixada Fluminense pode gastar sola de sapato atrás da Tradição Bairrerense, que há dez anos vem garantindo a alegria dos moradores de Mesquita.

Fundado no dia 27 de dezembro de 2000, na associação de moradores do Morro do Alto Uruguai, no centro de Mesquita, vê-se o irreverente espírito do carnaval carioca até mesmo no nome do bloco. "Antes só tinha barro no bairro da gente", cona Creuza da Silva, uma senhora de 69 anos nascida no Andaraí, na Zona Norte do Rio, que se tornou uma "mesquitense de coração". "Tudo começou depois de um torneio de futebol organizado pelo técnico José Carlos", lembra dona Creuza, uma das fundadoras e atual diretora de harmonia do bloco, cuja sede foi transferida para o pé do Viaduto de Mesquita, na Estrada Feliciano Sodré.

 
 
 
 
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