Diversidade multimídia

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

por Josy Antunes
Foi inaugurado o Setor Diversidade Étnica, na Biblioteca Professor Cial Brito, que fica no Espaço Cultural Sylvio Monteiro. Assista a matéria a seguir:

Caravana dos editais

por Hosana Souza

Enquanto as chuvas castigavam Nova Iguaçu nos últimos dias 09, 10 e 11 de dezembro, onze escolas municipais de Nova Iguaçu recebiam a Caravana de Editais Bairro-Escola 2010, formada por representantes da Secretaria Municipal de Assistência Social e Prevenção a Violência (SEMASPV), da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (SEMCTUR), da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEMEL) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura (SEMAM). A caravana percorreu oito bairros do município divulgando os cinco editais preparados para o próximo ano. Todos os editais foram contemplados com a verba do Governo Federal e estarão dando continuidade aos trabalhos já desenvolvidos em Nova Iguaçu.

Este é o segundo ano consecutivo em que a caravana dos editais percorre os bairros da periferia de Nova Iguaçu, a fim de divulgá-los. A diferença entre os dois anos é que em 2008 a SEMCTUR estava sozinha nesta caminhada, divulgando os chamados pontinhos de cultura. Outra grande diferença é que agora pessoas físicas poderão participar seus currículos para as secretarias afins. “A ideia é animar as pessoas físicas e entidades a desenvolverem seus currículos e projetos para as oficinas de cultura em todas as escolas da rede”, conta a assistente social Sandra Mônica, uma das adjuntas da SEMCTUR. As secretarias envolvidas na caravana funcionarão como uma grande central de cadastramento de projetos, avaliando-os e em seguida repassando-os para as escolas. As pessoas físicas só poderão cadastrar um projeto por área. Já as pessoas jurídicas ou entidades que possuam o CNPJ poderão inscrever até três projetos por área.

Mentes aberta

por Fernando Fonseca


Textos literários, professoras da rede municipal de Ensino de Nova Iguaçu, um compositor e um doutor no campo da educação. Esses foram os ingredientes para a criação do projeto ministrado pelo secretário de cultura de Nova Iguaçu, Marcus Vinícius Faustini, com o secretário adjunto de cultura, Écio Salles, que visam à utilização de adaptações literárias para o cotidiano dos alunos como ferramenta de ensino nas salas de aula.

A ideia inicial do projeto era adaptar o poema I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias, para o teatro, mas a participação na campanha Funk é Cultura, durante a qual o deputado estadual Marcelo Freixo atraiu as melhores cabeças do Rio de Janeiro para a ALERJ, fez com que tanto Faustini quanto Salles pensassem numa parceria com o MC Leonardo, criador de alguns dos maiores clássicos do gênero e um dos expoentes da luta pela legalização dos bailes. “Agora nossa ideia é transformar o I-Juca Pirama em um funk”, conta Écio Salles.

A pulseira da discórdia

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

por Lucas Lima e Melissa Saliba


A polêmica das pulseirinhas coloridas de silicone com que os jovens estão enfeitando os pulsos já chegou a Nova Iguaçu. Meninos e meninas tentam usá-las da maneira mais criativa e colorida possível, mas são cada vez mais frequentes os constrangimentos decorrentes do sentido sexual agregado.

O chamado "Snap Game", ou "Jogo de Arrancar" em português, tem dado muita dor de cabeça aos pais e educadores. As opiniões entre eles e as próprias crianças são as mais variadas possíveis. O uso das pulseiras remonta às escolas da Inglaterra e dos Estados Unidos, onde foram totalmente proibidas depois que se criou em cima delas um jogo de cunho sexual. Funciona da seguinte maneira: a pessoa que arrancar uma pulseira do braço de outra, faz aquilo que a cor da pulseira representar.

Uma recente pesquisa, realizada por um site com 46.000 pessoas, mostra que 34% dos entrevistados continuam usando as pulseiras como bijuteria, mas 25% aproveitaram a polêmica para adotá-las como as “pulseirinhas do sexo”, 23% pararam de usar porque se sentiram ameaçados e 18% ficaram na dúvida e estão esperando até onde vai a moda.

Culminância ao vivo

por Lucas Lima

A culminância nas escolas municipais de Nova Iguaçu tinha como objetivo fazer um balanço das oficinas de português e matemática, que ao longo do segundo semestre trabalharam com os contos de Câmara Cascudo e Malba Tahan. Mas quem roubou a cena na Dr. Ruy Bercot de Mattos foi a Rádio Cidadão.

Coordenada pelo técnico de informática Edson Rogério Batista de Souza, 40 anos, a Rádio Cidadão foi criada durante as oficinas de rádio do Mais Educação. “A diretoria me deu a oportunidade de fazer essa experiência na escola e está sendo uma experiência muito boa”, conta o coordenador, tão eufórico quanto as crianças.

A oficina está sendo costurada com o pessoal do hip hop e do teatro, que também chegou à escola de Jardim Alvorada por intermédio do Mais Educação, uma parceria entre o Governo Federal e a Prefeitura Municipal de Nova Iguaçu que equipou nossas escolas com fanfarras, pickups e rádios. “As crianças estão adorando”, afirma Edson de Souza.

 
 
 
 
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