Surfando na lama
Carnaval para muitas pessoas é sinônimo de brilho, samba e festa!
Mas para aqueles que não têm pique para cair na folia, fugir para um lugar de descanso é sempre uma boa.
Há quase dez anos acampo durante o carnaval com minha família. É uma oportunidade quase única de reunir todos e passar algum tempo perto da natureza.
Conforto? Quem quer conforto fica em casa.
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Cansado dos humanos
por Wanderson Duke
Deve estrear no Brasil, no final de fevereiro, o longa Legião (Legion), que à primeira vista me pareceu ser um daqueles filmes religiosos cristãos, os quais vieram na onde de O Livro de Eli. Mas não é possível, porque aqui Deus é o vilão, já que se cansou dos humanos e resolveu nos destruir. Assim providencia um apocalipse, que só não fica pior porque um dos anjos chefes, Michael (Miguel), revolta-se contra ele e pede outra oportunidade. Mas seu irmão, que surge para matar a mulher, grávida de um filho que pode salvar a humanidade, não concorda.
Entenderam? Pois é, há uma espécie de parábola sobre José (no caso, o rapaz Lucas Black, que fez aquele s Velozes e Furiosos ambientado no Japão), que ama uma garçonete (que se faz às vezes de Maria, pois está grávida e não se sabe quem é o pai da tal criança que pode ser a salvação).
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Hippie de boutique
por Robert Tavares
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Malucos belezas
por Tuany Rocha Santos
Na década de 60, após a guerra do Vietnã, nos Estados Unidos, surgiu um novo estilo de mobilização e contestação social: jovens de classe média passaram a defender ideias e a se comportar de maneira totalmente oposta a uma sociedade mecanicista. Era a Contracultura.
Um dos filhos da Contracultura foi o movimento hippie, cujos seguidores tinham como característica cabelos compridos, roupas coloridas, misticismo, drogas e seu próprio estilo de música.
Mas era só isso?
Para a surpresa do sistema, não...
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Beijos garantidos
"O circo, o rock e a cerveja gelada estão de volta!" É com essa frase imperativa que a Geração Delírio, junto aos Los Tchatchos Trupe, anunciam a volta do antigo Cabaré Viaduto, agora com o sugestivo nome Cabaré Beijoca.
O evento ganha um espaço novo, "muito maior e mais tranquilo", como afima Daniélis Heringer, uma das produtoras da festa. Para essa moradora de Mesquita, a mudança de point era inevitável. "Movimentos criativos como o Cabaré, que recebem gente grande, precisam de lugares grandes. A galera precisa transbordar, e esse novo local é lugar para isso".
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