Religião masculina

terça-feira, 16 de março de 2010

por Joaquim Tavares


Não é difícil ouvir essa frase, que já virou uma espécie de jargão: ’Brasileiro que se preze tem que gostar de futebol’. E há de se convir que, por mais preconceituosa que possa parecer, essa afirmação diz muito sobre nosso país.

A imagem do brasileiro está impregnada de estereótipos que não se podem desgarrar tão facilmente. Para muitos, o futebol é quase que um sinônimo para Brasil, e isso não deixa de ser um pouco verdade em muitos casos.

A Inglaterra criou o futebol como esporte, mas o Brasil o determinou como o mais praticado do mundo. Esse fato pode ser facilmente constatado nos dias de domingo pelo país a fora. São inúmeros aqueles que têm seu emprego, sua família e, ainda assim, não deixam de jogar suas ‘peladas’, que se tornam quase uma religião.

A bela acordada

por Luz Anna


Era uma vez uma princesa, uma bela adormecida que vivia em um castelo.

A adormecida pelo tempo, tempo em que a mulher era quase o pecado original, inspiração para luxúria que chegava aos pobres e frágeis homens que não resistiam a esse encanto.

Adormecida pela tradição - tradição que fazia da mulher quase um “carma” familiar, a ser cuidado, protegida pelo pai, e depois entregue com certo alívio, fruto do dever cumprido, ao marido para ser esposa e mãe.

E por fim, que também é o começo de uma grande luta, adormecida pelo medo, medo de ser o que é acima de tudo, acima de tantos, acima de todos, mulher.

O sucesso dos independentes

segunda-feira, 15 de março de 2010

por Fernando Fonseca


A cada ano, é cada vez maior o número de filmes independentes e de baixo orçamento na noite de premiação do Oscar. O grande ponto a ser levantado com essa observação, porém, é o fato de que essas narrativas verídicas, muitas vezes jogando histórias nuas e cruas na cara do espectador, estão começando a desbancar os grandes estúdios hollywoodianos.

Investimento garantido

por Marcelle Abreu

Quem não gosta de estar bem vestido? De inovar o guarda-roupa e fazer parte do que chamamos de moda?

Todos gostam, mas nem todos fazem parte da classe onde gastar é o de menos.

Muitos são filhinhos de papai e mamãe,que compram o que querem,sabendo que tem quem pague. Porém, quem não tem fica sem ou se esforça para fazer parte desse grupo.

Feira de remédios

por Marcelle Abreu

A feira de livros existe há 56 anos. Ela fica exposta uma vez por ano, durante um mês,em pelo menos sete lugares diferentes, como Caxias, Campo Grande, Bangu e Cinelândia, muitas vezes em dois ou três lugares na mesma época. A de Nova Iguaçu foi inaugurada esta segunda-feira.

A feira do livro surgiu na Cinelândia, onde muitos editores e autores colocavam seus livros para serem vendidos em bancas feitas de caixote. Até que alguns vereadores resolveram criar um projeto para que esses tivessem onde vender seus livros. Logo após veio a criação de uma lei municipal, que dá direito a fazer essas feiras.

 
 
 
 
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