Batom azul: fashion ou exagero?

domingo, 29 de agosto de 2010

por Robert Tavares











Há pouco houve um boom oitentinha no mundo da moda! As passarelas, sites e revistas foram invadidos por peças que eram ícone da época, sob releitura, que tornou tudo contemporâneo e usável. O responsável por isso não se sabe ao certo, mas acredita-se que a união entre grandes nomes e a vontade de tornar útil aquilo que já foi visto no passado, transformando-o em novo, tenha sua parcela de culpa neste movimento do resgate. Abrindo o baú da vovó encontramos peças, que com a combinação certa, farão sucesso nas rodas mais influentes do meio fashion. Apesar de toda a variedade em acessórios e roupas, é a maquiagem com características dos anos 80 que vem ganhando força com desfiles e celebridades encorporando o lifestyle vintage. Exemplo disso são nomes como Katy Perry, Ke$ha e Jana Rosa, que adicionaram o "arriscado" batom azul em suas necessaires. A especialista em make up, Bruna Tavares, conta que "eu nao acho que essa moda pegue porque é ousada demais...mas acredito que os subtons azuis estão com tudo mesmo (vide snob da mac) e aí é uma coisa pra se pensar...de repente num batom azul para misturar com lilás, com roxo, com rosa...criando essa nuance mais fria de batom, que essa sim vem com tudo, pintando geral! Mas o azul mesmo...só paras as mais ousadas e  rockeirinhas. Essas com certeza vão acabar comprando algum!", explica.

Depois de aparecer no SPFW, no desfile feminino de Alexandre Herchcovit, na revista Criativa e em editorias, ele acabou se tornando a bola da vez. Porém,  carregado de polêmica e inseguranças. Para quem deseja experimentar essa tendência e se sentir um pouco trend, ernanda Allegretti dá a dica: Pode usar aquacolor, pigmento ou mesmo sombra para conseguir um tom de azul. Prefere o bom e velho batom? A marca Chanel tem a cor Hysteria, um roxo escuro azulado ma-ra-vi-lho-so.


Será que a moda pega na vida real? E você, arriscaria uma cor nada discreta como esta ou prefere se manter no rosinha e, no máximo, ousar no vermelhão?

Capital da dança

sábado, 28 de agosto de 2010

por Fernando Fonseca


Parecia um sonho, uma obra-prima sendo executada em um local tão conhecido. Centenas de pessoas amontoadas umas sobre as outras, espremendo-se para captar, nem que por uma fração de segundos, a beleza e genialidade que tomava vida aos pés dos dançarinos. Como em um teatro, era possível sentir a mágica da dança envolvendo os artistas que se apresentavam ao público presente. Um intercâmbio entre os extremos da música capaz de provocar nostalgias indescritíveis. Foi assim que, dando-se início ao 17° Festival de Dança de Nova Iguaçu, às 14h do dia 25 de agosto de 2010, aqueles que compareceram ao TopShopping puderam conferir a emocionante apresentação dos primeiros bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Organizado pela bailarina Tereza Petsold e com duração até o dia 29 de agosto, o evento mostrará para a população local cerca de 2 mil dançarinos, amadores e profissionais, de jazz, balé, sapateado, dança de salão e outras modalidade vindos de todo o Brasil. Com aproximadamente vinte apresentações diárias, Nova Iguaçu torna-se a capital da dança na região, desenvolvendo a cultura local e formando novos talentos.

Um grito de liberdade

por Yasmin Thayná

Hoje, não sei definir experiência. Não sei se é o ADA, Suvinil, Suvinir, Lembrancinha, o Adeus, as facções, a delegacia de Nova Iguaçu ou aqueles olhares assustados dos passageiros do ônibus Flores rumo a Xerém diante da capa do livro “lembrancinha do adeus”. Só sei que me senti uma criminosa lendo o livro dentro do ônibus com um destino traçado para Jardim Primavera, Duque de Caxias. O dia começou quando despertei com a voz da professora me alertando na aula de química, já que a primeira coisa que fiz foi ler o livro. E o dia, de fato começou ali: regado de letras contando a história do primeiro assalto a banco do Rio de Janeiro.

Revolução esvaziada

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

por Hosana Souza, Jefferson Loyola, Jéssica de Oliveira e Renato Acácio

O campus de Nova Iguaçu da Universidade Estácio de Sá recebeu a Conferência do Plano Estadual de Cultura da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que reuniu secretários e agentes culturais da sociedade civil de 17 munícipios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro para discutir políticas públicas na área da cultura. "Estamos construindo uma nova face da cultura. Este encontro é um exemplo da democracia que nós temos de pensar, falar e trocar ideias", disse Nilson Luís Caman, presidente do Conselho Estadual de Cultura.

A ponta do iceberg

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

por Marcelle Abreu


Amanhã, às 18h, será realizado o IX Prêmio Baixada. Você ainda não sabe do que se trata? Não se preocupe, eu explico pra você.

O prêmio Baixada foi criado pelo Fórum Cultural da Baixada Fluminense em 2000, durante um encontro chamado Quem é Quem no Cenário Cultural da Baixada Fluminense, idealizado pelo PIMBA (Programa Integrado de Pesquisas e Cooperação Técnica na Baixada Fluminense), um programa do campus da UERJ, onde o encontro foi realizado. Os responsáveis pelo encontro foram os professores Paulo Ramos, do próprio PIMBA, e o professor Gênesis Torres, do IPAHD (Instituto de Pesquisa e Análises Históricas e de Ciências Sociais da Baixada Fluminense).

 
 
 
 
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