Barbas em quadrinhos

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

por Yasmin Thayná






"Sempre tive barba e me vesti mal. Adoro usar bota. Não tenho tênis, apenas botas e essa preferência não advém dos estilos musicais. Sempre gostei do rock ao samba."

Street boys

por Lucas Lima

Na maioria das vezes por necessidade, pessoas se submetem a trabalhar em lugares e em condições que não gostariam, para obter uma renda financeira. É o caso dos divulgadores externos, conhecidos também como promotores, assistentes comerciais ou streets.

Esses trabalhadores têm a tarefa de levar público para as empresas que representam. Na maioria das vezes com muitas dificuldades. “Trabalho na rua há um ano e seis meses e além de me cansar muito, trabalho debaixo de chuva, de sol", conta Mariana de Almeida Carneiro, uma promotora de uma firma de empréstimo no centro de Nova Iguaçu de 25 anos. Sua missão é convencer clientes a entrarem na loja da empresa com a qual tem contrato. Não é fácil.

O Maracanã do Funk

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

por Bruno Firme

Com dois anos de existência, o Clube do Rocha já é um dos maiores points da noite iguaçuana. Atrai jovens de todas as classes e até pessoas de outros municípios. "Fiquei sabendo desse espaço na net e resolvi conhecer, pois queria encontrar um lugar mais barato para curtir a night”, conta o estudante Thiago Santana, que no último sábado saiu de Niterói com cinco amigos em seu fusca verde para curtir uma noite sensivelmente mais barata. “Lá onde eu moro uma cerveja em lata custa R$ 5,00.” No Clube do Rocha, conhecido como o Maracanã do Funk, a cerveja custa R$ 0,50.

Yes, nós temos globalização

por Renato Acácio

O domínio da língua inglesa em tempos de globalização deixou há tempos de ser um diferencial para se tornar uma necessidade. Os mais atentos já devem ter reparado na quantidade de cursos e escolas de idiomas que abrem as portas em nossa região. Essa não é só uma constatação visual, pois o mercado das escolas de idiomas realmente está aquecido. “Parece absurdo, mas houve épocas em que eu pude escolher onde trabalhar”, afirma Bianca Teixeira, estudante de desenho industrial e professora de inglês há 5 anos. Trabalhando atualmente em duas escolas, uma em Nilópolis e outra em Nova Iguaçu, Bianca avalia que o principal motor da busca pelo conhecimento do idioma é o mercado. “Talvez em outros tempos fosse mais fácil dar aulas de inglês, porque os alunos, pelo menos adolescentes, como muitos casos meus, aprendiam por interesse. Eu vejo mais um crescimento de consciência da importância por parte dos pais do que deles próprios”, analisa a jovem de 24 anos, que aprendeu a língua por prazer na adolescência.

Caiu na rede

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

por Felippe Horsth


O que pensamos quando nos encontramos comprando redes, mantas e até mesmo toalhas de mesa? Jânio, um jovem de apenas 17 anos mais conhecido pelos clientes e amigos por Pará, conta como é o verdadeiro processo percorrido pelos paraibanos que saem de suas cidades de origem e vêm para o Rio de Janeiro trabalhar como ambulantes.

Na Paraíba, certos comerciantes procuram pessoas que se interessam em pegar um valor em dinheiro emprestado. "Nós pagamos com nosso trabalho", conta ele, que chegou ao Rio de Janeiro depois de uma viagem de três dias e três noites em um caminhão. Para ele, no entanto, o maior problema é a distância da família.

 
 
 
 
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