por Hosana Souza
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por Marcelle Abreu
Carnaval. Diversão. Azaração. O carioca espera ansiosamente por essa época. Quem não gosta de aproveitar para viajar, relaxar, se divertir? E muitos se programam o ano inteiro para curti-lo da melhor maneira possível, reunindo sua turma de amigos para alugar uma casa na praia. "Carnaval sem praia não é carnaval", explica Juliene Alves, 21 anos, que conhece de cor e salteado as várias etapas de preparação. "Quem nunca se viu discutindo o assunto 'onde, quantas pessoas, tempo de estadia, compra de mercado' é por preferir aproveitar de outra maneira."
A voz da experiência sugere uma série de precauções para evitar confusão no final. A primeira delas é formar grupos de pessoas próximas, que já possuem certa intimidade. “Eu sempre passo o carnaval com meus amigos, e não gosto quando alguém pensa em levar uma pessoa desconhecida, pois a gente não conhece, não sabe como ela é", afirma Gabriela Noel, 20 anos, do alto da experiência de quem participa desses bondes desde os 17. "Cada um tem seu jeito e suas manias, coisas essenciais para uma boa relação."
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por Douglas Denis
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por Larissa Leotério
Quem nunca considerou o domingo como um dia morto que atire a primeira pedra. E, para os que continuam pensando assim, a melhor dica é o samba que acontece semanalmente na praça do bairro iguaçuano K11.
Quem conta um pouco da história do samba é Luiz Carlo Toro, um dos fundadores: “Saiu de repente. Fomos juntando peças, instrumentos”. Composto por oito integrantes fixos, o grupo formado há quatro anos foi batizado como “Faz Vergonha” basicamente para despertar a curiosidade das pessoas. A intenção é que as pessoas cheguem ao samba, ouçam música de qualidade e convidem outras pessoas.
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por Juliana Portella
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