por Dandara Guerra
A prática de marcar o corpo chega a ser algo tão antigo quanto a própria humanidade. Foram vários os povos que cultivaram esta forma de expressão. Parece até mentira, porém, há indícios de que múmias egípcias do sexo feminino escondem tatuagens, que remontam a 2160 a. C, que cultuam a fertilidade. Com o passar dos anos, esta prática se alastrou por todos os continentes, com diferentes finalidades, que vão de rituais a identificação de grupos socias.
Atualmente cada país há um comportamento diferenciado para lidar com tatuagem. No caso do Brasil, a maneira mais fácil, para simplificar, seria a moda, com utilização de cores vibrantes em uma infinidade de estilos: sexy, marcante, agressiva, forte, com ar de rebeldia…
Marcas da Tentação
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O peitinho do bixo
por Jéssica de Oliveira
Durante o dia, desconheço o que acontece. Só sei discorrer o que rola quando o sol se põe e as luzes começam a se acender. Mas antes de falarmos sobre isso, vamos bandejar?
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Baixada sem ócio
por Raize Souza
“Eu sou movido pela capoeira, eu sou movido pelo berimbau” - é um trecho de uma das músicas cantadas na roda de capoeira do grupo Associação de Capoeira Engenho, que se apresentou no Sesc de Nova Iguaçu no última dia 30, dia da Baixada.
O evento foi coordenado pelo contramestre Chumbinho, que pratica capoeira desde 1994 e que ganhou esse apelido porque quando começou era uma criança pequena e magrinha. O contramestre não deixou que nenhuma das crianças presentes ficasse acuada. "Jogar capoeira é importante porque dá ritmo, equilíbrio, disciplina, respeito às diferenças e tira a criança do ócio", diz Chumbinho.
Caio Ramos já assimilou a importância da capoeira em mente. ”Gosto muito, aprendo muitas coisas e tira a gente da rua”, diz o menino, que sente adrenalina e felicidade quando pratica capoeira.
Felicidade também foi um sentimento expressado pela aluna Graziela Fernandez, de apenas quatro anos. Sua mãe, Gilza Silvino, fala do entusiasmo da filha pela capoeira. "Em casa, ela forra o colchonete e fica fazendo cambalhotas, treinando passos e ansiosa para a próxima aula", conta Silvino. Graziela faz capoeira há quatro meses.
Várias pessoas que passavam se rendiam ao ritmo e arriscavam alguns passos. A maioria, no entanto, ficava apenas olhando este esporte que mistura dança, luta, jogo, música e que acima de tudo é patrimônio cultural brasileiro.
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Paixão de Comendador Soares
por Hosana Sousa
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Falando sério sobre a Baixada
por Juliana Portella
O conhecido projeto entre estudantes normalistas da Cidade de Nova Iguaçu, o Fala Sério!, que é realizado toda quinta-feira no Sesc, sempre em dois horários, das 9h às 12h e das 14h às 17h, teve uma edição especial em comemoração ao aniversário da Baixada, celebrado dia 30 de abril. O que era pra ser uma exibição de filme acompanhada de debate foi um voo histórico com direito a debate de agitadores culturais e historiadores locais, sobre a contemporaneidade da região e suas potencialidades.
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