Pra esquentar o feriado!

sábado, 3 de setembro de 2011

por Raize Souza

Na última quinta-feira, 1° de setembro, a Vila Olímpica de Nova Iguaçu ferveu com a animação das mais de cinquenta escolas de rede municipal que estavam presentes para a abertura da semana da pátria.

Apesar de aparentar ser um evento faixa branca, foi emocionante ouvir todas aquelas crianças cantando em coro o hino de Nova Iguaçu e o do Brasil. Além da animação de um grupo de meninas – que mesmo não fazendo parte da banda Escola Municipal Monteiro Lobato, que tocava no ginásio - dançavam em sincronia envolvidas por sorrisos. Ou até mesmo o fato da maioria dos pequenos tirarem fotos com a plaquinha de sua respectiva escola mostrando orgulho pela instituição e registrando um momento de compromisso social.

João Vitor, 14 anos, é um dos integrantes da banda de E. M. Monteiro Lobato há dois anos e meio. Apesar de haver ensaios ao longo do ano e com uma freqüência ainda maior cinco meses antes da semana do desfile cívico, ele revela que mesmo assim acha legal tocar tambor e desfilar, pois quando faz isso o sentimento que o define é a alegria.

João Vitor e sua banda irão fazer outras apresentações como em Miguel Couto, Tinguá, Queimados, entre outras localidades. Se você quiser conferir ele tocar ou presenciar acontecimentos divertidos, terão mais 6 dias , em mais 9 lugares diferentes com 129 escolas mobilizadas para fazer um bonito desfile esse ano.

Veja agora qual o mais próximo de sua casa e boa semana da pátria.

Pânico nos trilhos

terça-feira, 30 de agosto de 2011

por Joaquim Tavares


É bem cedo. Há uma multidão se empurrando em busca de um valioso lugar sentado durante a sua viagem. Muitos se agridem de todas as formas possíveis, outros passam mal, choram e até desmaiam. O clima de revolta e descontentamento é geral. Sabe onde se passa esse filme? Isso mesmo, nos metrôs e trens espalhados por todo o Rio de Janeiro e parece que não sairá de cartaz nunca!
Com uma rotina que começa dessa forma, não há tranquilidade e bom-humor garantido. E esse é apenas o começo de um difícil dia na saga de vários trabalhadores e estudantes. Literalmente, é começar com o pé esquerdo, que, geralmente, é pisoteado.
“Como eu consigo chegar à faculdade sorrindo, tendo passado por tudo isso já a essa hora da manhã?”, se questiona a estudante Mariana Sampaio, que enfrenta o metrô diariamente há dois anos e desabafa: “O metrô me cansa mais do que as aulas chatas e os professores irritantes!”.
Encarar uma situação assim vai desgastando rapidamente sua paciência, que, ao longo do dia, será exigida mais uma dezena de vezes e, por já ter sido ‘desabastecida’, acaba gerando, em algumas situações, discussões e desavenças desnecessárias. Um exemplo disso é a fala do operário Pedro Campos, que pega o trem lotado indo e voltando do trabalho. “É preciso muita garra para aguentar isso, tenho certeza que muita gente só tá aqui porque precisa mesmo. Já chego trabalho estressado e distribuindo esporro.”.

O Sucesso do Dosvox

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

por Diogo Jovi


O Espaço Silvio Monteiro realizou no dia 22 de agosto eventos da  Semana Nacional da Pessoa  com Deficiência Intelectual e Múltipla. O evento contou com uma série de atividades de inclusão às pessoas portadoras de necessidades especiais ; apresentou aparelhos eletrônicos que podem ser úteis  para melhor comunicação e melhor comunicação com o mundo.

O evento foi realizado pela Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla (SEMDPDEF) e contou com a presença de várias escolas municipais da região, além de autoridades do município e especialistas no assunto. Houve inúmeras atividades de inclusão, como exibição de filmes em que os expectadores videntes – os que possuem a visão - recebiam uma espécie de venda para assistirem, e terem a sensação de como uma pessoa com deficiência visual assiste um filme.  Teve também oficina  de contação de histórias, além de uma oficina “sensorial”, onde o público tinha que descobrir o que era uma determinada coisa pelo cheiro.

2 pedágios, 1 Vaca, 4 almoços e 1 defunto

por Raíze Souza e Rodrigo Caetano



Um jovem repórter , ao contrário do que muita gente deve achar, passa por diversas dificuldades. Às vezes a pauta fura outras não, mas sempre pra conseguir realizá-las precisamos de muita determinação.

A história que vamos contar é sobre uma das matérias que estamos preparando para a Web TV. O entrevistado era o Presidente da Câmara de Vereadores de Mesquita, André Taffarel. Taffarel é um cara que “tá ligado” na baixada e na juventude e foi escolhido porque, além de render uma boa entrevista, poderia dar umas dicas de como fazer a Web TV, já que acumula as funções de vereador e apresentador do programa “Tá Ligado TV”.  

O caminho até o estúdio de gravação era grande (Nova Iguaçu- Barra da Tijuca), e pra variar saímos atrasados. Raize, a repórter, estava um pouco nervosa já que foi pega de surpresa, avisada na hora que seria a sua primeira entrevista em formato de vídeo e não mais uma matéria escrita para o blog Cultura NI. Já Rodrigo, o câmera, estava preocupado tentando achar uma fita que ainda tivesse espaço para gravar a matéria de hoje e com o microfone da câmera que havia sumido. Mais duas pessoas estavam nos acompanhando nessa matéria, o secretário de cultura de Nova Iguaçu, Anderson Ávila, mais conhecido como Batata e o Coordenador do Projeto Agencia da Juventude Comunicaê, Rafael Soares, mais conhecido como Nike. 

Enfim, saímos com fita, sem microfone e o nervosismo, que foi se quebrando no carro enquanto conversávamos. No automóvel, Batata tentava confirmar a entrevista com Taffarel, mas sem sucesso. Então a solução foi voltar – estávamos em Mesquita - para o espaço cultural, afinal não queríamos dar viagem perdida.

Pop in Rio?

domingo, 28 de agosto de 2011

por Abrahão Andrade


É show de rock! Bom, pelo menos é assim que o espetaculoso Rock In Rio pretendia ser desde sua estréia em 1985, idealizado por Roberto Medina, numa sacada empresarial ousada pra época, mas bem coerente com o momento de transição que o Brasil vivia. 

Num breve resumo, via-se o país recém saído da ditadura e a abertura para a música barulhenta deixava de ser uma ideia para se tornar um fato. As guitarras distorcidas invadiam o país do carnaval, com uma receptividade de um público digno de clássicos no Maracanã.

 
 
 
 
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