por Joyce Pessanha
Nova Iguaçu alternativo
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Quem quer ser um pedagogo?
por Joaquim Tavares
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Parabéns ao Poeta
Moduan Matus comemora seu aniversário no dia do escritor e lança três livros |
O poeta Marcio Rufino, da Gambiarra Profana recitamdo um de seus poemas. |
Moduan Matus comemora 57 anos em ritmo de poesia |
Lilian Tabosa recita um de seus poemas |
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Recuse imitações
por Dandara Melo
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Rock in Nova Iguaçu
Não, o nome da produtora não está errado. "Se escreve no singular, para ter a definição de monstro, é um coletivo onde todos têm a mesma cabeça." conta Yuri Chamusca, agitador cultural do grupo. A Seis Cabeça produções é um grupo de produtores culturais que teve início no ano de 2007, em Nova Iguaçu, quando Chamusca trabalhava no Espaço Cultural com Thaís Santos, Leonardo Bazílio e Marcelo Farias. A proposta inicial era fazer um show da banda do Farias, no decorrer da produção, eis que surge a grande idéia: A de fazer um Festival. Já que fazer um show o grupo teria muitos gastos. Mesmo com tantas dificuldades para lançar um Festival na cidade, o grupo se uniu e levou o projeto adiante.
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Mural da posse
por Jéssica Oliveira e REC publicidade
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Operação Beleza
por Luciana Izis
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Dr. Rey, famoso cirurgião plástico. Fonte: internet |
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Espera pelo fim
Antes de ir, entrei na internet pra ver como estavam os fãs da série e, vendo a quantidade de lamentos, a ficha caiu: "daqui a algumas horas eu vou dizer adeus à 10 anos de minha vida". Sequei, então, algumas lágrimas que correram pelo meu rosto e fui ao encontro do "Final Épico", como diziam os críticos da série.
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Batata recheada
por Pedro Felipe Araújo
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Prazer em ser...
por Joyce Pessanha
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O dia em que eu virei adulto
por Saulo Martins
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Casa nova
por Dine Estela
O projeto já foi muito citado por representantes do Ministério da Cultura na ocasião de sua participação da IV Conferência de cultura que aconteceu na cidade como um projeto modelo para a formação de profissionais comprometidos com a boa prática do jornalismo. Também foi lembrado na última plenária da ECO UFRJ pelo projeto Conexões Urbanas e Universidade na fala de Écio Salles (doutor em Comunicação da UFRJ) e Coordenador de Cultura e Educação da Secretaria de Cultura do RJ . Ele que já foi Secretário de Cultura de Nova Iguaçu hoje fala em levar a experiência para nível estadual. “Tenho muito orgulho de ter dado continuidade neste projeto iniciado pelo ex-secretário Marcos Faustini. Também acredito muito no potencial dos jovens como a nossa esperança. Entendemos que as periferias estão cada vez mais tomando o espaço dos meios não somente em tamanho mas em qualidade”, destacou
Muitos destes jovens tem entre 15 e 23 anos e nem estão cursando jornalismo ou áreas afins, mas tem na alma o dom de reportar uma notícia. Como é o caso de Yasmin Tainá mais conhecida como marrentona, que já escreveu mais de 40 matérias em um ano de projeto. O site mantido pelos jovens já pautou grandes mídias e funciona como vitrine para estes jovens profissionais. “Através do www.culturani.blogspot.com já pautamos vários jornais. Também já consegui vários empregos, inclusive meu curso de jornalismo na Castelo Branco. Então penso que é uma troca. ´Foi bom tanto pra mim, quanto para a Prefeitura. Meu facebook recebe vários comentários e pedidos de informações das minhas matérias. Fico muito gratificada mas gostaria que nos respeitassem mais”, desabafa Yasmin que se desligou do projeto. Assim como ela, vários jovens estão em situação parecida.
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Imaginação dos deuses
por Lucas Xavier
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Rodas de protesto
por Leandro Oliveira
Alguns praticantes insistem que a perseguição beira à implicância como conta o grafiteiro Daniel Mesquita. “Existe um vídeo na internet em que um policial militar esqueceu de ir atrás de uma assaltante para ir atrás de um skatista”, conta o jovem que participou dos protesto em 2007 e 2008. “A mulher e todos que estavam ali ficaram atônitos”, afirma com indignação.
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Festival da cultura Nordestina invade a Baixada Fluminense
por Dine Estela
Integração Sociodigital
A aceitação de novos meios de linguagem e expressão é extremamente importante para a aproximação dos indivíduos com o mundo da palavra. Se para que um menino de Vila de Cava, ou qualquer outra periferia, tenha interesse em ler e escrever seja preciso o uso do Facebook inicialmente, é preciso apostar nesse fator.
Não obstante, é indispensável à atenção para o lado que não é positivo dessa história toda. A internet não é um mar de rosas e oferece perigos reais para a juventude. É sabido que existem quadrilhas virtuais de aproveitamento, tais como redes internacionais de pedofilia e golpistas. Mas isso pode ser controlado com uma melhor vigilância da área de crimes virtuais e, com a integração da internet no ensino (fator que vem crescendo a cada dia) há de se desenvolver um direcionamento para o melhor uso de ferramentas digitais.
Com toda a certeza, existem os que vão contra a inclusão social e intelectual por meio das redes sociais e internet, por acreditarem na norma culta de linguagem e nos meios quase aristocráticos de ensino. Mas de que vale um ensino que aposta em obras obsoletas e escritores mortos se a maior parte da população não entende nem o letreiro do ônibus? É preciso integrar, reunir, juntar, igualar: tornar real. E nada mais real que a relação humana escrita exercida no dia-a-dia das tuitadas e do feed de notícias.
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Com a Corda Toda
por Juliana Portella
Marcadores: Juliana Portella
Avião arretado
por Raíze Souza
Sei que você, assim como eu, já está cansado de ver matérias relacionadas a problema nos aeroportos. Mas só sentindo na pele que você tem a certeza que as coisas precisam melhorar urgentemente. Cheguei ao aeroporto eram 6h30, sou obrigada a concordar com meu ex-professor de filosofia que dizia que acordar cedo é um crime. As pessoas estão com o rosto inchado, o corpo está lá mas o espírito continua na cama, não se tem paciência e nem raciocínio num horário desses. por isso você sentirá falta de nomes nessa minha matéria.
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Cordel que vem com a Corda Toda
por Juliana Portella
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7/7 - Histórias de Jovem Repórter
por Raize Souza
Mas como passou agora é divertido
Sufoco, quem nunca lidou com isso?
Mas é bom ser atrevido
Se levar as coisas com bom humor
Até o chato fica descontraído
E fui fazer trabalho da Universidade
Mas essa parte a gente pula...
E quando saí de casa já era tarde
Rio de Janeiro, Seropédica, NI
Não podia ser tudo na mesma cidade?
E tinha prova depois pra fazer
Quando entrei no auditório
Me surpreendi em ver
Que el palestrante hablava español
Boiei mucho puedes crer
Por causa da minha avaliação
Tentei fazer tudo depressa
Já que andaria muito chão
Assim que saí liguei pros meninos
Pra ter uma confirmação
Mas com eles não conseguia falar
Passei a viagem toda tentando
Mas só em Cabuçu atenderam o celular
Falaram que o evento não tinha começado
E que valia a pena eu tentar chegar
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Parando até o secretário
por Vinicius Vieira
Eugênio Ibiapina, coordenador do evento, diz que a população está aliada na luta contra a homofobia. "No Brasil, a cada dois dias, uma pessoa é assassinada por causa do preconceito e isso tem que acabar", completa, “Em Nova Iguaçu a violência contra os homossexuais é muito grande, logo movimentações como essa fazem toda a diferença”.
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Uma prosa colorida
por Raize Souza
Peço a atenção de vocês
Para uma prosa contar
Pelas propagandas que vi passar
Mas foi uma grande micareta
Para eu contar como foi a parada
A diversidade e o colorido eram grandes
A festa estava mesmo animada
O momento foi um ponto de encontro
E até hetero tava lá com ou sem namorada
Foi para acompanhar à namorada
Que tem amigas homoafetivas
E não podiam perder a parada
Mas mesmo sendo hetero
Estava de boa na balada
10 meses de namoro
Estavam sendo comemorados
Por Ingred e Karina
Que sofrem preconceitos lado a lado
“A família joga muito na cara” disse Ingred,
Mas sem se arrepender de fato.
Muitas Igrejas não aceitam
Mas tinha uma diferente
Que nos panfletos que entregavam
Diziam que gay podia ser crente
Saber respeitar as diferenças
Eita igreja inteligente!
Vamos parar de donzelisse
Pra acabar com o preconceito
LGBT vota, paga impostos
merece também respeito
Você não precisa gostar ou concordar
Mas respeitar o próximo é direito.
Marcadores: Raize Souza
As cores de Alvito
por Hosana Souza
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Nota sobre manifestações
por Rodrigo Caetano
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Jogando limpo
por Abrahão Andrade
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