por Pedro Borges
Quinta-feira, 27 de maio de 2010, um dia marcante para a juventude, especialmente para 12 jovens de várias comunidades da cidade do Rio de Janeiro, tais como Babilônia, Chapéu Mangueira, Turano, Complexo do Alemão, Cidade de Deus e Mangueira. Um memorável encontro, tendo um objetivo: a realização de um importante diálogo com o Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, sobre os principais problemas enfrentados por esses mesmos jovens, envolvendo as áreas de educação, meio ambiente, segurança, saúde, entre outros assuntos, que interferem direta ou indiretamente na minha vida, sua vida, na vida da nossa juventude.
A ordem dos lugares não altera a juventude
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Mercado único
por Joaquim Tavares
‘Olha o amendoim!’, ‘Alô bala!’, ‘3 por R$ 1’,’É água que mata a sede!’, ‘Bananada é 10!’, ‘Olha o picolé!’. Essas e muitas outras frases são ouvidas aos montes dentro dos trens. Desde Japeri à Central é um festival de anúncios, quase que sincronizados e ensaiados, se tornando uma sinfonia.
São poucos os que moram no Rio, principalmente na Baixada, e não andaram de trem pelo menos uma vez na vida. E são menos ainda os que já andaram e nunca compraram nada de nenhum camelô que parece passear entre os vagões, como se estivesse andando num corredor bem ladrilhado.
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Mais uma dose
por Lucas Lima e Tony Prado
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Cultura de portas abertas
por Josy Antunes
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Jogue suas tranças, Rapunzel!
por Robert Tavares
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Celebrando a diversidade
por Josy Antunes e Rodrigo Caetano
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Fonte de inspiração
por Fernando Fonseca
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O mundo é de vocês
por Fernando Fonseca
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Rezadeiras na rede
por Carine Caitano

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Camélia da liberdade
por Jefferson Loyola e Carine Caitano
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Lançando as rezadeiras
por Jefferson Loyola
- Exposição – oficinas de rezadeiras e oradeiras (Vídeo)
- Recepção as Rezadeiras: Cantoria com Dida Nascimento (Música: Rezadeira) e Cremilsom (Homenagem as Rezadeiras Tradicionais)
- Palestra: As Yamis e o Poder Feminino (Babalawo André Bruno Nery- Oluwo de Orunmila Odun Oyekun Nilogbe Ifá LoryÓmo)
- Palestra: O Poder das Mãos - Pastor João Carlos – Assessor da Fundação Palmares
- Palestra : A Cura da Ferida – (Drª Conceição Corrêa das Chagas – Doutoranda em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social/EICOS/UFRJ)
- Certificação de Dona à oito novas rezadeiras – Concessão de certificado pela participação nas oficinas de rezadeiras
- Lançamento do site
- Carta de solicitação ao Poder Público para o tombamento das rezadeiras como Patrimônio Imaterial Cultural de Nova Iguaçu.
- Coquetel de Encerramento e apresentação cultural
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A nova cara da Igreja
por Jéssica de Oliveira

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Festa das folhas
por Jefferson Loyola
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A vida sem cadeiras
por Nany Rabello
Agora, já no sétimo encontro dos doze previstos pelo convênio entre o Teatro Institucional, a Secretaria de Cultura de Nova Iguaçu e o MinC, não são apenas cinco os presos que entram na tão querida sala de teatro da 52° DP: são doze. Os próprios detidos convidam-se para assistir e participar da oficina. “É um momento de escape. A gente pode ser tudo o que quiser e falar sobre tudo, sem ser julgado”, conta um dos detentos.
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Subvertendo o gênero
por Wanderson Duke
500 Dias com Ela ((500) Days of Summer) segue fielmente o paradigma, mas o subverte a ponto de se distanciar de ser rotulado como mais uma obra produzida pela colcha de retalhos da padronização. Levando os espectadores para uma experiência nova - sem ser ímpar.
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Cultura Mix
por Tuany Rocha
O momento mais esperado da noite chegou, a premiação. Como atriz revelação (Vanessa Fortini), melhor ator (Léo Castro), melhor atriz (Paula Pardon), melhor direção (Meio Dia), melhor texto (O Jantar), premio de jure popular (Meio Dia e O Jantar).
O evento não só estava lotado de pessoas como também de muita emoção e animação, afinal, não é todos os dias que se faz um tributo ao teatro brasileiro ao mesmo passo que se revela novos talentos, como por exemplo, o talento visto em “Bilhete da sorte” que ganhou o 3° lugar, em “Meio Dia”, ganhador do 2° lugar ou na incrível atuação das meninas da esquete “A Roxa” que depois de surpreender todo o circuito, levaram para casa o troféu de 1° lugar recebido das mãos do próprio Sérgio Brito e também a linda musica “Minha Missão” cantada por Zezé Mota.
O circuito foi marcado por gestos, sorrisos, olhares e palavras como as de Amir Haddad: “É o espetáculo que organiza o mundo e não o mundo que organiza o espetáculo”
Palavras de Sérgio Brito: “A cultura anda abandonada, mas o que me faz acreditar é saber que aqui em Nova Iguaçu ainda existe vocês.”
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Encerramento mix - Parte II
por Jefferson Loyola e Mayara Freire
A primeira edição do circuito mix de esquete foi realizada no próprio espaço do projeto FAMA, onde o presidente do projeto, Alexandre Gomes, não acreditava no evento e incentivado por Alessandra Fernandes, o realizou e tornou do mesmo um sucesso. Sua segunda edição também foi realizada no mesmo lugar, quando a terceira edição vinha a ser realizada no Sesc de Nova Iguaçu. A quarta edição do circuito, realizada no espaço cultural Sylvio Monteiro, continuou fazendo sucesso e eles, naquele ano, tiveram como homenageado “Amir Haddad”.
A quinta edição chega e traz uma inovação. Além das apresentações de palco, surgem às apresentações de rua, inspiradas nas palavras deixadas por “Amir Haddad” na quarta edição. Com o encerramento de mais uma edição, realizada no Sylvio Monteiro, novamente percebemos que o evento já se tornou referência cultural em Nova Iguaçu. Foram seis dias de apresentações de esquetes no tablado italiano do espaço de cultura da cidade e três dias de circuito de rua, que passou por algumas praças do município.
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Preconceito com as mudanças
por Marcelle Abreu
Acontece no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, o 5º circuito mix de esquetes. E na sexta-feira, 21 de maio a esquete “Pelo direito de amar” mexeu com a platéia.
A esquete fala de sociedade, do preconceito que temos com as mudanças de atitudes. Seu início se dá com os atores representando o tempo das cavernas, onde eles batem em latas e quando um altera a batida, todos se voltam contra ele. Isso mostra que quando alguém foge do que a sociedade impõe, esse sofre preconceitos.
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O grande circuito
por Fernando Fonseca
'Dois perdidos em uma noite suja', com seu roteiro alicerçado em temas como violência, suspense e um texto recheado de palavras de baixo calão, trouxe ao palco a história de dois amigos: o carioca malandro e um jovem com distúrbio mental que há muito tentavam fugir de um bandido. O primeiro, com sua ganância excessiva, planeja roubar o tênis do outro e vendê-lo para quitar suas dívidas, enquanto o outro apenas deseja apenas manter a salvo de seu amigo sua mais nova aquisição, o pisante, assim denominado por eles. A mágica da roteiro está no fato da face do bandido nunca ter sido revelada a ninguém, pois esta sempre era encoberta por um capuz. A história se desenrola quando o jovem problemático, ao perder o pisante, auxilía seu amigo a matar de vez o bandido encapuzado já que, de fato, era ele o causador de toda essa confusão. De conclusão, o jovem problemático mata seu amigo e acaba revelando-se ser o bandido encapuzado. Um história capaz de deixar muitos aflitos, mesmo seu final sendo presumível antes do término.
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Encerramento Mix - Parte I
por Jefferson Loyola
Domingo, 23 de maio de 2010. Encerra-se um grande evento de teatro no município de Nova Iguaçu. O quinto circuito mix de esquetes, realizado pelo projeto FAMA (Fábrica de Atores e Material Artístico), deixará saudades a todos que passaram pelo Sylvio Monteiro nos dias 14, 15, 16, 21,22 e 23 de maio. A noite de encerramento contou com a presença de Zezé Motta e Sérgio Brito, os homenageados desta edição do circuito, Amir Haddad, homenageado da penúltima edição, além do público, que lotou o local nestes seis dias de evento, inclusive no encerramento, onde não havia mais espaço no teatro.
O projeto FAMA no dia 26 de março divulgou a lista das esquetes que foram selecionadas para participar desta edição. Sendo apresentado a cada dia do evento sete esquetes. Os jurados decidiam qual seria a melhor da noite para poder disputar com as vencedoras dos outros dias na grande final. Sendo que neste ano contou também com o júri popular, onde as pessoas votavam em qual esquete gostou mais e a que consegui-se mais pontos da plateia, mesmo não sendo escolhida pelos jurados, competiria na final.
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A justiça que foi injustiçada
por Mayara Freire

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O jantar do clã
O Espaço Cultural Sylvio Monteiro sediou sexta-feira, dia 21, mais um dia de apresentação de esquetes. Podemos definir uma esquete teatral como uma peça de teatro com duração menor, sem o glamour de uma peça teatral, normalmente entre 5 a 10 minutos. Realizado pelo Projeto FAMA, o quinto circuito mix de esquetes tem como finalidade incentivar a criação artística teatral aqui em Nova Iguaçu. Às 19 horas, uma hora antes do inicio do evento, o pátio do local já estava bastante movimentado pelo publico que esperava em uma fila para garantir seu lugar no teatro.
Dentre as esquetes apresentadas estava a Cia de Teatro Clã de nós. Fundada há quatro anos, ela vem solidificando seus trabalhos dentre as varias apresentações de esquetes e espetáculos teatrais pelo Brasil. “O jantar”, esquete trazida para o quinto circuito mix, já foi criada em uma outra versão e direção, porém os atores não gostaram e nem chegaram a apresentar. "Deixamos o texto guardado para amadurecer mais a ideia", disse Léo Castro, ator da esquete. A peça é toda trabalhada com teatro físico, construção de formas compreensíveis ao imaginário coletivo, feita através do corpo do ator e que comunique a esse imaginário. O grupo foi formado por uma tríade vinda do grupo Bemvindo Siqueira: Léo Castro, Bruna Campello e Bruno Quaresma.
A Base da teoria é em Meyer Road e também no teatro pobre de Jerzy Grotowski, juntando um universo popular, que é a comédia, e transformando em um grande sucesso. “Pegamos um texto popular de Marcelo evangelista, e com a sua liberação, chamei Léo Castro para fazer a montagem”, contou Bruna Campello, atriz e bailarina. Bruno Quaresma, direção de cenas e atores, junto com Viviane Gaudencio, direção de movimentos e produção, fizeram uma fusão que resultou nessa pequena peça, tendo uma atriz e um ator bailarinos.
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Da favela para o mundo
por Hosana Souza / foto Francisco Valdean
“A verdade é que eu só fiz escolha errada na vida, eu sempre fui um cara derrotado, um eterno perdedor. A única coisa que eu fiz e deu certo foi o AfroReggae”, pontua José Junior, fundador e coordenador cultural de uma das principais instituições sociais brasileiras. O AfroReggae foi criado em 1993 para transformar a realidade de jovens moradores de favelas a partir da educação, da arte e da cultura e tem sua história entrelaçada com a de JJ.
Junior nasceu e cresceu no centro do Rio de Janeiro; apanhou do pai, já foi “aviãozinho”, entregou jornal, animou festas infantis e trabalhou como moto boy. “Tudo o que aconteceu na minha vida me fez ser quem eu sou; se eu não passasse por isso talvez hoje eu não estivesse aqui”, diz o homem que já viu muitos de seus amigos se perderem, “Eu penso sempre neles, sei o que poderia ter acontecido comigo. Mas em momento algum, eu fico imaginando o que eles poderiam ter sido. Ao invés de sofrer eu prefiro trabalhar e homenageá-los com isso”.
José Junior conduz sua instituição – que hoje atravessou as fronteiras do Brasil e já tem sede em países como à Inglaterra – com voz pausada, mão pesada e planos firmes. “Faz mais de dez anos que eu não vou à praia ou a uma boate”, exclama o carioca, “O meu lazer, hoje, é passar uma tarde de domingo sentado em frente ao computador trabalhando”, explica.
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Cinema brasileiro e biscoito de limão
por Josy Antunes
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Coordenando proporções
por Robert Tavares
Você até tem vontade de arriscar, mas morre de medo de errar e ficar parecendo gorda ou magra demais e isso te deixar over? Pois bem, saiba que você não é a única, esse "problema" assola mais pessoas que você imagina. Afinal, quem não quer vestir aquela roupa linda e ficar incrível?
Para começar, a gente pode imaginar “blocos” de tamanhos diferentes no look. Esses blocos podem valer para o look inteiro – tipo blusa mais longa e short mais curtinho – ou pra pedaços do look – tipo manga longuinha por baixo de manga curta.
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Livres Dimensões
por Hosana Souza e foto por Francisco Valdean
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Exemplo para a cultura
por Hosana Souza / fotos Francisco Valdean
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À flor da pele
por Jefferson Loyola
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No meio do caminho
por Hosana Souza e Francisco Valdean
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Baixada conectada
por Josy Antunes
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Quem não tem problema com droga?
por Nany Rabelo
Quando uma platéia vai ao teatro assistir a uma peça, não vai pensando que aquilo pode mudar a vida dela, ou marcá-la de uma forma profunda. Também não vai pensando que está lá para aprender alguma coisa com os atores e o tema central. Ah, vai sim. Você sabe o que é o Teatro Institucional?
Jitman Vibranovski e Paulo Antunes fundaram há 10 anos o Teatro Institucional, que é um tipo de teatro que visa conscientizar, mobilizar, informar e estimular o questionamento dos espectadores, para que o assunto em foco não acabe quando as cortinas se fecham, e sim que seja multiplicado pelo próprio público. É dividido em três modalidades: Teatro Debate, Teatro Itinerante e Teatro Revelador. E pode ser apresentado em qualquer espaço disponível, desde teatros e auditórios até refeitórios e plataformas em alto mar, como eles já fizeram.
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Listras francesas: da marinha para o mundo
por Robert Tavares
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A fervura não pode parar!
por Dannis Heringer
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Livro player
por Jéssica de Oliveira
A biblioteca Professor Cial Brito, localizada no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, em Nova Iguaçu, está com uma novidade. Em parceria com o Instituto Sal & Luz e a Secretaria Estadual dos Direitos Humanos, ela está atendendo, desde o dia 24 de abril deste ano, a um público que antes não costumava visitá-la: os deficientes visuais.
O programa intitulado Audioteca já atende a um público de 1.982 usuários no istituto carioca Sal & Luz e agora visa proporcionar aos deficientes visuais da Baixada Fluminense o acesso a obras literárias universais, contos infantis e livros de concursos públicos. "A ideia é fazer novos usuários", conta Roberta Gomes Miranda, 32 anos, funcionária da biblioteca Professor Cial Brito, que auxilia os usuários no manejo com os aparelhos de DVD player e red fone, necessários para a audição dos livros.
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Locomotiva cultural
por Josy Antunes
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Viciados em teatro
por Tony Prado
Esquete, pra quem não sabe, é o termo utilizado para se referir a pequenas peças ou cenas dramáticas, geralmente cômicas, geralmente com menos de dez minutos de duração. O espaço FAMA está realizando o concurso Circuito Mix de Esquetes para incentivar a criação artística teatral, bem como ampliar o público teatral de Nova Iguaçu.
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Decoração de interiores
por Jéssica de Oliveira
Aos 14 anos, Henrique trabalhou em uma fábrica de guarda-chuvas, onde, curiosamente, teve seu primeiro contato com a poesia. "O barulho das máquinas era imenso, o que tornava impossível a comunicação entre pessoas, porque não se ouvia a voz do outro. Então, já que ninguém me ouvia quando eu falava, passei a conversar comigo mesmo e a construir pensamentos, escrevendo-os posteriormente em formas de poesias".
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Rumo a Paris
por Renato Acácio
A ligação de Vítor Lopes com a arte e especificamente o cinema vem de muito cedo. “Desde a sétima série eu já tinha em mente que queria cursar a faculdade Televisão e Vídeo, que é como o curso era chamado na época”, conta ele, que aos 24 anos está cursando comunicação social com habilitação em cinema na PUC e é morador de São João de Meriti.
Marcadores: Iguacine, Renato Acácio
Turismo cultural
por Marcelle Abreu
Em comemoração ao dia da Baixada Fluminense (30/04), foi realizado na Cúria Metropolitana de Nova Iguaçu um encontro com os Amigos do Patrimônio Cultural, um grupo que visa valorizar a Baixada que é vista por muitos apenas pela violência.
“Somos poucos e não há muitos seguidores, mas a gente não desanima”, afirma Antonio Lacerda, pesquisador e representante do grupo.
Marcadores: Baixada, Marcelle Abreu
Ordem invertida
por Michele Ribeiro
Neste domingo (2), às 14 horas, aconteceu no espaço Sylvio Monteiro um festival de anime, que teve uma ampla divulgação sobre animes e a cultura em torno deles. Mesmo para quem não assiste ou conhece Naruto, que não tem um gameboy ou outro videogame portátil, ou que acha que RPG tem a ver com sentar numa posição correta na frente do computador, o festival é um evento interessante para ter contato com essa cultura que está muito longe de ser restrita a algum grupo especifico.
O mercado de animes, mangás e sub-produtos é bem grande, e boa parte disso é graças à internet. Que só vem facilitando a troca de materiais (filmes, fotos, jogos, música) sobre o tema e criando grupos de fãs.
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Escolhe o som
por Wanderson Duke
Tatubala é uma banda formada em outubro de 2001 no Rio de Janeiro por Paulinho de Castro (vocal e guitarra) e Bruno Lima (percussão e voz). Hoje em dia, após algumas alterações, o quarteto é completado por Marcelo Bruno (baixo e voz) e Felipe Antello (bateria). A banda procura fazer um rock n´roll próprio através de influências do progressivo e psicodélico.
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Música para vestir
por Robert Tavares
Quem foi que disse que moda e música não tem a ver?
Lady Gaga, o maior ícone pop atual, está aí para comprovar que os dois segmentos andam de mãos dadas - independentemente da época! Os figurinos da performática cantora chamam atenção pelos excessos, lembrando por diversas vezes as peças vistas nos grandes desfiles de alta-costura. Aliás, alguns estilistas renomados criam peças exclusivas para a cantora, como no caso da Prada, de Thierry Mugler e de Giorgio Armani, como vimos no Grammy (foto).
Marcadores: Moda, Robert Tavares
Para deixar o mundo uma maravilha
por Robert Tavares
Esta semana estreou o filme mais aguardado do ano: Alice no país das maravilhas. A adaptação do romance de Lewis Carroll, dirigido por Tim Burton, tendo Johnny Depp e Mia Wasikowska como o Chapeleiro Louco e Alice, respectivamente, ganhou mais projeção do que o esperado. Antes mesmo de sua estreia, muitas marcas movimentavam suas vitrines e enchiam suas araras com os temas do filme. Uma das primeiras grifes a mergulha de cabeça no universo encantado da menininha de vestido azul foi a C&A, que trouxe em sua última coleção t-shirts com a lourinha estampada. Em seguida Farm, Ellus, Nonsense, Alice disse, Imporium e Renner também exibiram suas versões.
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Exceção ou regra?
por Mayara Freire
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